sexta-feira, 27 de julho de 2012

Petição Contra Assassinato de Crianças - ABORTO

Petição Contra Assassinato de Crianças - ABORTO


http://www.peticao24.com/contraassassinato-aborto

Convidamos nossos leitores a assinarem a petição contra o aborto organizada pela Secretaria Presbiterial da UPH - União Presbiteriana de Homens do PROP - Presbitério Oeste-Paulistano - Sínodo São Paulo - IPB - Igreja Presbiateriana do Brasil que será encaminhada ao Ministro da Saúde e a Ministra-Chefe da Casa Civil pedindo:

Sr. Ministro da Saúde Alexandre Padilha;
Sra. Ministra-Chefe da Casa Civil, Gleisi H. Hoffmann;

http://www.peticao24.com/contraassassinato-aborto

John Piper – Não Desperdice Sua Vida: A Realidade de Deus e a Centralidade de Cristo [Pregação Completa]

John Piper – Não Desperdice Sua Vida: A Realidade de Deus e a Centralidade de Cristo [Pregação Completa]
http://academiaemdebate.blogspot.com.br/2012/07/john-piper-nao-desperdice-sua-vida.html

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A adopção de crianças por pares de homossexuais e a conservação da sociedade


A adopção de crianças por pares de homossexuais e a conservação da sociedade

by O. Braga




A adopção de crianças por pares de homossexuais e a conservação da sociedade

by O. Braga


Gay activists continue to insist that the problems faced by children raised by same-sex couples are caused by the "homophobic" society in which they live. But why should we assume that even in a totally accepting society, permanently and purposefully fatherless or motherless children will simply “adjust”?
It is clear from case histories, even those from pro-gay sources, that the pain felt by children was deeply personal and internal – not caused solely by outside influences. Activists can change the laws, they can modify public opinion over time, but they cannot redesign the hearts of children or restructure their fundamental needs.
A ideia segundo a qual as crianças pequenas [infantes] não se apercebem da diferença de viverem com “dois pais”, ou “duas mães”, por um lado, e por outro lado de viverem com um pai e uma mãe — essa ideia está errada.

“The children, also, are forced to deny their feelings. They love their parents and depend on them, but they learn very quickly that their natural desire for their missing biological parent is not acceptable.
The child is not be able to voice his dissatisfaction with his situation, and at the same time will feel guilty for not being wholly grateful. The combination of parental denial and the child’s guilt will lead the children to conclude that there is something wrong with them.”
Seria análogo se disséssemos que “um infante ama o seu pai mesmo tendo consciência, ou sabendo intuitivamente, de que este é um assassino e uma pessoa muito violenta”. A relação de dependência afectiva e emocional entre um infante e um pai ou uma mãe, não significa que a criança não intua as anomalias do comportamento dos adultos ou do meio social onde vive.
A intuição de tipo bergsoniano — e não uma intuição empírica, porque a criança ainda não tem experiência, e não uma intuição racional porque a criança não dispõe ainda da ferramenta racionalista que se adquire através do ensino — da criança permite-lhe saber, embora de uma forma difusa, que algo de errado se passa com a sua situação de vivência com “dois pais” ou “duas mães”.
Portanto, não é verdade que uma criança pequena não saiba, de uma forma intuitiva, que não é normal ela ter “dois pais” ou “duas mães”. O que pode acontecer é que a criança reprima essa intuição, seja voluntariamente ou por auto-repressão, seja por acção directa dos “dois pais” ou “duas mães”.

Qualquer comparação ou mesmo analogia entre o mundo animal e o ser humano é uma falácia naturalista. Não podemos dizer que, porque existe comportamento homossexual em espécies animais irracionais, então o comportamento homossexual no ser humano é natural; mas também não podemos dizer que esse comportamento é anti-natural, porque de facto existe na natureza.
O que interessa saber é se um determinado comportamento — ou uma determinada subcultura, qualquer que seja — é boa ou má em termos de conservação da sociedade. O conceito de “conservação” é estóico e opõe-se à importância dada por Platão e Aristóteles ao prazer em termos de definição de felicidade. Para os estóicos, a conservação — tanto do indivíduo, como da sociedade — é parte integrante da felicidade do Homem, e não o prazer.
Qualquer comparação ou analogia entre o ser humano e o mundo animal é estupidez moderna.
O ser humano é o único animal que tem cultura, e basta este facto para que qualquer comparação — negativa e/ou positiva — com o mundo animal se torne absurda. O que interessa ao ser humano é saber se a sua cultura o conduz à sua conservação ou se, pelo contrário, é um factor de desintegração, decadência e destruição.

