quinta-feira, 31 de outubro de 2013

(IDEOLOGIA DE GÊNERO E DIVERSIDADE) - AFA informa que a pedofilia foi oficialmente classificada como orientação sexual

AFA informa que a pedofilia foi oficialmente classificada como orientação sexual

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(IDEOLOGIA DE GÊNERO E DIVERSIDADE) - Cristãos revoltados após pedofilia ser oficialmente aceita como “opção sexual”

(IDEOLOGIA DE GÊNERO E DIVERSIDADE) - Cristãos revoltados após pedofilia ser oficialmente aceita como “opção sexual”

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Após proibir palmadas, Suécia sofre com geração de crianças mimadas


A proibição das punições físicas a crianças foi incorporada ao código penal da Suécia em 1979

A Suécia, primeira nação do mundo a proibir as palmadas na educação das crianças, se pergunta agora se não foi longe demais e criou uma geração de pequenos tiranos.

Marie Märestad (dir.) e seu marido concedem entrevista à agência AFP em outubro
"De uma certa forma, as crianças na Suécia são extremamente mal educadas", afirma à AFP David Eberhard, psiquiatra e pai de seis filhos. "Eles gritam quando adultos conversam à mesa, interrompem as conversas sem parar e exigem o mesmo tratamento que os adultos", ressalta.
O livro "Como as crianças chegaram ao poder", escrito por Eberhard, explica porque a proibição das punições físicas - incorporada de forma pioneira ao código penal da Suécia em 1979 - levou, pouco a pouco, a uma interdição de qualquer forma de correção das crianças.
"É óbvio que é preciso escutar as crianças, mas na Suécia isso já foi longe demais. São elas que decidem tudo nas famílias: quando ir para a cama, o que comer, para onde ir nas férias, até qual canal de televisão assistir", avalia ele, considerando que as crianças suecas são mal preparadas para a vida adulta.
"Nós vemos muitos jovens que estão decepcionados com a vida: suas expectativas são muito altas e a vida se mostra mais difícil do que o esperado por eles. Isso se manifesta em distúrbios de ansiedade e gestos de autodestruição, que aumentaram de maneira espetacular na Suécia", diz o psiquiatra.
Suas teses são contestadas por outros especialistas, como o terapeuta familiar Martin Forster, que sustenta que, numa escala mundial, as crianças suecas estão entre as mais felizes. "A Suécia se inspirou sobretudo na ideia de que as crianças deveriam ser ouvidas e colocadas no centro das preocupações", afirma Forster. Segundo ele, "o fato de as crianças decidirem muitas coisas é uma questão de valores. Pontos de vista diferentes sobre a educação e a infância geram culturas diferentes".
O debate sobre o mau comportamento das crianças surge regularmente nas discussões sobre a escola, onde os problemas de socialização ficam mais evidente. 
O comportamento das filhas levou o casal Märestad a procurar aconselhamento
No início de outubro, o jornalista Ola Olofsson relatou seu espanto após ter ido à sala de aula de sua filha. "Dois garotos se xingavam, e eu não fazia ideia de que com apenas 7 anos de idade era possível conhecer aquelas palavras. Quando eu tentei intervir, eles me insultaram e me disseram para eu ir cuidar da minha vida", conta à AFP.
Quase 800 internautas comentaram a crônica de Olofsson. Entre os leitores, um professor de escola primária relatou sua rotina ao passar tarefas a alunos de 4 e 5 anos: "Você acha que eu quero fazer isso?", disse um dos alunos. "Outro dia uma criança de quatro anos cuspiu na minha cara quando eu pedi para que ela parasse de subir nas prateleiras".
Após um estudo de 2010 sobre o bem estar das crianças, o governo sueco ofereceu aos pais em dificuldade um curso de educação chamado "Todas as crianças no centro". Sua filosofia: "laços sólidos entre pais e filhos são a base de uma educação harmoniosa de indivíduos confiantes e independentes na idade adulta".
Um de seus principais ensinamentos é que a punição não garante um bom comportamento a longo prazo, e que estabelecer limites que não devem ser ultrapassados, sob pena de punição, nem sempre é uma panaceia.
"Os pais são instruídos a adotar o ponto de vista da criança. Se nós queremos que ela coopere, a melhor forma de se obter isso é ter uma relação estreita", afirma a psicóloga Kajsa Lönn-Rhodin, uma das criadoras do curso governamental. "Eu acredito que é muito mais grave quando as crianças são mal-tratadas (...), quando elas recebem uma educação brutal", avalia.
Marie Märestad e o marido, pais de duas meninas, fizeram o curso em 2012, num momento em que eles não conseguiam mais controlar as crianças à mesa. "Nós descobrimos que provocávamos nelas muitas incertezas, que elas brigavam muito (...) Nós tínhamos muitas brigas pela manhã, na hora de colocar a roupa para sair", relembra essa mãe de 39 anos. "Nossa filha caçula fazia um escândalo e nada dava certo (...) Nós passamos por momentos muito difíceis, até decidirmos que seria bom se ouvíssemos especialistas, conselheiros", conta Märestad, que é personal trainer em Estocolmo.
O curso a ajudou a "não lutar em todas as frentes de batalha" e a dialogar melhor. Mas para ela, as crianças dominam a maior parte dos lares suecos. "Nós observamos muito isso nas famílias de nossos amigos, onde são as crianças que comandam".
Segundo Hugo Lagercrantz, professor de pediatria na universidade Karolinska, de Estocolmo, a forte adesão dos suecos aos valores de democracia e igualdade levou muitos a almejarem uma relação de igual para igual com seus filhos. "Os pais tentam ser muito democráticos (...) Eles deveriam se comportar como pais e tomar decisões, e não tentarem ser simpáticos o tempo todo", diz Lagercrantz.
Ele vê, contudo, algumas vantagens nesse estilo de educação. "As crianças suecas são muito francas e sabem expressar seu ponto de vista", afirma. "A Suécia não valoriza a hierarquia e, de uma certa forma, isso é bom. Sem dúvida, esta é uma das razões pelas quais o país está relativamente bem do ponto de vista econômico".
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Governo sueco toma criança de família que educa em casa

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

As Crianças de Hoje em Dia

As Crianças de Hoje em Dia

 

R. C. Sproul Jr.

Dr. R.C. Sproul Jr. é o fundador do Ministério Highlands e professor parceiro do Ministério Ligonier. Ele é autor do livro e séries Believing God e professor no documentário Economics Has Consequences.

