Segundo a União Europeia, é um direito fundamental o da vontade da mulher em matar o nascituro, mas já é um atentado aos Direitos do Homem matar esse nascituro contra a vontade da mulher.
Portanto, a morte do nascituro é legítima, ou não, segundo a vontade exclusiva da mulher. A mulher passou a ter o direito plenipotenciário de decidir sobre a vida e sobre a morte de um ser humano em gestação.
E, ainda segundo a hipocrisia da União Europeia, na Europa o aborto depende da "liberdade da mulher" — como se as pressões sociais [do namorado, da prima, do amigo, etc.] no sentido da mulher abortar, traduzissem a expressão dessa "plena liberdade da mulher".