Comentário   


 
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quinta-feira, 19 de julho de 2012

A autonomia do indivíduo e a desconstrução da família nuclear


A autonomia do indivíduo e a desconstrução da família nuclear (1)

by O. Braga


A família tradicional e nuclear, ou natural, é hoje considerada pelos “progressistas” como pré-determinada, e portanto contra a auto-definição e a autonomia do indivíduo.
Ora, tudo o que é pré-determinado é considerado opressivo pelo “progressismo”, e por isso — dizem os “progressistas” — aquilo que é opressivo tem que ser desconstruído — ; e é assim que o conceito de família tradicional e nuclear é desconstruído, para que se possa afirmar a autonomia do indivíduo.
Mas, sendo assim, a necessidade de desconstrução da família nuclear passa a ser também pré-determinada, e essa necessidade apriorística de desconstrução é, ela própria, opressiva. Portanto, há que desconstruir o pré-determinismo da necessidade de desconstrução da família tradicional.


A autonomia do indivíduo e a desconstrução da família nuclear (2)

by O. Braga

Estava eu a ler um texto sobre a Lei Natural [em inglês] segundo S. Tomás de Aquino, quando me lembrei de escrever qualquer coisa sobre o assunto, e ainda a propósito da política absolutista da autonomia do indivíduo — ou política dos direitos humanos, sendo lógico que os direitos humanos não podem ser, em si mesmos, uma política.
Desde logo, a fica-me a ideia de que a Lei Natural de S. Tomás de Aquino não é exactamente a mesma Lei Natural de Santo Agostinho e do apóstolo Paulo [este assunto fica para o próximo verbete]. E toda esta história da Lei Natural [com excepção da visão tomista da Lei Natural] se relaciona com o gnosticismo e, consequentemente, mais tarde na História, com o cientismo [ou talvez possamos chamar-lhe “positivismo degradado”].
Eric Voegelin definiu assim o gnosticismo:
“O gnosticismo é um sistema de crenças que nega e rejeita a estrutura da realidade, particularmente a realidade da natureza humana, e substitui-a por um mundo imaginário construído por intelectuais gnósticos e controlado por activistas gnósticos.” — Eric Voegelin, “A Nova Ciência da Política”, 1952
Esta definição apresenta algumas dificuldades, porque a realidade é indefinível. Aliás, o próprio Eric Voegelin reconheceu isso. Mas a realidade da natureza humana, sendo uma parte da realidade [uma parte do todo], já se torna definível, ou pelo menos é susceptível de um conceito inteligível e racional.
O “mundo imaginário” de que nos fala Eric Voegelin é, não só mas também, a utopia. A primeira utopia humana estruturada e sistematizada de sempre é a República de Platão. Portanto, podemos dizer que existe uma relação estreita entre o platonismo e o gnosticismo.
Mas para além do gnosticismo platónico, por assim dizer, existe outro tipo de gnosticismo / utopia que se escora em Heraclito e que consiste exactamente na antítese do primeiro, mas não deixa por isso de ser também utópico e gnóstico. Em Heraclito encontramos as raízes comuns do gnosticismo imanente do Médio Oriente — desde as religiões da antiga Mesopotâmia e do Egipto, até ao Judaísmo imanente de antes do exílio, até ao maniqueísmo da religião de Mani, e que se estendeu na História pelo menos até Nietzsche.
As ideias flutuam ao longo da História, e retornam sob roupagens diferentes, mas a essência delas é sempre a mesma.
Existe uma terceira estirpe do gnosticismo que influenciou a nossa cultura ao longo dos séculos, que é o messianismo judaico que caracteriza o Judaísmo depois do exílio. O milenarismo — cristão ou não-cristão — tem profundas raízes no messianismo judaico. Tal como as outras duas vergônteas do gnosticismo, o messianismo judaico tem uma forte carga imanente.
O gnosticismo de Platão, traduzido na República, é grosso modo o comunismo [a recusa da primazia da realidade subjectiva e do indivíduo]. O gnosticismo de Heraclito é a afirmação absoluta da imanência e do escapismo [a recusa da realidade da transcendência mediante o escape para uma realidade imanente e imaginária]. O milenarismo é a recusa da liberdade mediante a afirmação absolutista do determinismo.
Estes três elementos — a recusa da subjectividade e/ou do indivíduo, a recusa imanente e escapista da transcendência, e a recusa determinista da liberdade — interligam-se para formar o gnosticismo moderno.
Esses três elementos estão presentes, por exemplo, nas ideias de Augusto Comte, na obra de Karl Marx, na obra de Nietzsche ou na obra de Marcuse. A modernidade entrou numa espiral alucinante de degradação ideológica, em que as teorias que aparentemente se opõem padecem da mesma patologia de base. Seria como se dos mesmos princípios errados se construíssem ideologias diversas [ou religiões políticas diferentes] e mesmo opostas entre si.
(Naturalmente que os admiradores de Nietzsche, por exemplo, dirão que este não defendeu a recusa da subjectividade e do indivíduo; e também poderão dizer que Nietzsche foi anti-utilitarista. Mas estão errados e em ambos os casos.)

