terça-feira, 26 de março de 2013

A esquerda brasileira e o desprezo pela família (É fundamental a resistência das famílias de bem e cristãs combaterem a ideologia esquerdista para o mantermos o ideal da família natural e cristã sempre como um ideal para ser alcançado com a Graça de DEUS).


A esquerda brasileira e o desprezo pela família

João Cruzué
A família? Ora, a família... essa instituição atrasada e desnecessária. Antigamente, a sociedade aceitava a união de um homem com uma mulher com a base de um lar. Hoje, estamos na pós-modernidade e todas as instituições devem ser desconstruídas para dar lugar a novas formas de relacionamentos.
A mulher? A mulher deve ser dona do próprio corpo. Se ela decidir abortar outra mulher, é direito dela.
Os religiosos? No começo é um mal necessário para estabelecer a comunicação com o povo, depois não passam de reacionários.
Os pastores? São todos ladrões e exploradores da fé de “coitadinhos” que só procuram a porta da igreja porque estão em situação de fragilidade.
A virtude? Ora a virtude... É coisa de otários; deve ser a máscara dos lobos e dos espertos.
A corrupção? Viva a corrupção! Os outros também não roubam?
O poder? Para conquistar e manter o poder, toda forma de ação é aceita. Inaceitável é ser um perdedor. De nada vale um perdedor honesto.
Os pobres? Nunca deveriam sair da pobreza, porque no dia que saírem vão deixar de votar no partido do “puder” Quanto mais bolsas-misérias, melhor. Quanto mais dependentes, melhor. Quanto mais ignorantes, melhor!
Sou contra todas essas máximas da dominação.

O perigo do marxismo

É inegável os paradoxos do pensamento marxista-leninista: Que se dane a família. Se possível, desde o início da adolescência os filhos devem ficar sob a tutela do Estado, para crescerem vazios e sem alma e sem solidariedade. A semântica da palavra socialismo ou comunismo é como uma flor de uma planta carnívora cuja beleza externa foi feita para enganar e engodar.
De onde tem vindo todo tipo de ação e maquinação para desconstruir a família em nosso século? Se você analisar de onde elas partem, vai ver que têm apenas uma origem: os políticos dos partidos populares, que no caso do Brasil são PT e outros mais radicais.
Vejo com grande desaprovação o séquito de políticos cristãos misturados no meio dessa gente que não tem nenhum compromisso com a instituição familiar. O trigo nada tem a ver com o joio, ainda que cresçam juntos.  De onde vêm as pressões “modernas” para homens se casarem com homens e mulheres com mulheres? Quem corre apressuradamente para dar apoio a estas ideias? São os chamados governos populares. Essas ideias, por acaso, são de fato modernas? Nunca! É coisa tão velha, que já existia bem antes de Cristo. A Grécia antiga, um dos berços do homossexualismo, caiu em pouco tempo.

Orfanatos e conselhos tutelares

Estive visitando neste mês de março muitas instituições de caridade, por missão do meu trabalho. Estive em asilos, e fiquei sensibilizado. Estive em casas que cuidam de pessoas especiais, e fiquei muito sensibilizado. Mas quando estive nos orfanatos, eu fiquei chocado e emocionado com esses depósitos de crianças. De onde veio isso? De encontros sem amor. De famílias desconstruídas. Da miséria econômica.
Infelizmente o que a sociedade esconde, ou não quer ver, não dá ibope na TV. Mas as consequências de uma família frágil são uma triste realidade nas grandes cidades.
O funcionários públicos chegam, e pelo fato de que os pais não têm as  mínimas condições econômicas, perdem a guarda dos filhos. Os Conselhos Tutelares os entregam ao Estado, e o Estado, que não sabe lidar com isso, lava as mãos amontoando as crianças em orfanatos, que por melhor que sejam administrados, não conseguem dar o amor  necessário nem apagar a tristeza da face de uma criança. Eu ainda não tinha estado em um orfanato. Crianças de seis e sete anos, jururus, dormindo com a cabeça coberta por cobertores, como se quisessem ter uma vida só em sonhos, para não enxergar uma realidade dura. Vi, e não gostei do que vi: o lugar onde a sociedade da qual faço parte, e não nego, esconde seus piores  problemas debaixo do tapete. Gente sem família.
Será a Igreja, de fato, uma instituição, fundamentalista, que só atrapalha a modernização da sociedade? Eu penso que não. Em minhas visitas a trabalho eu a vejo religiosos cuidando da parte que a sociedade não quer ver e o Estado não tem vocação de lidar: orfanatos, asilos, casas de recuperação de dependentes químicos, etc. Se a Igreja diz que a parte mais importante da sociedade é a família e que a família deve ser preservada, fortalecida e respeitada, será mesmo que sua visão é retrógrada, anti-moderna e atrasada?  Não. A Igreja não é o corvo do atraso. Ela é o arauto da vida. Jesus foi o arquiteto da Igreja, e as forças do inferno não podem prevaler contra ela — a menos que se torne muda diante da oportunidade de falar.