Há uma coisa curiosa sobre a decadência moral — ela pode acontecer bem lentamente. O fato não é que você irá tornar-se rapidamente imoral, se você não tiver freios morais, mas sim que você irá tornar-se imoral um dia. A decadência moral que acontece lentamente é tão prejudicial quanto aquela que acontece de forma rápida.

Considere a música que os nossos filhos ouvem. Estou quase certo de que meus avós ficaram bastante preocupados com os seus filhos quando dançaram o que hoje consideramos a música "positivamente limpa" de Elvis. Entre as gerações, vieram os Beatles, que tocavam vestidos em ternos e cujos cabelos estilo moptop eram mais de malandros que de rebeldes. No momento em que eu liguei o rádio, meus pais se opuseram às letras sugestivas doAerosmith ou Red Hot Chili Peppers. Atualmente, não há mais nenhuma música sugestiva, porque "sugestivo" implica uma medida de sutileza.

Chegamos aqui não porque dormimos durante a travessia do Rubicão 1. Ao contrário, insistimos que, porque os nossos avós se opuseram desnecessariamente (em comparação aos nossos pais), nossos pais devem ter se oposto desnecessariamente (contra nós) e, portanto, precisaríamos recusar a nos opor desnecessariamente aos nossos filhos, sabendo que os filhos deles serão muito piores. Chegamos ao ponto de esperar e aceitar a rebeldia— através da música e a rebeldia moral— como parte normal do crescimento. Alguns pais começam até a se preocupar quando seus filhos não se rebelam.

Tudo isso é prova de que, mesmo na igreja, nós aceitamos mais sugestões da cultura do mundo do que da Palavra de Deus. Tire um momento e busque em sua concordância bíblica a palavra adolescente. Tente a palavra adolescência. Pesquise por lacuna entre gerações. Veja se você consegue encontrar cultura jovem. Nem as palavras, nem os conceitos estão ali. Elas não são categorias bíblicas. Esses elementos destrutivos comuns em nossos lares devem nos sugerir que estamos fazendo algo de errado.

No entanto, reprimir não é o suficiente. Ou seja, não foi mera permissividade que nos colocou nesta confusão. O problema é mais profundo. Não é que não estamos lidando da forma correta com os jovens, mas é que ainda admitimos a existência da juventude. A Bíblia reconhece com alegria a realidade das crianças. Afirma a existência dos adultos. O que ela não faz é aceitar algo entre eles.

A Bíblia, em nenhum lugar, afirma a existência de uma cultura jovem, porque, em toda ela, somos encorajados a abraçar uma cultura diferente – aquela do Reino de Deus. Quando Paulo nos exorta a criar nossos filhos na instrução e admoestação do Senhor (Efésios 6:1), a raiz da palavra grega instrução, traduzida em nossas Bíblias, é paideia. Ela comunica a noção de cultura. Isso inclui convicções compartilhadas, linguagem compartilhada e hábitos do coração compartilhados.

Quando os meus filhos mais velhos ainda eram pequenos, minha esposa e eu trabalhamos para nos certificar de que a identidade deles estava em Cristo, em nossa identidade compartilhada como família que, como a de Josué antes de nós, serviria ao Senhor. Eu incuti isso em meus filhos, em parte, através de algumas liturgias familiares básicas. Enquanto Hollywood e Madison Avenuebuscavam que minha filha visse a si mesma em conformidade com o seu grupo social, eu queria que ela visse a si mesma à luz de seu Salvador. Então, ensinei a ela, quando eu perguntava o seu nome, essa pergunta - resposta: Eu—"Darby, quem são os Sprouls?". Darby—"Os Sprouls são livres". Eu—"E a quem os Sprouls servem?". Darby—"Os Sprouls servem ao Rei Jesus". Eu—"A quem os Sprouls temem?". Darby—"Os Sprouls não temem homem nenhum; os Sprouls temem a Deus".

Darby não é mais uma menininha, e um dia provavelmente não será mais umaSproul. Mas, de fato, a minha filha é uma flecha na minha aljava. Porque a sua identidade está em Cristo e não em seu grupinho social, ela gasta menos tempo andando no shopping e mais tempo proclamando Jesus do lado de fora da clínica de aborto da nossa cidade. Porque a sua identidade está em Cristo, ela vê seu pai não como um velho rabugento, mas como o homem que a ama plenamente. Ela está ligada ao princípio de buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça, porque essa é a nossa vocação.

Talvez o que há de mais lindo em minha filha é que ela não só serve, mas também ama o seu pai, seu irmão, suas irmãzinhas e seus dois irmãos menores, que têm sete e três anos de idade. Ela interage com alegria com jovens e idosos, porque ela ama todos os santos e não apenas aqueles que compartilham seu senso para moda ou gosto musical.