Chegados aqui, perguntamos: como é que a actual política correcta, que se caracteriza pela defesa radical da autonomia do indivíduo, se pode compaginar com os três característicos gnósticos supracitados? Como é que alguém pode dizer, e ter razão, que a actual política correcta de defesa radical da autonomia do indivíduo se coaduna com a recusa gnóstica da subjectividade e do indivíduo?
A resposta a estas perguntas pode ser encontrada no livro de Herbert Marcuse O Homem Uni-dimensional” : a estratégia tipicamente gnóstica, utilizada por Marcuse e pelo marxismo cultural, do “pensamento negativo”, que consiste em negar a realidade da natureza humana mediante a análise dessa realidade realizada a partir de um ponto de observação [putativamente] exterior a essa realidade humana — e [alegadamente], um ponto de observação superior a essa realidade humana [escapismo exterior e superior].
Por isso, podemos dizer que a política radical de autonomia do indivíduo é apenas um instrumento estratégico de acção política gnóstica que, através do enfraquecimento da coesão social e consequente atomização da sociedade, levará inexoravelmente ao poder uma minoria gnóstica de que nos fala Eric Voegelin na citação supra. E é isto que tem acontecido, mais ou menos de forma recorrente, na sequência das revoluções europeias a partir de meados do século XVII, embora o problema já venha da Reforma protestante [século XVI].
Para que tenhamos uma ideia das consequências das políticas gnósticas de autonomia radical do indivíduo, 47% dos suecos vivem sós nas suas casas [sem família]; ou melhor dizendo: 47% dos lares suecos são compostos apenas por 1 indivíduo. E o mesmo acontece na Noruega, com 40%; e na Alemanha, com 39%; e no Reino Unido com 34%. Nos Estados Unidos, a percentagem desce para os 27%, o que revela uma sociedade [ainda] saudável.
Uma sociedade em que quase 50% das pessoas vivem sozinhas e sem família, é uma sociedade à beira da atomização e do enfraquecimento da coesão social. É uma sociedade à beira de uma revolução gnóstica.
[continua]




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FORTALECENDO A FAMÍLIA

FORTALECENDO A FAMÍLIA
Pr. SERGIO e MAGALI LEOTO
CELEBRANDO A RECUPERAÇÃO


Diariamente recebemos o pedido de ajuda, de pessoas e famílias que estão passando por algum tipo de sofrimento. Alguns destes casos envolvem o relacionamento conjugal, outras vezes problemas com os filhos e até outros parentes. Evidentemente não podemos ajudar a todos e por isso indicamos ministérios e igrejas, que tem desenvolvido trabalhos confiaveis e relevantes, contribuindo para o reerguimento pessoal e familiar de tanta gente. Vamos aproveitar este espaço, para divulgar uma das entidades que temos recomendado.

O ministério “Fortalecendo a Família” deseja apresentar aos que ainda não conhecem, um projeto que tem ajudado milhares de vidas ao redor do mundo. Seu nome é “Celebrando a Recuperação”. Propõe-se a auxiliar pessoas a curarem feridas causadas por dependencias de vários tipos: emocionais, químicas, psicológicas, etc. Trabalha não apenas com os dependentes, mas também com seus familiares. São diversas as igrejas espalhadas pelo país, que já possuem encontros semanais destes grupos. A Psi. Magali Leoto cooperou com um desses grupos, em nossa comunidade a Igreja Batista de Água Branca em São Paulo-SP.

COMO E QUANDO FOI INICIADO ESTE TRABALHO?