As bandeiras da esquerda

Qual é a bandeira da esquerda brasileira? Respostas: 
Aborto
Casamento gay
Apologia da rapinagem
Defesa da impunidade
Calar a imprensa livre
Amordaçar o Ministério Público
Tributar a Igreja Evangélica.
Será incentivando uma mulher a abortar ou criando leis para homens se casarem com homens que o Estado vai resolver os problemas sociais pós-modernos?
Por acaso os mentores dessas mudanças estão mesmo interessados nos problemas existenciais dos homossexuais?
Estariam eles preocupados com a liberdade da mulher quando ela é incentivada a abortar? De jeito nenhum!
Quando o Estado governado por socialistas apoia a causa homossexual, na verdade está mais interessado em impostos. Hoje, se dois homossexuais se separam o  Estado não vê nem a cor do imposto. Com o “casamento” gay a coisa muda.
Quando as senhoras na política defendem o direito da mulher pobre abortar, na verdade não estão interessadas na pessoa da mulher coisa nenhuma, mas na redução de crianças pobres na sociedade e na redução da dívida social sem desembolsar um tostão. A ideia é diminuir o número de delinquentes? Elas associam, sim, pobreza com delinquência.
A maioria dos fetos abortados são do sexo feminino. Conversa de que a mulher é quem deve decidir sobre o aborto, uma ova. Se um feto do sexo feminino tivesse a capacidade de se comunicar ele diria para todo hipócrita ouvir que uma mulher matando outra mulher não é liberdade feminina nenhuma.
Podemos ser até enganados por sofismas, mas somente se não aprendermos a ter um pensamento crítico. E um cristão tem o dever de conhecer as verdades bíblicas. E uma delas é que não devemos nos associar com os ímpios nem comer na cartilha deles. É por isso que Deus cuidou para os homens escolhessem este assunto para registrá-lo como o primeiro Salmo.
Há uma voz soturna vindo da penumbra do poder dizendo que os pastores são ladrões, charlatães e exploradores de coitadinhos. Sendo dúvida, há mesmo uma minoria que se presta a este desserviço. Até Jesus Cristo não ficou livre de corruptos.
Mas não é esta a verdadeira preocupação da esquerda no Brasil. Quando ela repete com insistência uma mentira, ela sabe que a opinião do povo muda. Muda e começa a para de crer em tudo e todos que apregoam o nome de Deus.
O que a esquerda mais teme na Igreja é a sua capacidade de desmascarar os sofismas. A esquerda difama os pastores de ladrões e rotula os padres de pedófilos. O povo ouve, e pensa que os pastores são ruins, os padres não prestam e a esquerda deve ser uma coisa boa. Essa é a velha tática comunista. Criticar, tendo o cuidado de não mostrar a que veio — a dominação do destino de um povo.

O Brasil está à beira de se tornar como uma Venezuela

Durante os anos de chumbo, o único país da América do Sul que nadava na democracia era a Venezuela de Carlos Andrés Perez e outros presidentes. Mas, a roubalheira e corrupção cresceram tanto que chegou um dia que o povo não aguentou mais. A primeira coisa que apareceu criticando os corruptos ganhou a sua simpatia. Pior do que estava, ficou. E quando isso acontece o povo perde a noção dos paradigmas, o mau se metamorfoseia em bom e os conceitos de bondade, honestidade e moralidade se tornam relativos.
Relativizar a família;
relativizar a moral;
relativizar a virtude;
relativizar a Igreja;
relativizar a mulher;
relativizar o casamento;
e relativizar a liberdade.
Essa tem sido a missão da esquerda brasileira: desconstruir os marcos referenciais. Se tudo for relativizado, os conceitos do bem e do mal, do honesto e do desonesto, do corrupto e do não corruptível, do certo e do errado vão embotar a mente das pessoas e elas vão se tornar confusas e depois fáceis de tanger.
Não existe liberdade em meio à pobreza, mas existe um maquiavelismo de perpetuá-la. Não existe liberdade em meio à ignorância, pois quem não tem capacidade acadêmica para buscar uma boa fonte de renda sempre vai estar cativo de medos e fantasmas.
A melhor estratégia para sair da miséria e fugir da ignorância é aceitar Jesus como Salvador e Senhor.
Ainda que existam espertalhões e ladrões, o Temor do Senhor Deus ainda é o primeiro passo no caminho da sabedoria, da prosperidade e da liberdade. A única pessoa que pode fazer o milagre dessa transformação é o Senhor Jesus Cristo. Não é o comunismo, nem o homossexualismo, nem o socialismo nem outra pessoa a não ser o SENHOR JESUS CRISTO. Quem apregoa essa mensagem é a Igreja Evangélica.