Nathan Hatch uma vez expôs a infiltração de ideais americanos peculiares na igreja em seu grande livro "The Democratization of American Christianity" [A Democratização do Cristianismo Americano]. Em nossos dias, estamos testemunhando a divisão demográfica do cristianismo americano. Na melhor das hipóteses, estabelecemos programas com base na idade, sexo e situação de vida. Na pior das hipóteses, temos uma igreja sob medida para fãs de música country e Mountain Dew em um lugar, e uma igreja sob medida para os fãs de jazz e Starbucks em outro lugar. Estamos dividindo o que Cristo uniu, somos os Coríntios, só que nós dividimos a igreja pelo gosto e não pela renda.
Jesus, no entanto, faz de muitos um. Nós somos uma família, um pão, um só corpo, uma cultura, um amor. Será que a cultura do mundo seria capaz de dizer sobre a nossa cultura: "Oh, como eles se amam"?

- N do E: Atravessar o Rubicão significa tomar uma decisão arriscada, de maneira irrevogável. Esse termo é uma referência ao evento ocorrido na história romana, em 49 a.C., quando o imperador Julio César levou seus soldados a atravessarem o Rio Rubicão, situado ao norte da Itália, em perseguição a Pompeu, violando, assim, a lei da época que proibia essa travessia por qualquer autoridade romana acompanhada de sua tropa, já que isso poderia representar riscos ao poder central do império romano.

www.ministeriofiel.com.br
www.ligonier.org




O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

Data: 08/08/2013
Categoria: Sem Categoria

fonte: http://www.ministeriofiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=511


quarta-feira, 10 de julho de 2013

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Sexo antes do casamento, toques, masturbação e pornografia… É Pecado?

Sexo antes do casamento, toques, masturbação e pornografia… É Pecado?

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http://namorocalvinista.blogspot.com.br/2013/05/sexo-antes-do-casamento-toques.html

(VÍDEO) - O Partido Calvinista condena a prática homossexualista e as "políticas públicas esquerdistas" para homossexualizar a sociedade. Os petistas são os principais protagonistas na imoralização e anarquização dos indivíduos e da famílias. Valores cristãos não coadunam com alianças petistas e esquerdistas.

(VÍDEO) - O Partido Calvinista condena a prática homossexualista e as "políticas públicas esquerdistas" para homossexualizar a sociedade. Os petistas são os principais protagonistas na imoralização e anarquização dos indivíduos e da famílias. Valores cristãos não coadunam com alianças petistas e esquerdistas.

Clique no link abaixo para acessar o vídeo:http://partidocalvinista.blogspot.com.br/2013/05/o-partido-calvinista-condena-pratica.html

(VÍDEO) - Estratégia dos Esquerdistas, Socialistas, Petistas e Social-Democratas para IMBECILIZAR as nossas crianças através da "filosofia e metodologia construtivista".

(VÍDEO) - Estratégia dos Esquerdistas, Socialistas, Petistas e Social-Democratas para IMBECILIZAR as nossas crianças através da "filosofia e metodologia construtivista".

Clique no link abaixo para acessar o vídeo:
http://psceducacao.blogspot.com.br/2013/05/estrategia-dos-esquerdistas-socialistas.html

(VÍDEO) - Música contra o pecado e depravação do homossexualismo! Querem processar o cantor!

(VÍDEO) - Música contra o pecado e depravação do homossexualismo! Querem processar o cantor!

Clique no link abaixo para assistir o vídeo:
http://familiacalvinista.blogspot.com.br/2013/05/video-musica-contra-o-pecado-e.html

sábado, 18 de maio de 2013

Daniela cantará na Parada Gay (subsidiada pelos impostos dos Cristãos, Católicos, Evangélicos e Pessoas de Bem), e quer prisão para homofóbicos. - O Espírito Intolerante dos Homossexuais é mais violento e cruel que o NAZISMO. Cristãos, Católicos, Evangélicos e Pessoas de Bem que acreditam que o Homossexualismo é Pecado serão os futuros habitantes de Presídios.

Daniela cantará na Parada Gay (subsidiada pelos impostos dos Cristãos, Católicos, Evangélicos e Pessoas de Bem), e quer prisão para homofóbicos. - O Espírito Intolerante dos Homossexuais é mais violento e cruel que o NAZISMO. Cristãos, Católicos, Evangélicos e Pessoas de Bem que acreditam que o Homossexualismo é Pecado serão os futuros habitantes de Presídios. 

Clique no link abaixo para verificar a aberração e sofisma moral:
http://intoleranciahomossexual.blogspot.com.br/2013/05/daniela-mercury-quer-prisao-para.html

quarta-feira, 15 de maio de 2013

terça-feira, 14 de maio de 2013

O direito inalienável da necessidade de um PAI e de uma MÃE. Uma ameaça aos direitos das crianças - Entenda porque a adoção por pares homossexuais é um risco ao desenvolvimento das crianças

Uma ameaça aos direitos das crianças
 
Entenda porque a adoção por pares homossexuais é um risco ao desenvolvimento das crianças
 

O acalorado debate a respeito da adoção de crianças por pares homossexuais é, muitas vezes, conduzido para a área da argumentação emocional. Tal atitude é altamente prejudicial ao discernimento da questão, pois corre-se o perigo de não analisar o problema sob uma ótica objetiva, mas ideológica. Neste sentido, nada melhor que introduzir nessa polêmica uma interlocutora de peso e que fala com conhecimento de causa: Dawn Stefanowicz, a canadense que foi criada durante vários anos por pais homossexuais e hoje faz palestras a favor do matrimônio entre um homem e uma mulher.

Dawn Stefanowicz é autora de "Out from under: The Impact of Homosexual Parenting", livro em que conta sua experiência do tempo em que foi criada pelo pai, um homem com hábitos dissolutos. Segundo ela, o pai mantinha relacionamentos sexuais com outros homens mesmo antes da morte da mãe. Ao se tornar viúvo, entregou-se de vez à vida lasciva, trocando rotineiramente de parceiros, expondo a então criança à situações traumáticas. Após ter contraído o vírus da AIDS, faleceu em decorrência da doença no ano de 1991.