John Backer, foi o idealizador do Projeto “Celebrando a Recuperação”, implantado e viabilizado em 1991 pelo Pr. Rick Warren na Igreja Saddleback, em Lake Forester, CA. John, recuperado e em permanente vigilância contra o alcoolismo, levou ao pastor de sua igreja este plano de ajuda, visando estender a mão ao sofrimento de tantas famílias. Em nossos dias, “Celebrando a Recuperação” já é uma realidade em boa parte do planeta. Visite: http://www.celebraterecoveryglobal.com/; http://www.celebrandoarecuperacaosp.com.br/. O representante para o Sul e Sudeste do Brasil é o pastor e psicólogo Carlos Barcelos, especialista em Terapia Familiar Sistemica que nos dá o depoimento abaixo:

O QUE É O “CELEBRANDO A RECUPERAÇÃO” - Pr. e Psi. Carlos Barcelos

Pecar é da natureza humana. Por conta do pecado, somos feridos por outros, assim como também ferimos a outros. O tempo não cura nenhuma de nossas feridas. Conselheiros falam sempre com pessoas que carregam feridas por trinta ou quarenta anos. Feridas que são deixadas sem atenção infeccionam-se e espalham essa infecção pelo corpo inteiro. O tempo apenas aumenta o sofrimento se o problema não é resolvido.

A Bíblia nos ensina como superar nossas feridas, dependências e complexos. O Celebrando a Recuperação é um programa pensado e criado para nos ajudar a aplicar em nossas vidas a Graça de Deus descrita na Bíblia. Este programa é baseado nos ensinos de Jesus Cristo. Por isso é um programa único e muito efetivo em ajudar as pessoas a mudarem pela aplicação da Graça de Deus em suas vidas. É perceptível como o Espírito de Deus tem usado este programa para transformar literalmente milhares de vidas onde quer que tenha se instalado.

Muitas pessoas estão familiarizadas com o clássico “Programa dos Doze Passos”, sugeridos por Alcoólicos Anônimos.  Incontáveis pessoas foram ajudadas por esse programa que, por sua natureza, não é confessional. O conceito de Deus por definição é aberto para que cada pessoa entenda a Deus conforme sua própria definição.

A diferença entre o Celebrando a Recuperação e os grupos anônimos é que definimos o Poder Superior, Jesus Cristo. Associados com o Programa dos Doze Passos, estão os “Oito Princípios de Recuperação”, baseados nas Bem Aventuranças, citadas por Jesus no Sermão do Monte.

Há sete características que tornam o “Celebrando a Recuperação” um programa único :

1. Este programa é baseado na Palavra de Deus, a Bíblia. Jesus começou seu ministério lançando as bases do Reino, conhecidas como as Bem Aventuranças. Elas apontam o caminho da Recuperação, da integridade, crescimento e maturidade espiritual.

2. Este programa olha para a frente. Em vez de prender-se e revolver-se no passado, revivendo memórias doloridas vez após vez, o Celebrando a Recuperação foca-se no futuro. Apesar do que já aconteceu, a solução é começar a tomar decisões sábias e depender do poder de Cristo para nos ajudar a fazer as mudanças necessárias.

3. Este programa enfatiza a responsabilidade pessoal. Em vez de adotar um jogo de acusação e desculpas, cheio de vitimização, o programa ajuda as pessoas a enfrentarem suas próprias escolhas pobres e tratar com elas usando os recursos disponíveis. Não podemos controlar o que acontece conosco. Mas podemos controlar como respondemos a tudo. Este é o segredo da felicidade.

Quando paramos de desperdiçar tempo querendo consertar a culpa, teremos mais energia para resolver o problema. Quando paramos de esconder nossas próprias faltas, e paramos de culpar a outros, então o poder restaurador de Cristo pode começar a trabalhar em nossas mentes, vontades e emoções.

4. Este programa de recuperação enfatiza um compromisso espiritual com Jesus Cristo. O terceiro principio apela às pessoas que façam uma rendição total de suas vidas a Cristo. Recuperação duradoura não acontece sem este passo. Todo mundo precisa de Jesus. O  Celebrando a Recuperação é totalmente evangelístico em sua natureza. Não se surpreenda se este programa se tornar o meio mais efetivo de alcançar pessoas para o Reino. Vidas mudadas sempre atraem outras que querem ser mudadas.

5. Este programa de recuperação utiliza a verdade bíblica de que nós precisamos um do outro a fim de crescermos espiritual e emocionalmente. Isso é feito com a interação em pequenos grupos e a camaradagem de uma comunidade acolhedora.