A Igreja é uma instituição divina

Sei que os homens que a governam podem cair da graça de Deus, Sei que quando a Igreja deixa de cumprir sua função social ela passa a a tirar do povo sem dar nada em troca. Todavia, Deus tanto é o Criador da Igreja quanto seu corregedor. Ele mesmo disse que as Portas do inferno não prevaleceriam contra ela.
Diante do inenarrável e do imponderável só a fé pode vencer. A fé que cura, transforma e liberta não pode ser encontrada no comunismo, nem no homossexualismo, nem nos militantes do PT, nem  nas greves, muito menos nos sindicatos. Querendo ou não, quando tudo o mais falha, é na porta de uma Igreja que a esperança pode ser achada, um pecador pode ser perdoado, e um miserável pode encontrar o caminho da prosperidade.
A Igreja é uma instituição que sempre sustentou os pilares da família tal como foi concebida na Bíblia Sagrada: “E deixará o moço a casa de seu pai e de sua mãe e unir-se-á a sua mulher”. A família é a única sociedade do mundo onde pode o amor ser compartilhado e perpetuado pelo abraço de uma mãe e a segurança dos braços de um pai. O milagre da concepção só pode acontecer pela existência de homem e mulher. O resto é estéril.
A esquerda em todo mundo luta tenazmente para desestruturar a família. Por que será? Sem o berço familiar homens e mulheres perdem as referências e se tornam como animais sem rumo. Animais podem ser domesticados, homens lives não. Animais podem ser tangidos, maltratados e feridos; homens lutam para conservar a liberdade. Com o tempo os animais se afeiçoam a seus algozes e passam a crer que eles são seus donos. Homens com noção de liberdade nunca vão aceitar o mal. Mas quando um ser nasce e cresce em ambiente familiar cristão, ele será um homem ou uma mulher livre que anda com a cabeça erguida.

A Família e a Igreja são instituições de Deus

Que ninguém se engane. Há muitos ímpios por aí convidando pastores e deputados crentes para se reunir na rodas dos escarnecedores.  Enturmar-se com essa gente pode trazer um perigo mortal. São eles que buscam a desestruturação familiar, fazendo publicidade de que isso é a modernidade. Diante da plateia procuram distância dos evangélicos, mas procuram sua companhia quando ninguém está vendo.
A Bíblia não deixa isso por menos no Salmo 1:
1 BEM-AVENTURADO o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
2 Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.
3 Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.
4 Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha.
5 Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos.
6 Porque o SENHOR conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

segunda-feira, 25 de março de 2013

Criando filhos em uma cultura pornificada - Zach Nielsen


Zach Nielsen – Criando filhos em uma cultura pornificada

nielsen-pornificada
Um artigo recente no The Telegraph destaca os sintomas trágicos de uma doença que está afetando nossa cultura em todo o mundo. O artigo foca principalmente nos adolescentes e na disfunção que se tornou normativa em seus estilos de vida como resultado do consumo de pornografia.
À luz disso, como os pais podem criar filhos numa cultura “pornificada”? Aqui estão oito sugestões para esse problema cada vez maior.

1. Busquem dar aos nossos filhos uma visão grandiosa do Deus que é gloriosamente prazeroso.

Não podemos simplesmente dizer aos nossos filhos que parem de ter certos comportamentos; devemos também ensiná-los a se deleitar no que Deus fez. Tenho buscado uma disciplina de destacar tudo que há de bom na criação de Deus. Há algumas semanas, foi uma benção ver meus dois filhos mais velhos passarem horas catando as framboesas que crescem no enorme quintal dos seus avós. Eles precisam ser lembrados da bondade de Deus em nos dar essas maravilhosas bençãos criadas, como framboesas. Se não formos cuidadosos, podemos virar gnósticos funcionais (carne e matéria são ruins; somente o que é “espiritual” tem valor) na nossa comunicação sobre ética sexual com nossos filhos. Um versículo útil para eles memorizarem é 1 Timóteo 4.4: “Porque toda a criatura de Deus é boa, e não há nada que rejeitar, sendo recebido com ações de graças”.
Em resumo, quero que meus filhos saibam que perversão sexual é o auge da idolatria (Rm 1), assim como que a integridade sexual é o auge da beleza. Isso exige que falemos sobre isso, provavelmente mais do que estamos confortáveis ou que experimentamos quando éramos crianças. Mas esse é um mundo novo, e um mundo novo exige nova comunicação para treinar nossas crianças.

2. Ensine-os o evangelho. Nossos filhos são legalistas naturais.

Eles tem que nos ver como exemplos do verdadeiro evangelho através de arrependimento e perdão ativos. Eles precisam saber que a aceitação deles perante Deus não é baseada em seu desempenho, mas no de Cristo. Eles precisam saber que a posição deles como um membro da família não depende da obediência deles, embora a posição deles implica sim em um certo tipo de vida.
Por exemplo, quando estamos disciplinando nossos filhos geralmente dizemos: “Pelo fato de você ser um membro dessa família e porque eu te amo muito, você não vai fazer isso”. Considere a diferença de dizer: “Se você quer que eu te ame e se você quer continuar vivendo nessa casa, é melhor você parar de fazer isso”. Os indicativos da nossa fé devem preceder e informar os imperativos. Não inverta a ordem.

3. Ensine-os que limites trazem liberdade e que a obediência é uma benção.

Quando era uma criança, pensava que se eu estragasse tudo, Deus ia me bater com um vara grande. Ninguém nunca me ensinou isso, mas era o que eu sentia. Obediência não era motivada por amor, mas pela punição. Isso não me levou muito longe.
Quando meus filhos tiverem uma idade apropriada, pretendo ensinar que o pecado sexual nunca vai prover a liberdade que desejamos. Eles podem optar por colher as consequências danosas da desobediência, mas vou alertá-los através da Bíblia e da experiência que eles não querem começar esse caminho. Obediência leva a bênção.