Contra as propostas de legitimação da adoção por homossexuais, Dawn Stefanowicz argumenta que o lar homossexual não é adequado para a educação de uma criança, pois nele, ela não aprendeu "a respeitar a moralidade, a autoridade, o matrimônio e o amor paternal". Referenciais que são imprescindíveis para a formação humana de todo indivíduo. Ela ainda acrescenta que "as crianças necessitam de limites e expressões de carinho consistentes e apropriadas em casa e na comunidade, e que não sejam sexualizadas". Prossegue dizendo que "os direitos humanos servem para proteger o indivíduo, não grupos, e neste debate crucial, os direitos das crianças estão se tornando secundários, ignorados e negados".

A quais direitos ela se refere? O que é muitas vezes apresentado como mote da campanha pela adoção por homossexuais é a possível felicidade que esses pares poderiam oferecer a essas crianças. Não se nega aqui essa possibilidade e a capacidade de afeto das pessoas com tendências homossexuais. Todavia, quando se fala em adoção fala-se no direito da criança em primeiro lugar, e esse direito inalienável fundamenta-se na necessidade de um pai e de uma mãe. Quando se negligencia essa questão equipara-se a adoção de crianças à adoção de um mascote qualquer.

Ora, se o direito da criança não se baseia no de ter uma família, mas "criadores", qualquer um que quiser e desejar adotar terá como fazê-lo, seja um homem, uma mulher, um grupo, uma dupla, etc.
Isso constitui uma verdadeira violência à criança, pois vale-se da sua fragilidade psicológica para introduzi-la num ambiente que, de per si, não é adequado e saudável ao seu desenvolvimento enquanto pessoa humana. Essa sentença foi recordada também pelo Cardeal Joseph Ratzinger num documento de 2003 da Congregação para Doutrina da Fé, a respeito das propostas de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais.

Todos aqueles que são órfãos de pai ou de mãe são testemunhas da falta que um desses entes faz no círculo familiar. Isso ocorre por um questão natural, já que o ser humano provém de uma relação sexual entre um homem e uma mulher. Negar isso é negar o óbvio. Ademais, os ambientes relativos às pessoas homossexuais geralmente estão impregnados de elementos com forte apelo sexual e com uma moral extremamente permissiva. É de conhecimento público que a chamada cultura gay defende uma postura sexual liberal. Não significa que todas as pessoas criadas por homossexuais serão homossexuais, mas que estarão submetidas inegavelmente a uma cultura que as influenciará, assim como alguém exposto constantemente a situações de violência tenderá a reproduzi-las.

Neste sentido, vale a pena ler o vasto estudo da Associação dos Médicos Católicos Norte Americanos, intitulado "Homossexuality and Hope". No Brasil foi publicado pela Editora Quadrante com o título "Perspectivas sobre o homossexualismo". O trabalho revela, entre outras coisas, que "um estudo realizado com mais de 1000 crianças nascidas em Christchurch (Nova Zelândia), a partir de dados coletados ao longo de 25 anos, levou à conclusão de que aos 21 anos a taxa de depressão entre pessoas com tendência homossexual foi quase o dobro da taxa entre pessoas sem essa tendência (71,4% para 38,2%)". Afastando a tese de que isso se deveria ao preconceito ou a opressão social, os dados ainda indicam que esses números se repetem em países onde há mais tolerância e aceitação do homossexualismo.

O Papa Bento XVI, num discurso de Natal à Cúria Romana, denunciou a falsidade da ideologia de gênero baseada naquela famosa sentença de Simone de Beauvoir: "Não se nasce mulher; fazem-na mulher". Com essa teoria, os propugnadores da ideologia de gênero querem propor o absurdo de que a pessoa humana não é constituída pelo seu corpo e natureza, mas pelas suas vontades e paixões. Sendo assim, nada é mais urgente que desmascarar essa ideologia mentirosa, promovendo uma cultura digna para o pleno desenvolvimento das crianças. Elas não são objetos manipuláveis, são seres humanos com dignidade e as primeiras no Reino dos Céus!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

FESTIVAL DE SOFISMAS - Paz e amor diante do rolo compressor gay - Sob patrocínio do Congresso Nacional, militantes homossexualistas realizarão o 10º Seminário LGBT, com o título de “Liberdades, Abram As Asas Sobre Nós — A Liberdade de Crença Em Relação Às Outras Liberdades Individuais.”

FESTIVAL DE SOFISMAS - Paz e amor diante do rolo compressor gay - Sob patrocínio do Congresso Nacional, militantes homossexualistas realizarão o 10º Seminário LGBT, com o título de “Liberdades, Abram As Asas Sobre Nós — A Liberdade de Crença Em Relação Às Outras Liberdades Individuais.”

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http://jornalsaopaulopresbiteriano.blogspot.com.br/2013/05/festival-de-sofismas-paz-e-amor-diante.html

Calados pela diversidade - Dr. Fábio Blanco

Calados pela diversidade - Dr. Fábio Blanco

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Polícia paulista cria o primeiro cadastro de pedófilos do Brasil

Polícia paulista cria o primeiro cadastro de pedófilos do Brasil

A polícia e a sociedade precisam acordar, a pedofilia aumenta a cada a dia, e ela se disfarça através de conceitos acadêmicos do marxismo cultural via militantes esquerdistas e homossexualizantes através do sofisma "intimidade inter-geracional" (Pedofilia Disfarçada). Prof. Luis Cavalcante 

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domingo, 5 de maio de 2013

Introdução ao De Incarnatione Verbi Dei, de Santo Atanásio (ou: Sobre Livros Antigos) por C. S. Lewis

Introdução ao De Incarnatione Verbi Dei, de Santo Atanásio (ou: Sobre Livros Antigos) por C. S. Lewis

Há uma ideia estranha por aí segundo a qual os livros antigos devem ser lidos apenas por profissionais, e o leitor amador deve contentar-se com os livros modernos.