O Celebrando a Recuperação está baseado no princípio do Novo Testamento pelo qual sabemos que não nos damos bem enquanto sozinhos. Se sua igreja está interessada em começar pequenos grupos, esta é uma grande maneira de começar.

6. Este programa de recuperação cuida de todos os tipos de hábitos, feridas e complexos. Alguns programas de recuperação lidam apenas com alcoolismo ou uso de outras drogas ou outro problema apenas. Mas o Celebrando a Recuperação é um “grande guarda-chuva” sob o qual um numero ilimitado de questões pode ser tratado.

7. Este programa de recuperação produz ministros leigos. Sendo bíblico e baseado na igreja local, ele produz um continuo fluxo de pessoas movendo-se em direção ao ministério depois que encontraram a recuperação em Cristo.

O tamanho da igreja não é impedimento para começar um ministério do Celebrando a Recuperação. Você pode começá-lo como um pequeno grupo de pessoas e observá-lo em crescimento pelo boca-a-boca. Você não conseguirá mantê-lo em segredo por muito tempo.

Você verá vidas mudando de formas dramáticas. Verá casamentos sem esperança restaurados e pessoas libertas de todo tipo de hábitos pecaminosos, complexos e feridas, à medida que permitem que Jesus seja Senhor de todas as áreas de suas vidas. A Deus seja a glória!

FORTALECENDO A FAMÍLIA - Pr. SERGIO e MAGALI LEOTO
VOCÊ GOSTARIA DE NOS LEVAR À SUA IGREJA? AGENDE UM TRABALHO PARA 2012:

Informações: Envie um e-mail para smleoto@uol.com.br , ou telefone para nós:
(11) 3288-2964 e 9957-0451. http://www.sergioemagalileoto.com.br/


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terça-feira, 17 de julho de 2012

Diga NÃO para o Novo Código Penal. Sua atitude vai valorizar seus filhos e sua família.


Diga NÃO para o Novo Código Penal. Sua atitude vai valorizar seus filhos e sua família.
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Governo DILMA ROUSSEFF falta com a palavra e promove o aborto, alertam pró-vidas de São Paulo


Em um texto aprovado em reunião extraordinária de 23 de junho o presidente da comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1, Dom Benedito Simão, bispo de Assis (SP), assinou um texto denunciando que, ao contrário das promessas feitas pela então candidata Dilma Rousseff de não promover o aborto no Brasil, o governo brasileiro vem aprovando medidas que poderiam resultar, na prática, na sua aprovação irrestrita.
Para ler a íntegra clique aqui, ou copie e cole no seu browser:
Assista no YouTube os comentários do Cel Paes de Lira:



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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Pensando biblicamente sobre o pretenso “casamento homossexual” - John Piper


John Piper

O “pretenso ‘casamento homossexual’” está sendo intensamente debatido no mundo ocidental. Queremos ajudá-lo a pensar de forma bíblica e amorosa. Então, estamos começando uma série de artigos sobre o assunto. Abaixo segue a primeira parte traduzida da pregação de John Piper sobre “‘Digno de honra entre todos seja o matrimônio’ – Pensando biblicamente sobre o pretenso casamento homossexual” pregada no dia 16 de Junho de 2012.



Por John Piper
Seja constante o amor fraternal. Não negligencieis a hospitalidade, pois alguns, praticando-a, sem o saber acolheram anjos. Lembrai-vos dos encarcerados, como se presos com eles; dos que sofrem maus tratos, como se, com efeito, vós mesmos em pessoa fôsseis os maltratados. Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros. Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem? (Hebreus 13:1-6)
A mensagem de hoje é construída em torno de oito pontos projetados para dar uma visão bíblica do casamento em relação à homossexualidade, e em relação à Emenda sobre Casamento proposta em Minessota. Eu pedi para lerem Hebreus 13:1-6 não porque darei uma exposição do texto, mas porque quero enfatizar aquela frase do versículo 4: “Digno de honra entre todos seja o matrimônio”. É isso que desejo progredir para a glória de Deus e para sua orientação e seu bem.

1. O casamento foi criado e definido por Deus nas Escrituras como uma união sexual e pactual entre um homem e uma mulher em uma aliança vitalícia e exclusiva entre eles, como marido e mulher, com o intuito de revelar o relacionamento pactual de Cristo com Sua Igreja, comprada por Seu sangue.

Isso é mais claramente visto em quatro passagens onde estas verdades são tecidas em conjunto.