4. Fale com eles mais cedo do que tarde sobre sexo e pornografia na internet.

Quando tinha 8 anos, lembro de ir ao lado da garagem do nosso vizinho. Como toda criança curiosa, gostava de bisbilhotar um pouco. Logo descobri que ele tinha caixas cheias de revistas pornográficas. Algumas vezes, um amigo e eu esgueirávamos por lá, pegávamos umas, e sentávamos nos arbustos para para ver as mulheres peladas. Na época, esse esforço arriscado enchia meu estômago com borboletas de medo de ser pego pelos meus pais ou pelo vizinho. Mas tudo o que você precisa hoje é uma porta fechada e uma conexão à internet. A mais vil perversão imaginável está somente a dois cliques de distância.
Precisamos comunicar, em termos gerais, o que está disponível e porque é tão destrutivo. Alguns iriam alegar que essa discussão vai apenas incitar sua curiosidade, mas qual é a alternativa? Prefiro que eles sejam advertidos por mim para que eu possa oferecer razões e meios para lutar do que tê-los inocentemente tropeçando em pornografia algum dia na internet.

5. Comece a treinar seus filhos sobre como interagir com o sexo oposto.

Nós já começamos a “ter encontros” com nossos filhos. Sentimos que é fundamental para eles, em uma idade precoce, começarem a experimentar como é ser bem tratado por alguém do sexo oposto. Especialmente para as meninas, uma falta de atenção masculina saudável por parte do pai geralmente vai estimulá-las a buscar isso; porém, de maneiras não saudáveis, com rapazes mais do que felizes em fornecer atenção. Meus filhos precisam aprender que mulheres não são objetos a serem consumidos, mas são imagem e semelhança de Deus, criadas para serem amadas.

6. Cuidado com quem seus filhos passam tempo.

Visto que a exposição sexual é muito mais acessível hoje do que 25 anos atrás, somos muito mais atentos com quem nossos filhos passam tempo. Vai haver uma época (mais cedo do que eu gostaria de pensar) quando não vamos ser capazes de guardá-los com tanta força, mas, esperançosamente, os pontos anteriores estarão tão enraizados em suas vidas que eles estarão equipados para tomar decisões sábias.
Tome cuidado, porém, para não levar isso muito longe e transmitir um medo problemático de incrédulos. Quanto mais velhos nossos filhos se tornarem, mais teremos que deixá-los ir e orar para que nosso treinamento tenha criado raízes. Realmente, não há outra escolha. Devemos treinar nossos filhos, assim eles estarão protegidos o suficiente para estarem seguros em uma idade apropriada, porém informados o suficiente para tomar decisões sábias por conta própria. Simplesmente não esconda seus filhos atrás da fortaleza de sua supervisão até que tenham 18.
Isso exige grande sabedoria. Não há manual. Devemos ser pais de oração.

7. Cuidado com o computador e desligue a televisão.

Temos o Covenant Eyes (N. T.: site especializado em monitorar como a Internet é usada e assim enviar um relatório dos sites entrados para os pais, além de filtrar e bloquear certos sites) em todos os nossos computadores, via AppleOS. Nossos filhos podem apenas acessar sites que aprovamos. Certamente, isso vai mudar quando eles ficarem mais velhos, mas, esperançosamente, eles vão ter internalizado o evangelho e provado as bençãos da obediência.
Vitória sobre a pornografia é, no fim das contas, uma questão do coração, mas isso não significa que devemos abrir mão de estruturas preventivas. Você nunca deve dizer, “Quero saber se minha obediência é motivada por mais do que apenas seguir as regras certas, então vou mergulhar em situações imprudentes para ver se sou forte o suficiente para suportar o pecado!”. Isso é absurdo (1 Cor 10.12-13). Precisamos de corações corretos para não sermos legalistas, mas limites corretos podem nos ajudar a provar a bênção da obediência.
A TV vai mostrar aos seus filhos pornografia leve e funcional o tempo todo. Existem incontáveis coisas melhores para fazer com seus filhos do que assistir TV. Leia com eles, pratique esportes com eles, desfrute da criação com eles, conte a eles uma história, ou apenas os sirva em uma atividade à escolha deles. A frase-chave aqui é com eles. Se eles gastam mais tempo com a TV do que com você, todos vocês estão em apuros.

8. Busque cultivar uma relação com seus filhos de forma que eles sintam que podem se abrir com você sobre qualquer coisa.

Como um pai jovem, não estou totalmente certo sobre como fazer isso acontecer, mas sei que acontecerá se eu servir de modelo de franqueza. Tento atrair seus corações e mostrar que, se eles forem honestos comigo, eu serei justo, amoroso e compassivo. Se eles me veem como cauteloso e reservado, por que esperaria que eles fossem diferentes?
Por último, você já se arrependeu na frente dos seus filhos? Se eles nunca te viram se arrepender, o que te faz pensar que eles virão a você para pedir ajuda depois de ver pornografia na internet pela primeira vez? Servir de modelo de arrependimento para nossos filhos é provavelmente a maneira mais rápida de mostrar que acreditamos no evangelho e que somos um refúgio seguro em meio ao pecado deles.
Por Zach Nielsen. Copyright © 2013 Zach Nielsen. Usado com permissão pelo The Gospel Coalition, Inc. Copyright © 2013. Todos os direitos reservados. Original: Raising Kids in a Pornified Culture
Tradução: Pedro Vilela. Website: iPródigo.com. Original: Criando filhos em uma cultura pornificada