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sábado, 4 de maio de 2013

Escolhe, pois, a família - A importância da luta pela família diante das ideologias anti-cristãs


Escolhe, pois, a família

A importância da luta pela família diante das ideologias anti-cristãs






A questão sobre o "casamento" gay só é polêmica porque a identidade da família está em crise. Isso deve-se, em parte, à militância agressiva dos movimentos LGBTs que, apoiados na grande imprensa, monopolizam o debate público e o transformam num verdadeiro monólogo. Com efeito, as opiniões conflitantes são varridas dos canais de informação, sob os pejorativos de "preconceituosas" ou "homofóbicas". Assim, cria-se a impressão de que falar em defesa da família seja uma atitude fora dos padrões de normalidade. Trata-se de um golpe demagogo pelo qual os movimentos gays conseguiram a hegemonia da classe falante e a introdução de sua agenda nos mais variados campos da sociedade, desde a cultura à educação.
O que a maioria não consegue perceber, no entanto, é a clara intenção de se reconstruir os padrões de vivência através de um controle do comportamento. Ora, para dominar um povo, é preciso obter a hegemonia dos meios de comunicação, propagar uma ideologia apelativa e direcionada à emancipação de um grupo e conseguir a direção do ensino, principalmente das crianças. Boa parte dessas metas já foram atingidas pela elite interessada no controle do comportamento e que usa a causa LGBT como navio quebra-gelo sob muitos aspectos. Uma rápida leitura dos jornais é o suficiente para se ter ideia da gravidade do assunto, sobretudo quando se fala abertamente em educação sexual e distribuição de preservativos nas escolas.
Ativista homossexual e jornalista Masha Gessen
Alguns podem objetar os fatos acusando quem os denuncia de louco ou teórico da conspiração. Bom, neste caso, a solução mais eficaz é dar voz ao próprio movimento gay. Uma ativista homossexual famosa nos Estados Unidos, a jornalista Masha Gessen, revelou recentemente em um programa de rádio que a meta dos defensores do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo é, sim, modificar a instituição familiar, pois ela seria algo que não deveria existir. Para Masha Gessen, "é óbvio que (os homossexuais) devem ter o direito a contrair matrimônio, mas também é óbvio que a instituição do matrimônio não deveria existir… Lutar pelo matrimônio gay, em geral, implica mentir acerca do que vamos fazer com o matrimônio quando chegarmos lá, porque mentimos quando dizemos que a instituição do matrimônio não vai mudar, e isso é uma mentira. A instituição do matrimônio vai mudar, e deve mudar. E de novo, não creio que deveria existir."
Por conseguinte, não é moralmente aceitável a um católico relativizar o problema, ainda mais depois dessa afirmação escandalosa da jornalista Masha Gessen. Afinal de contas, o que se está em jogo não é um direito ou uma lei qualquer na constituição, mas o fundamento da sociedade e a perpetuação do cristianismo nas próximas gerações. A prova cabal de que essa política pró-homossexualismo é uma ameaça à família, à educação das crianças e à fé cristã se tem na Suécia, onde o Estado, através de medidas semelhantes às que se tem proposto no Brasil, praticamente eliminou a religião da cultura e retirou os filhos do convívio familiar.
O escritor G.K. Chesterton já denunciava os efeitos da usurpação do lugar da família pelo Estado no seu livro "Hereges". Segundo Chesterton:
"A grande sociedade é uma sociedade para promoção da limitação. É um mecanismo que visa proteger o indivíduo solitário e sensível da experiência dolorosa e fortalecedora de assumir compromissos humanos. É, no sentido mais literal das palavras, uma sociedade para prevenção da cultura cristã" (Cf. Hereges, p. 172).
Apesar da gravidade do assunto, tamanho é o lobby do movimento gay que, não raras vezes, muitos católicos sentem-se intimidados a contestá-los, ao passo que outros, até mesmo, passam a apoiá-los. O problema é jogado para escanteio, enquanto milhões e milhões de almas são ceifadas, vítimas dessa ideologia voraz que não poupa nem mesmo as crianças. Sob a égide da propaganda midiática e dos milhões dos cofres públicos que caem em suas contas, pisam na moral, ridicularizam a religião, destroem o ensino e serpenteiam as autoridades de maneira aterradora, em busca de leis que legitimem suas perversões e calem aqueles que se opuserem.
Faz-se necessário, portanto, romper essa espiral do silêncio que envergonha a Igreja e joga lama sobre o sacramento santo do matrimônio. Faz-se necessário derrubar a hegemonia da mentira dos meios de comunicação que tentam domesticar a Igreja e impedi-la de anunciar a Verdade do Evangelho. Recobrar a audácia cristã e o destemor dos mártires é tarefa imprescindível nesta luta pela fé e pela família. A altíssima vocação da Igreja de ser uma instância profética dentro da sociedade não pode ser solapada e depende dos cristãos manter vivo esse apostolado.
Neste sentido, os inimigos da família precisam saber que a Igreja não se calará e não permitirá a destruição do fundamento da humanidade. Na batalha pela dignidade do casamento, cabe à Igreja a missão de lembrar que o caminho da felicidade e da salvação só pode ser encontrado nos mandamentos de Deus, não nos do mundo. E isso vale para os jovens, isso vale para os idosos, isso vale para os casais e isso vale também para os homossexuais. Todo aquele que quiser alcançar a salvação deve seguir a regra do sim, sim, não, não. Deve renunciar à pompa do mal!
Portanto, apesar da violência da ideologia gay, o único temor da Igreja é o de não fazer a vontade de seu Senhor. Ideologias, revoluções e movimentos passam, assim como passaram todos os outros que tentaram destruir a fé católica. A Igreja continuará a romper os grilhões da falsidade, anunciando o Evangelho a toda criatura. A Igreja continuará firme na missão de proclamar a Palavra de Deus sem concessões e sem descontos, até os confins do mundo. A Igreja continuará de pé em defesa da família e da dignidade humana, pois somente em um lar devidamente estruturado pode-se encontrar as ferramentas cristãs que conduzem ao céu. Assim, defender a família é defender a vida, mas não qualquer tipo de vida. A luta do cristão é pela vida eterna. Escolhe, pois, a família.
Por: Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Homosexual Activist Admits True Purpose of Battle is to Destroy Marriage