1. Gênesis 1:27, 28

Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra… (Gênesis 1:27, 28)

2. Gênesis 2:23, 24

Então, Deus liga seu projeto de masculinidade e feminilidade com o casamento em Gênesis 2:23, 24. Quando a mulher é criada do lado do homem, este exclama: “Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada. Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.”
Em outras palavras, Deus criou a humanidade macho e fêmea para que houvesse uma união sexual de uma só carne e um apego pactual com o intuito de multiplicar a raça humana, e mostrar a aliança de Deus com seu povo, e finalmente a alinça de Cristo com sua Igreja.

3. Mateus 19:4-6

Surpreendentemente, Jesus pegou essa relação entre criação e casamento e aliança vitalícia, tecendo juntos exatamente esses dois textos de Gênesis. Mateus 19:4-6:
“Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher [Gênesis 1:27] e que disse [citando Gênesis 2:24]: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.”
E em nossa situação cultural, as palavras “não separe o homem o homem e a mulher que Deus ajuntou” tem um significado muito maior do que qualquer um pensaria que tivesse.

4. Efésios 5:24-32

Mais um texto sobre o sentido do casamento faz a distinção entre homem e mulher – esposo e esposa –como retrato pactualmente significativo de Cristo e da Igreja. Efésios 5:24-32:
“Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido. Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, [...] Eis por que [citando Gênesis 2:24] deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne. Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja.”
Em outras palavras, desde o princípio houve um significado profundo e misterioso do casamento. E Paulo agora revela este mistério. E este o é: Deus fez o ser humano macho e fêmea com suas naturezas distintas de masculinidade e feminilidade e com papeis distintos no casamento para que no casamento, como marido e mulher, eles pudessem exibir Cristo a Igreja.
Os que significa que os papéis básico de um esposo e esposa não são intercambiáveis.  Marido exibe o amor sacrificial da liderança de Cristo  e a esposa exibe o papel submisso do corpo de Cristo. O mistério do casamento é que Deus tem essa exibição dupla (do marido e da mulher) em mente quando Ele criou a humanidade como macho e fêmea. Portanto, a realidade mais profunda do universo subjaz o casamento como uma união pactual entre um homem e uma mulher.

2. Não há algo como o pretenso “casamento do mesmo sexo”, e não seria sábio chamá-lo assim.

O ponto aqui não é apenas que o assim chamado “casamento homossexual” não deva existir, mas que ele não existe e não pode existir. Aqueles que acreditam que Deus nos falou verdadeiramente na Bíblia não devem ceder dizendo que a parceria comprometida e vitalícia de relações sexuais entre dois homens ou duas mulheres seja um casamento. Não é. Deus criou e definiu o casamento. E o que Ele uniu nessa criação e nessa definição não pode ser separado, e ainda chama-lo de casamento aos olhos de Deus.
Por John Piper © 2012 Desiring God Foundation. Usado com permissão. Website em português: www.satisfacaoemdeus.org
Tradução: Vinícius Musselman Pimentel – Editora Fiel © Todos os direitos reservados


Pensando biblicamente sobre o pretenso “casamento homossexual” (2)



3. O desejo e a orientação homossexuais são partes da nossa sexualidade debilitada e desordenada, devido a sujeição à futilidade que Deus impôs, por causa do pecado humano.

Em Gêneses 3, nós lemos sobre um momento catastrófico quando o primeiro homem e a primeira mulher se rebelam contra Deus. Os efeitos neles e no mundo são descritos nos capítulos 3 e 4, e ilustrados na história repleta de pecado e morte do Velho Testamento – na verdade, a história do mundo.
O apóstolo Paulo sumariza em Romanos 8:20-21 desta forma:
Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.
E nós sabemos que parte da criação que foi sujeita à morte e à futilidade foram nossos próprios corpos – e ele enfatiza, sim, os corpos dos redimidos. “E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo.” (Romanos 8:23)
Eu estou argumentando que o desejo e a orientação para o mesmo sexo estão nesta categoria de gemido – a redenção dos nossos corpos. O que significa que eles estão na mesma categoria com todos os tipos de desordens corporais, mentais e emocionais. Se tentássemos fazer uma lista dos tipos de debilidade emocional, mental e físico da humanidade a lista seria interminável. Todos nós somos debilitados e desordenados de formas diferentes. Todos vocês possuem inclinações para desejarem coisas em graus diferentes do que você deveria. Todos nós somos desordenados em nossas emoções, mentes e corpos.
Este é um chamado para fazermos distinções cuidadosas a fim de não ferirmos as pessoas – ou a si mesmo – desnecessariamente. Todas as nossas desordens – todas as nossas debilidades – estão enraizadas no pecado – no pecado original e em nossa natureza pecaminosa. Seria correto afirmar que desejos homossexuais são pecaminosos no sentido de que são desordenados pelo pecado e contrariam a vontade revelada de Deus. Mas o fato do desejo pecaminoso ser causado pelo pecado e enraizado no pecado não o torna igual a pecar. O pecado acontece quando a rebelião contra Deus se expressa através de nossas desordens.