Leia mais: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2013/03/zach-nielsen-criando-filhos-em-uma-cultura-pornificada/#ixzz2ObG4SngK

O desafio de ser um pai ideal


O desafio de ser um pai ideal

by pauladamas

“A infância é o chão sobre o qual caminharemos o resto da nossa vida” (1)
Por que você decidiu ter um ou mais filhos? Quais os valores e as emoções que o influenciaram nessa decisão? Quando decidiu ter filhos, você tinha consciência de todas as implicações na missão de ser pai (mãe)? Na sua visão, qual é o perfil de um pai ideal? É com base nessas perguntas que eu convido você para refletirmos sobre algumas dicas para se criar filhos emocionalmente saudáveis.
As crianças, seja em que família for, serão seguramente – não principalmente – umproblema e uma tarefa. Para que signifiquem alegria, devemos querê-las e amá-las. “Fazer da casa um ninho e não uma jaula” começa antes daqueles primeiros toques e olhares entre o casal e, em seguida, sobre o filho que acaba de nascer (1) .
Ser pai é ser amigo, sacerdote, parceiro, irmão e companheiro de jornada. É um privilégio que Deus confere ao homem, apesar de a responsabilidade ser tão grande quanto o privilégio. Como pai que sou, sempre preocupei-me com a saúde integral dos meus filhos. Isso porque não basta termos filhos fisicamente saudáveis, por um lado, e espiritual e emocionalmente doentes, por outro.
A Bíblia nos diz que os filhos são como flechas nas mãos do guerreiro, que é o pai (Sl 127.4). Se o pai é o guerreiro, o destino das flechas (filhos) está em suas mãos. Os pais que exercem essa missão com consciência jamais negligenciam o cuidado que devem ter com cada filho.
Um escritor desconhecido expressou o poder da influência que os pais exercem sobre as crianças, determinando o seu destino:
• Se uma criança vive com críticas, aprenderá a condenar.
• Se uma criança vive com segurança, aprenderá a ter fé em si mesma.
• Se uma criança vive com hostilidade, aprenderá a ser hostil.
• Se uma criança vive com aceitação, aprenderá a amar.
• Se uma criança vive com medo, aprenderá a ser apreensiva.
• Se uma criança vive com reconhecimento, aprenderá a ter uma meta.
• Se uma criança vive com aprovação, aprenderá a gostar de si mesma.
• Se uma criança vive com ciúme, aprenderá a sentir-se culpada.
• Se uma criança vive com amizade, aprenderá que o mundo pode ser melhor para se viver.
Repensar a família a partir do exercício da paternidade e maternidade responsável é reconhecer que mais importante do que deixar uma herança é deixar um legado para a próxima geração. Vamos refletir sobre 21 dicas que podem nos ajudar a ser um pai ideal.
Referência: (1) Luft, Lya, Perdas e Ganhos, Ed. Record, 2003, Rio de Janeiro, RJ, p.26.
pauladamas | Março 25, 2013 ás 12:25 pm | Categorias: Colunistas | URL:http://wp.me/p1RNj5-7EZ


sexta-feira, 22 de março de 2013

Está provado que as novelas moldam a moral brasileira.


Está provado que as novelas moldam a moral brasileira.
Muitos brasileiros já sabem pelo menos o nome da recente novela das 21hs. E não foi preciso completar a frase com “da globo”, para que o leitor pensasse: “Salve Jorge” (coitado de São Jorge).
A Rede Globo, historicamente a maior produtora de novelas diárias da televisão brasileira, tem índices altíssimos de audiência nos horários correspondentes a tais novelas, de modo especial aquelas que atingem um grande público e fazem mais sucesso, como a penúltima história das 21hs, “Avenida Brasil” em que, só para lembrar, a vilã imoral e perversa aparecia como uma católica ativa para disfarçar sua real personalidade.
Justamente pela hegemonia da Rede Globo na produção de telenovelas, ela tem um papel fundamental nas questões abordadas sutilmente nas tramas que, aos poucos, começam a integrar tendências, mentalidade e comportamento dos brasileiros. Vale ressaltar o papel de Dias Gomes, auto-declarado militante de esquerda, que em seu livro “Apenas um subversivo” afirmou várias vezes sua intenção de escrever tramas que disseminassem ideais que são abertamente anti-cristãos. Vejam só o que ele escreveu a respeito de suas novelas:
“Iniciava Verão Vermelho, ambientada na Bahia, entre coronéis,
jagunços, capoeiristas e poetas populares,  e abordando tema até
então tabu entre nós, o divórcio – p. 258″ 
Verão Vermelho foi exibida em 1969.
“”Iniciei Assim na Terra como no Céu, uma critica bem
humorada ao estilo de vida ipanemense, com seus boas-vidas
e seus cafajestes, e também abordando outro tema polêmico,
o celibato dos padres”