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Mulher narra o drama de ser criada por pai homossexual

Mulher narra o drama de ser criada por pai homossexual


Dawn Stefanowicz
Roma, 12 Dez. 12 / 01:34 pm (ACI/EWTN Noticias).- Com a finalidade de mostrar a influência negativa que as crianças sofrem quando são criadas por pais homossexuais, a canadense Dawn Stefanowicz publicou o livro  “Out from Under: The Impact of Homossexual Parenting”( Fora da escuridão. O impacto da paternidade homossexual), onde narra sua experiência de crescer em um lar com um progenitor gay.

“A pequena Cynthia Dawn -este é seu nome completo- nasceu em Toronto nos anos 60 em umas condições de grave mal-estar familiar e pessoal, em grande parte, ignoradas deliberadamente pelo mundo dos adultos, começando pelos seus professores”, explica um artigo escrito pela neuropsiquiatra infantil Caterina Saccà.

A menina, indicou, “sente-se traída afetivamente por um pai ausente, na busca contínua de relações homossexuais com casais de convivência ou ocasionais, e sem o cuidado adequado de uma mãe que, por sua vez, precisa de ajuda (devido à diabete). Cynthia entra em uma espiral de confusão e vergonha alimentada pela exposição direta e precoce a práticas de natureza explicitamente sexual”.

O texto difundido através da página Web familyandmedia.eu, narra que logo depois de cair em “um estado de destruição da personalidade e da dignidade humana”, Dawn conseguiu na vida adulta reconciliar-se com seu passado “complicado e traumático” graças a anos de terapia “e a profunda fé em Deus”.

“Somente depois da morte do pai -derrotado pela AIDS como muitos dos seus companheiros sexuais- e logo após da morte da mãe; esta mulher convertida com o passar dos anos em esposa e mãe de um menino e uma menina, teve a coragem de tornar pública sua terrível experiência, com o fim de ‘mostrar a todos como as estruturas familiares podem incidir negativamente no desenvolvimento das crianças’”, acrescentou o site.

Atualmente, divulgar seu testemunho se converteu para Dawn Stefanowicz em “uma batalha a favor do bem-estar dos filhos e da importância da famílianatural -instituição natural fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher- e contra a legalização das adoções e das uniões homossexuais”.

Nesse sentido, Saccà esclarece que “qualificar precipitadamente como homófobas, enganosas ou desleais, as argumentações que defendem a paternidade natural, além de ser reducionista, não contribui com elementos significativos de crescimento e de novidade em um debate destinado ao público, na ausência de uma mudança de rumo, para escorregar no pântano dos estéreis combates ideológicos”.

Sobretudo, indicou, a perita tendo em conta resultados como o da recente pesquisa realizada no Reino Unido pela agência ComRes (encomendado pela fundação Catholic Voices), que mostra “como os mesmos gays e transexuais não consideram o matrimônio homossexual uma prioridade”.

“Portanto, em vésperas de decisões destinadas indevidamente a reavivar a polêmica (…), chegam também testemunhos fortes como o de Dawn Stefanowicz, capazes de oferecer elementos concretos para a reflexão sobre a identidade e responsabilidade dos pais de família. São testemunhos que podem, ao menos uma vez, colocar-nos com os pés na terra”, finalizou.

Mais informações sobre o testemunho de Dawn Stefanowicz no site (em inglês):http://www.dawnstefanowicz.org/index.html



Pastores, Divórcio e Novo Casamento - excelente artigo do Rev. Dr. Augustus Nicodemus Lopes (porém, particularmente, no meu íntimo, tenho dificuldade com o segundo casamento não importando os motivos ou as razões - Luis Cavalcante)

Pastores, Divórcio e Novo Casamento - excelente artigo do Rev. Dr. Augustus Nicodemus Lopes (porém, particularmente, no meu íntimo, tenho dificuldade com o segundo casamento não importando os motivos ou as razões - Luis Cavalcante)http://presbiteropresbiteriano.blogspot.com.br/2013/05/pastores-divorcio-e-novo-casamento-por.html

terça-feira, 26 de março de 2013

A esquerda brasileira e o desprezo pela família (É fundamental a resistência das famílias de bem e cristãs combaterem a ideologia esquerdista para o mantermos o ideal da família natural e cristã sempre como um ideal para ser alcançado com a Graça de DEUS).