4. Portanto, a relação sexual entre o mesmo sexo e não o desejo homossexual é o foco da condenação de Paulo, quando ele ameaça exclusão do reino de Deus.

A afirmação mais clara se encontra em 1 Coríntios 6:9-10.
“Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.”
As palavras “efeminados” e “sodomitas” são traduções de duas palavras gregas que se referem aos parceiros passivo e ativo de uma relação sexual entre o mesmo sexo. Veja Robert A. J. Gagnon, The Bible and Homosexual Practice: Texts and Hermeneutics [Nashville: Abingdon Press, 2001], 306–331). O foco não é o desejo homossexual, mas a prática. E repare que a prática homossexual não é exclusiva, o texto inclui outras formas de pecado: idolatria, adultério, roubo, avareza, embriaguez, injúria, etc.
O ponto não é que uma experiência homossexual ou heterossexual o condena à exclusão ao reino de Deus, mas que recorrer a essa vida permanentemente sem arrepender-se o condenará. “Pessoas que praticam – que se entregam a esse estilo de vida e não se arrependem – não entrarão no reino de Deus”. Elas irão perecer.

5. Portanto, seria contrário ao amor e ao evangelho de Jesus aprovar a prática homossexual, quer pela omissão, quer pela aprovação do pretenso casamento homossexual ou quer pela ordenação de homossexuais praticantes.

Não devemos nos intimidar neste ponto. O mundo dirá o oposto da verdade aqui expressa. Eles dirão que alertar homossexuais praticantes do julgamento final é um discurso de ódio. Não é ódio. O ódio não quer que as pessoas sejam salvas. O ódio não quer que as pessoas se juntem à família. O ódio quer destruir. E o pecado de fato destrói. Se a prática homossexual (e avareza e idolatria e injúria e embriaguez) levam à exclusão do reino de Deus – e a Palavra de Deus afirma isso – então o amor alerta. O amor implora. O amor se aproxima e faz tudo o que pode para ajudar a pessoas a viver – para sempre.

6. As boas novas de Jesus é que Deus salva pecadores heterossexuais e pecadores homossexuais que confiam em Jesus, ao considerá-los jutos por causa de Cristo, e ao ajudá-los através do Seu Espírito a viverem vidas que lhe agradam em suas debilidades desordenadas.

Após alertar os Coríntios a não voltarem à vida de prática pecaminosa, Paulo diz o seguinte em 1 Coríntios 6:11: “Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.”
Esse é o coração do Cristianismo bíblico. “Tais fostes alguns de vós”. Havia cristãos na igreja de Corinto que foram outrora fornicadores e adúlteros e ladrões e bêbados e “pessoas que tiveram práticas homossexuais”. Eles não foram afastados. Eles foram incluídos.
E a forma como foram incluídos foi que eles foram “justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo”. Isto é, eles colocaram sua confiança em Jesus, abandonaram suas práticas, renunciaram a busca pecaminosa dos seus desejos, e Deus lhes justificou – Ele lhes imputou a justiça de Cristo, e os considerou aceitáveis à sua vista e os adotou em sua família (nossa família).
Eles foram lavados. Isto é, Deus tirou toda a culpa e vergonha deles. “Carregando ele mesmo [Cristo] em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça” (2 Pedro 2:24). Então, quando eles confiaram em Cristo, tudo o que Cristo fez foi considerado deles, seus pecados foram lavados.
E eles foram “santificados” – Deus os separou para si mesmo e lhes concedeu Seu Espírito e trabalhou neles um poder para a santidade que afundasse seus desejos desordenados em algo maior, mais belo e mais desejável, para que eles pudessem andar de uma forma agradável a Deus, mesmo em suas debilidades.
O coração do Cristianismo é que Deus salva pecadores através da morte e ressurreição de Jesus Cristo. A melhor notícia de todo o mundo é que Jesus Cristo morreu e ressuscitou para que os predadores sexuais mais bizarros – homossexuais ou heterossexuais – pudessem ser resgatados do seu caminho de destruição, lavados, justificados, santificados e levados à presença toda satisfatória de Deus, pela fé em Jesus Cristo. Este é o cerne de nossa mensagem.
Por John Piper © 2012 Desiring God Foundation. Usado com permissão. Website em português: www.satisfacaoemdeus.org
Tradução: Vinícius Musselman Pimentel – Editora Fiel © Todos os direitos reservados