-p.258 – Esta novela foi ao ar em 1970
‘Eu prometo’(de 1984) com a ajuda de uma jovem escritora em início
de carreira, Glória Perez “- 
p. 319 – Podemos perceber com quem
Glória Perez aprendeu a escrever novelas…
Essas considerações não são especulações, ou pré-conceitos daqueles que não se interessam pelas histórias retratadas nas telenovelas há mais de 40 anos. Mas sim resultados de uma pesquisa coordenada por um economista do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Alberto Chong, que demonstra a capacidade das telenovelas em interferir diretamente em questões morais fundamentais da família, no caso específico desta pesquisa: fertilidade e divórcio.
Já em 1970 a Globo investia fortemente em tratar de temas diretamente anti-cristãos, como foi o caso de "Malu Mulher", que abordava divórcio, baixo índice de fertilidade e aborto.
“Percebemos que, quando a protagonista de uma novela era divorciada ou não era casada, a taxa de divórcio aumentava, em média, 0,1 ponto porcentual.”
O seriado “Malu Mulher”, que também está nas tramas analisadas pela pesquisa, é um exemplo claro da pretensão dos roteiros em moldar a opinião pública. Malu, personagem principal vivida por Regina Duarte, era uma socióloga divorciada que vive “os dramas” da mulher moderna. Segundo a própria descrição da rede Globo: “O seriado discutia as relações entre homem e mulher; as dificuldades da vida conjugal e da vida profissional; a educação dos filhos; e o conflito de gerações, questões até então inéditas na televisão brasileira. O seriado debatia ainda a condição da mulher emancipada que, diante de uma liberdade recém-conquistada, queria assumir responsabilidades sem precisar se submeter à figura do marido.”
E vejam só quais temas já apareciam na telinha da Globo, em 1970, numa época em que a sociedade brasileira estava muito mais pronta para se defender dos ataques da esquerda e do relativismo que crescia acentuadamente desde maio de 68:
(…) Na segunda temporada, Malu reaparece mais madura e ajustada. Tem um emprego fixo em um instituto de pesquisa, um carro em bom estado, as prestações do apartamento quitadas e uma empregada. Ela começa, então, a pensar em recomeçar sua vida afetiva. O seriado continua falando de temas considerados tabus na época, como virgindade, orgasmo e aborto.” 
Fonte: http://memoriaglobo.globo.com/Memoriaglobo/0,27723,GYN0-5273-249902,00.html
Será tudo uma simples coincidência?
Pesquisas demonstram como novelas moldam a sociedade brasileira.
Foram realizados dois estudos com base em 115 novelas exibidas às 19hs e às 20hs, pela Rede Globo, entre 1965 e 1999, sendo a primeira “Rosinha do Sobrado” e a última “Vila Madalena”.
Os estudos: Novelas e fertilidade: evidências do Brasil (2008) e Televisão e divórcio: evidências de novelas brasileiras (2009)indicam que o índice de fertilidade diminuiu drasticamente de 1970 até 2000 em locais onde o sinal da emissora chegava sem problemas: “a taxa total de fecundidade foi de 6,3 em 1960, 5,8 em 1970, 4,4 em 1980, 2,9 em 1991 e 2,3 em 2000”  uma queda de mais de 50% em 40 anos, sendo que esses números continuam caindo, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Fonte: http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=2240&id_pagina=1:
Esses números, como demonstra a pesquisa, convergem com a insistência dos autores em criar histórias nas quais as protagonistas são mulheres bem sucedidas, pois são independentes, podem trabalhar e, por isso, não querem ser mães, não se prendem a sua casa e ao “companheiro”. Esse tipo de personagem aparece constantemente nas novelas da rede globo.
Na recente novela das 18hs, "Lado a Lado", o divórcio era um dos temas chaves da trama.
Desse modo, segundo o censo de 2010, “a taxa de fecundidade (número médio de filhos que teria uma mulher ao final do seu período fértil) caiu de 6,16 em 1940 para 1,90 em 2010, portanto, abaixo do nível de reposição, que é de 2,10 filhos por mulher.” Isso significa que, atualmente, e cada vez mais rápido, a quantidade de crianças que nasce não é suficiente para manter a população estável.
Fonte: http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=2240&id_pagina=1
Além disso, nos lugares onde se captava o sinal da emissora, aumentava o número de divórcios. Menos filhos, mais separações: eis a ideia de família que se constrói a partir das novelas.
Em uma entrevista a Época, Alberto Chong, quando questionado sobre a influência das novelas em relação ao aumento do número de divórcios, respondeu: “Estima-se que as taxas aumentaram de 3,3 em cada cem casamentos em 1984 para 17,7 em 2002, mais do que em qualquer outro país latino-americano [...] Nosso estudo avança na hipótese de que os valores da televisão, mais precisamente das novelas, contribuíram de fato para esse aumento, principalmente a partir do momento em que no Brasil há um alcance desse tipo de programa como em nenhum outro país. A novela é, de longe, a maior atração da TV e é veiculada pela Rede Globo, que tem mantido um domínio quase absoluto do setor por cerca de três décadas. Percebemos que, quando a protagonista de uma novela era divorciada ou não era casada, a taxa de divórcio aumentava, em média, 0,1 ponto porcentual.”
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI26593-15295,00-ALBERTO+CHONG+AS+TELENOVELAS+MOLDARAM+O+BRASIL.html
A ofensa direta aos cristãos e a aceitação do público