A esquerda brasileira e o desprezo pela família

João Cruzué
A família? Ora, a família... essa instituição atrasada e desnecessária. Antigamente, a sociedade aceitava a união de um homem com uma mulher com a base de um lar. Hoje, estamos na pós-modernidade e todas as instituições devem ser desconstruídas para dar lugar a novas formas de relacionamentos.
A mulher? A mulher deve ser dona do próprio corpo. Se ela decidir abortar outra mulher, é direito dela.
Os religiosos? No começo é um mal necessário para estabelecer a comunicação com o povo, depois não passam de reacionários.
Os pastores? São todos ladrões e exploradores da fé de “coitadinhos” que só procuram a porta da igreja porque estão em situação de fragilidade.
A virtude? Ora a virtude... É coisa de otários; deve ser a máscara dos lobos e dos espertos.
A corrupção? Viva a corrupção! Os outros também não roubam?
O poder? Para conquistar e manter o poder, toda forma de ação é aceita. Inaceitável é ser um perdedor. De nada vale um perdedor honesto.
Os pobres? Nunca deveriam sair da pobreza, porque no dia que saírem vão deixar de votar no partido do “puder” Quanto mais bolsas-misérias, melhor. Quanto mais dependentes, melhor. Quanto mais ignorantes, melhor!
Sou contra todas essas máximas da dominação.

O perigo do marxismo

É inegável os paradoxos do pensamento marxista-leninista: Que se dane a família. Se possível, desde o início da adolescência os filhos devem ficar sob a tutela do Estado, para crescerem vazios e sem alma e sem solidariedade. A semântica da palavra socialismo ou comunismo é como uma flor de uma planta carnívora cuja beleza externa foi feita para enganar e engodar.
De onde tem vindo todo tipo de ação e maquinação para desconstruir a família em nosso século? Se você analisar de onde elas partem, vai ver que têm apenas uma origem: os políticos dos partidos populares, que no caso do Brasil são PT e outros mais radicais.
Vejo com grande desaprovação o séquito de políticos cristãos misturados no meio dessa gente que não tem nenhum compromisso com a instituição familiar. O trigo nada tem a ver com o joio, ainda que cresçam juntos.  De onde vêm as pressões “modernas” para homens se casarem com homens e mulheres com mulheres? Quem corre apressuradamente para dar apoio a estas ideias? São os chamados governos populares. Essas ideias, por acaso, são de fato modernas? Nunca! É coisa tão velha, que já existia bem antes de Cristo. A Grécia antiga, um dos berços do homossexualismo, caiu em pouco tempo.

Orfanatos e conselhos tutelares

Estive visitando neste mês de março muitas instituições de caridade, por missão do meu trabalho. Estive em asilos, e fiquei sensibilizado. Estive em casas que cuidam de pessoas especiais, e fiquei muito sensibilizado. Mas quando estive nos orfanatos, eu fiquei chocado e emocionado com esses depósitos de crianças. De onde veio isso? De encontros sem amor. De famílias desconstruídas. Da miséria econômica.
Infelizmente o que a sociedade esconde, ou não quer ver, não dá ibope na TV. Mas as consequências de uma família frágil são uma triste realidade nas grandes cidades.
O funcionários públicos chegam, e pelo fato de que os pais não têm as  mínimas condições econômicas, perdem a guarda dos filhos. Os Conselhos Tutelares os entregam ao Estado, e o Estado, que não sabe lidar com isso, lava as mãos amontoando as crianças em orfanatos, que por melhor que sejam administrados, não conseguem dar o amor  necessário nem apagar a tristeza da face de uma criança. Eu ainda não tinha estado em um orfanato. Crianças de seis e sete anos, jururus, dormindo com a cabeça coberta por cobertores, como se quisessem ter uma vida só em sonhos, para não enxergar uma realidade dura. Vi, e não gostei do que vi: o lugar onde a sociedade da qual faço parte, e não nego, esconde seus piores  problemas debaixo do tapete. Gente sem família.
Será a Igreja, de fato, uma instituição, fundamentalista, que só atrapalha a modernização da sociedade? Eu penso que não. Em minhas visitas a trabalho eu a vejo religiosos cuidando da parte que a sociedade não quer ver e o Estado não tem vocação de lidar: orfanatos, asilos, casas de recuperação de dependentes químicos, etc. Se a Igreja diz que a parte mais importante da sociedade é a família e que a família deve ser preservada, fortalecida e respeitada, será mesmo que sua visão é retrógrada, anti-moderna e atrasada?  Não. A Igreja não é o corvo do atraso. Ela é o arauto da vida. Jesus foi o arquiteto da Igreja, e as forças do inferno não podem prevaler contra ela — a menos que se torne muda diante da oportunidade de falar.

As bandeiras da esquerda

Qual é a bandeira da esquerda brasileira? Respostas: 
Aborto
Casamento gay
Apologia da rapinagem
Defesa da impunidade
Calar a imprensa livre
Amordaçar o Ministério Público
Tributar a Igreja Evangélica.
Será incentivando uma mulher a abortar ou criando leis para homens se casarem com homens que o Estado vai resolver os problemas sociais pós-modernos?
Por acaso os mentores dessas mudanças estão mesmo interessados nos problemas existenciais dos homossexuais?
Estariam eles preocupados com a liberdade da mulher quando ela é incentivada a abortar? De jeito nenhum!
Quando o Estado governado por socialistas apoia a causa homossexual, na verdade está mais interessado em impostos. Hoje, se dois homossexuais se separam o  Estado não vê nem a cor do imposto. Com o “casamento” gay a coisa muda.
Quando as senhoras na política defendem o direito da mulher pobre abortar, na verdade não estão interessadas na pessoa da mulher coisa nenhuma, mas na redução de crianças pobres na sociedade e na redução da dívida social sem desembolsar um tostão. A ideia é diminuir o número de delinquentes? Elas associam, sim, pobreza com delinquência.
A maioria dos fetos abortados são do sexo feminino. Conversa de que a mulher é quem deve decidir sobre o aborto, uma ova. Se um feto do sexo feminino tivesse a capacidade de se comunicar ele diria para todo hipócrita ouvir que uma mulher matando outra mulher não é liberdade feminina nenhuma.
Podemos ser até enganados por sofismas, mas somente se não aprendermos a ter um pensamento crítico. E um cristão tem o dever de conhecer as verdades bíblicas. E uma delas é que não devemos nos associar com os ímpios nem comer na cartilha deles. É por isso que Deus cuidou para os homens escolhessem este assunto para registrá-lo como o primeiro Salmo.
Há uma voz soturna vindo da penumbra do poder dizendo que os pastores são ladrões, charlatães e exploradores de coitadinhos. Sendo dúvida, há mesmo uma minoria que se presta a este desserviço. Até Jesus Cristo não ficou livre de corruptos.
Mas não é esta a verdadeira preocupação da esquerda no Brasil. Quando ela repete com insistência uma mentira, ela sabe que a opinião do povo muda. Muda e começa a para de crer em tudo e todos que apregoam o nome de Deus.
O que a esquerda mais teme na Igreja é a sua capacidade de desmascarar os sofismas. A esquerda difama os pastores de ladrões e rotula os padres de pedófilos. O povo ouve, e pensa que os pastores são ruins, os padres não prestam e a esquerda deve ser uma coisa boa. Essa é a velha tática comunista. Criticar, tendo o cuidado de não mostrar a que veio — a dominação do destino de um povo.