Isso sem contar as novelas que abordam temas de âmbitos gerais e religiosos para não parecerem totalmente antagônicas e deturpadoras como foi o caso de “América”, em que se mostravam imagens de Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora de Guadalupe ao mesmo tempo em que uma personagem da novela, evangélica, era uma promíscua disfarçada. Além disso, abordava-se, mais uma vez, um casal homossexual que gerou polêmica e curiosidade do povo sobre a possibilidade de um primeiro beijo no horário nobre.
Em América, de Glória Perez, Nossa Senhora Aparecida aparecia em muitas cenas, ao mesmo tempo em que a novela abordava temas anti-cristãos.
“Provado pelos dois estudos e pelos olhos de qualquer cidadão que observe os vínculos de uma noveleira de plantão, não há dúvidas de que as novelas cumprem papel exclusivo na construção da mentalidade do povo brasileiro.”
As novelas moldam a moralidade, geram tendências sociais e nada está errado? Será que ninguém parou para pensar que tanto os autores quanto o canal da televisão podem abordar temáticas morais do modo como eles bem entenderem?
Os autores se servem de realidades particulares e cotidianas para sensibilizar o público e depois, quando veem boa aceitação das histórias, direcionam as ações das personagens para o que querem que seja aceito, seja bem visto, polemizado e comentado pelo público geral.”
A implantação do ideais homossexuais através das novelas
Passemos, então, para uma análise dessa realidade. Além da fertilidade e do divórcio abordados na pesquisa do Banco Interamericano, outro assunto está em destaque, cada vez mais acentuadamente, nas novelas da Globo: o homossexualismo. E não é de hoje.
Desde a década de 90, em novelas como “Suave Veneno” e “Torre de Babel” o tema é explorado sutil e constantemente pelos autores que perdem, a cada nova roupagem, os limites e a ousadia nas cenas.
Nova agressão moral já está para sair
E, para este ano de 2013, a nova novela do horário nobre, com previsão para estrear no fim do semestre, irá falar sobre a história de dois homens que vivem como um “casal” e que tem uma filha, num triângulo amoroso em que um deles se apaixona por uma mulher, segundo a imprensa diária. Walcyr Carrasco, o autor dessa novela, estaria buscando explorar o tema da bissexualidade que é pouco tratado em novelas. (Como se fosse um comportamento moral exemplar e fundamental e não mais uma conduta imoral. Para ele deve essa conduta ser absolvida pelo povo, do mesmo modo como fizeram com a fertilidade, o divórcio, o homossexualismo, a poligamia…)
Essa constatação é reconhecida também por líderes do movimento LGBT, como salientou o próprio deputado federal Jean Williams: Nós entendemos que a telenovela faz parte das práticas de significação e dos sistemas simbólicos por meio dos quais os sentidos são produzidos e os sujeitos são posicionados, ou melhor, entendemos que a telenovela é representação, e como toda representação, ela não apenas reproduz a realidade, mas também a produz, isto é, desencadeia (re)ações entre os telespectadores. Por isso, não a descartamos.”Fonte: http://www.diplomatique.org.br/artigo.php?id=1326
É interessante, contudo, notar que as novelas exploram características fundamentais da sensibilidade humana, apelam para aspectos nos quais os homens se envolvem naturalmente, tais como: justiça, amor e liberdade.
Assim, é muito mais fácil conquistar o interesse e a curiosidade do telespectador com as tramas. Entretanto, os autores sabem direitinho como perverter esses valores humanos, transformando-os em justificativas para legitimar o liberalismo (i)moral que reaparece em todos os personagens principais: “o importante é ser feliz e ninguém pode julgar os seus atos”. Desde que o personagem não maltrate os outros, nem os animais e nem ligue para bens materiais, pode fazer tudo que quiser.
Daí, consequentemente, a personagem que influencia milhares de pessoas pode passar por cima de si mesmo, de sua integridade, daquilo que seus pais lhe ensinaram, e da sua própria consciência do que é certo ou errado. Trocando em miúdos: a perversão total da ideia de família.
E, é claro, aqueles que buscam defender os verdadeiros valores e princípios morais e éticos, são os vilões hipócritas e frustados que reportam aos outros sua infelicidade (tenho certeza que até aqui o leitor já pode identificar dezenas de personagens das novelas que se lembra ao longo de sua vida).
Quer um exemplo? Quais personagens que se posicionaram contra a união homossexual foram mocinhos nas tramas?  Nenhum. São sempre os vilões preconceituosos que não admitem a felicidade alheia ou pessoas desinformadas que, aos poucos, são conquistadas pelas personagens e passam a aceitar a história de “amor” e “superação” do “casal”. Sempre a mesma coisa…
Ao mesmo tempo, o padre babão e interesseiro, o seminarista homossexual que tem medo de se assumir, a beata fofoqueira e a religiosa pervertida que são constantemente retratados, sempre ridicularizados, são meramente o “retrato da sociedade” e não há nada de preconceituoso, claro que não!
"Mulheres apaixonadas", 2003, Estela seduzia Padre Pedro e no fim da trama os dois ficaram juntos.
Quem são, na realidade, os preconceituosos?
Neste caso, nenhum autor muito atento às minorias, aos direitos e às liberdades humanas está preocupado, não é? Seria interessante saber se esses autores que tanto falam sobre religiosos conhecem, de verdade, as obras de religiosos, os trabalhos de comunidades inteiras e a vida de devoção de milhares de pessoas…
Em relação a esses insultos à religião, principalmente ao cristianismo, aponta, sutilmente, Chong: “Há, de forma recorrente, a crítica à religião, ao machismo e ao consumo de luxo e a ideia de que a riqueza e o poder não trazem felicidade. A família está no centro dessas transformações.”
Se fosse recorrente uma crítica ao homossexualismo, ao ateísmo e ao desarmamento, com certeza, todos estariam muito preocupados com os direitos humanos e cobririam as novelas de críticas.
Personagens Católicas que apareciam como frustadas e hipócritas. "Gabriela" - 2012.
Vale lembrar, contudo, que o autor da próxima trama das 21h que abordará o tema da bissexualidade, se declara católico. Foi ele quem escreveu “A Padroeira”, em 2001, mas também “Alma Gêmea” em que a história principal se baseava em torno do espiritismo. Não hesita em colocar padres corruptos em suas tramas nem em tratar de questões que vão diretamente contra a Igreja Católica.
A subversão
Os autores se servem de realidades particulares e cotidianas para sensibilizar o público e depois, quando veem boa aceitação das histórias, direcionam as ações das personagens para o que querem que seja aceito, seja bem visto, polemizado e comentado pelo público geral. Foi exatamente assim, por exemplo, que se deu a divulgação maciça da ideia de “homofobia” aberta e direta entre a população, como reconheceu o deputado Jean Williams:
“No que diz respeito à representação de homossexuais mais próxima da realidade dos fatos e a serviços prestados à cidadania LGBT, Insensato coração é a melhor novela já exibida pela Globo. Foi ela que sustentou, na esfera pública, a denúncia dos crimes de ódio contra homossexuais.”Fonte: http://www.diplomatique.org.br/artigo.php?id=1326.
Rodrigo e Hugo, em "Insensato Coração", eram um "casal" e se tornaram ícones da causa homossexual, aparecendo, inclusive, no comercial do "Disque Direitos Humanos" do Governo Federal, na rede Globo.
E assim, há mais de 40 anos, os autores das novelas conseguem criar novas tendências, divulgar outras já existentes e moldar a moralidade, a opinião e o comportamento de milhões de brasileiros, diariamente.E claro, quanto aos telespectadores, quando perguntados sobre as influências das novelas em suas vidas, geralmente consideram que não seguem novelas e não dão importância ao que elas tratam, que sabem que é ficção. Mas, enquanto isso, reproduzem fielmente tendências e ideias divulgadas pelas histórias atuais, sistematicamente.
"O Clone", 2001, de Glória Perez bateu recordes de audiência e insinuava o antagonismo entre ciência e religião.
Foi o que aconteceu, por exemplo, com a novela “O Clone”, de Glória Perez, que estreou em 2001 e abordava uma história de amor entre uma mulçumana e um brasileiro. O protagonista, Lucas, foi alvo de um experimentou científico que deu certo e foi clonado. O debate principal da trama era em torno da ciência e da religião e do relativismo cultural, que não coincidentemente, ganhou impulso no início do século XXI.
A novela teve grande repercussão, sendo exibida em outros países,  e a cultura oriental amplamente difundida no Brasil.
Trata-se, pois, de mais um elemento fundamental na revolução cultural que se estabeleceu em todo o mundo, que devagar e constantemente, entra no seio de cada família e destrói por dentro aquilo que deveria ser a principal defesa de um verdadeiro cidadão de bem.
Se você não quer que sua família seja diretamente agredida, se você não aceita que os interesses de um grupo que não representa a família brasileira sejam continuadamente repetidos e aceitos passivamente por pessoas que zelam pelos verdadeiros valores familiares, você não pode se prestar a este papel.
Por mais que a situação seja grave e que a manipulação de tendências morais seja cada vez maior por meio de novelas, ainda há tempo de manifestarmos nossa total resistência a essa nova trama da Globo, que tem previsão para estrear no final de maio.
Veja aqui o que você pode fazer:
Demonstre sua indignação a essa proposta.
A mensagem é simples e rápida, não deixe de enviar. São 2 minutos do seu tempo que podem proteger gerações inteiras contra esses atentados diretos à moral do povo brasileiro.
1- Copie a mensagem abaixo:
“Quero que a nova novela das 21h, da rede Globo, de Walcyr Carrasco, não exiba um casal homossexual como uma família e o tema da bissexualidade. Isso é uma afronta direta ao povo e a família brasileira e minha família não aceitará essa imoralidade dentro de nossa casa. Já adiantamos total boicote à novela, caso insistam com essas personagens.”
2- Cole a mensagem e envie à Rede Globo de televisão, através do botão abaixo:
3 -Ou ligue para o atendimento da Rede Globo: 400-22-884 e faça seu protesto.
Não deixe de cuidar do futuro de nosso país. Pois há muito tempo as famílias cristãs já deixaram de defender seus reais interesses e vemos hoje o que isso resultou. As pesquisas, a longo prazo, mostram o quanto as novelas influenciam comportamentos e isso está acontecendo cada vez mais abertamente, sendo usada para a deturpação da família.
Referências:

Fonte: http://ipco.org.br/home/noticias/novelas-a-educacao-de-sua-familia-feita-por-uma-rede-de-televisao