O Brasil está à beira de se tornar como uma Venezuela

Durante os anos de chumbo, o único país da América do Sul que nadava na democracia era a Venezuela de Carlos Andrés Perez e outros presidentes. Mas, a roubalheira e corrupção cresceram tanto que chegou um dia que o povo não aguentou mais. A primeira coisa que apareceu criticando os corruptos ganhou a sua simpatia. Pior do que estava, ficou. E quando isso acontece o povo perde a noção dos paradigmas, o mau se metamorfoseia em bom e os conceitos de bondade, honestidade e moralidade se tornam relativos.
Relativizar a família;
relativizar a moral;
relativizar a virtude;
relativizar a Igreja;
relativizar a mulher;
relativizar o casamento;
e relativizar a liberdade.
Essa tem sido a missão da esquerda brasileira: desconstruir os marcos referenciais. Se tudo for relativizado, os conceitos do bem e do mal, do honesto e do desonesto, do corrupto e do não corruptível, do certo e do errado vão embotar a mente das pessoas e elas vão se tornar confusas e depois fáceis de tanger.
Não existe liberdade em meio à pobreza, mas existe um maquiavelismo de perpetuá-la. Não existe liberdade em meio à ignorância, pois quem não tem capacidade acadêmica para buscar uma boa fonte de renda sempre vai estar cativo de medos e fantasmas.
A melhor estratégia para sair da miséria e fugir da ignorância é aceitar Jesus como Salvador e Senhor.
Ainda que existam espertalhões e ladrões, o Temor do Senhor Deus ainda é o primeiro passo no caminho da sabedoria, da prosperidade e da liberdade. A única pessoa que pode fazer o milagre dessa transformação é o Senhor Jesus Cristo. Não é o comunismo, nem o homossexualismo, nem o socialismo nem outra pessoa a não ser o SENHOR JESUS CRISTO. Quem apregoa essa mensagem é a Igreja Evangélica.

A Igreja é uma instituição divina

Sei que os homens que a governam podem cair da graça de Deus, Sei que quando a Igreja deixa de cumprir sua função social ela passa a a tirar do povo sem dar nada em troca. Todavia, Deus tanto é o Criador da Igreja quanto seu corregedor. Ele mesmo disse que as Portas do inferno não prevaleceriam contra ela.
Diante do inenarrável e do imponderável só a fé pode vencer. A fé que cura, transforma e liberta não pode ser encontrada no comunismo, nem no homossexualismo, nem nos militantes do PT, nem  nas greves, muito menos nos sindicatos. Querendo ou não, quando tudo o mais falha, é na porta de uma Igreja que a esperança pode ser achada, um pecador pode ser perdoado, e um miserável pode encontrar o caminho da prosperidade.
A Igreja é uma instituição que sempre sustentou os pilares da família tal como foi concebida na Bíblia Sagrada: “E deixará o moço a casa de seu pai e de sua mãe e unir-se-á a sua mulher”. A família é a única sociedade do mundo onde pode o amor ser compartilhado e perpetuado pelo abraço de uma mãe e a segurança dos braços de um pai. O milagre da concepção só pode acontecer pela existência de homem e mulher. O resto é estéril.
A esquerda em todo mundo luta tenazmente para desestruturar a família. Por que será? Sem o berço familiar homens e mulheres perdem as referências e se tornam como animais sem rumo. Animais podem ser domesticados, homens lives não. Animais podem ser tangidos, maltratados e feridos; homens lutam para conservar a liberdade. Com o tempo os animais se afeiçoam a seus algozes e passam a crer que eles são seus donos. Homens com noção de liberdade nunca vão aceitar o mal. Mas quando um ser nasce e cresce em ambiente familiar cristão, ele será um homem ou uma mulher livre que anda com a cabeça erguida.

A Família e a Igreja são instituições de Deus

Que ninguém se engane. Há muitos ímpios por aí convidando pastores e deputados crentes para se reunir na rodas dos escarnecedores.  Enturmar-se com essa gente pode trazer um perigo mortal. São eles que buscam a desestruturação familiar, fazendo publicidade de que isso é a modernidade. Diante da plateia procuram distância dos evangélicos, mas procuram sua companhia quando ninguém está vendo.
A Bíblia não deixa isso por menos no Salmo 1:
1 BEM-AVENTURADO o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
2 Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.
3 Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.
4 Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha.
5 Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos.
6 Porque o SENHOR conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá.
Divulgação: www.juliosevero.com
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