Fonte: http://www.blogfiel.com.br/2012/06/pensando-biblicamente-sobre-o-pretenso-casamento-homossexual-1.html



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Declaração de Genebra - A família humana natural é estabelecida pelo Criador e essencial para a boa sociedade.


Declaração de Genebra

Reunimo-nos neste Congresso Mundial de comunidades nacionais, étnicas, culturais, sociais e religiosas, para afirmar que a família humana natural é estabelecida pelo Criador e essencial para a boa sociedade.

Dirigimo-nos a todas as pessoas de boa vontade que, com a maioria das pessoas do mundo, valorizam a família natural. Ideologias de estatismo, individualismo e revolução sexual hoje desafiam a própria legitimidade da família como uma instituição.

Associados com este desafio estão os problemas do divórcio, da desvalorização da paternidade, do declínio do tempo para a família, da educação pública moralmente relativista, das confusões sobre identidade sexual, da promiscuidade, das doenças sexualmente transmissíveis, do aborto, da pobreza, do tráfico de pessoas, da violência contra mulheres, do abuso de crianças, do isolamento de idosos, da taxação excessiva e fertilidade abaixo da necessária para reposição.

Para defender a família e orientar a política pública e os padrões culturais, esta Declaração afirma princípios que respeitam e defendem os papéis vitais que a família desempenham na sociedade.

A Família e a Sociedade

A família natural é a unidade social fundamental, gravada na natureza humana, e centrada na união voluntária de um homem e de uma mulher na aliança de casamento para toda a vida. A família natural é definida pelo casamento, procriação e, em algumas culturas, pela adoção.

Famílias livres, seguras e estáveis que acolhem com alegria as crianças são necessárias para uma sociedade saudável. A sociedade que abandona a família natural como regra está destinada ao caos e ao sofrimento. A família amorosa volta-se em amor e serviço para a sua comunidade e para aqueles em necessidade. Todas as instituições sociais e culturais devem respeitar e sustentar os direitos e responsabilidades da família.

A Família e o Casamento

Pedra angular da vida familiar saudável, o casamento traz segurança, contentamento, significado, alegria e maturidade espiritual ao homem e à mulher que entram nesta aliança para toda a vida com comprometimento altruísta.

No casamento, ambos, marido e mulher, comprometem-se com uma vida de amor, respeito, apoio e compaixão mútuos. Conflitos conjugais que possam surgir no casamento são oportunidades para crescimento conjugal e espiritual, e não, como culturas modernas encorajam, razões para romper a aliança. O divórcio é destrutivo para as famílias e para a sociedade.

A sociedade e a política pública devem desencorajar o divórcio, ao mesmo tempo em que tomam ações legais ou outras adequadas em caso de relacionamentos intransigentemente abusivos. Comprometimento firme no casamento provê a segurança na vida familiar de que as crianças necessitam. As crianças também precisam de amor e são designadas para o amor integral dos pais, de ambos, pai e mãe, que o casamento provê. Comunidades e instituições religiosas devem se importar com as famílias e lares, e suas atividades, cujos ambientes carecem destes ideais. Políticas sociais não devem promover a paternidade ou maternidade solitária.

A Família e os Filhos

A família natural provê o ambiente ótimo para o desenvolvimento saudável das crianças. A vida familiar saudável supre a necessidade humana básica de pertencer  e satisfaz os anseios do coração humano de dar e receber amor. A família informa a atitude original da pessoa humana em relação a assuntos fundamentais como identidade , segurança, responsabilidade, amor, moralidade e religião. De modos pessoais e íntimos que nenhuma entidade auto-definida pode, a familia natural se preocupa com seus filhos e crianças e provê seu crescimento espiritual, físico, psicológico e moral. A política deve promover a definição e a continuidade de relacionamentos familiares que criem a estabilidade e a segurança na vida familiar que as crianças e filhos precisam.
A Família e a Sexualidade

As naturezas complementares do homem e da mulher são física e psicologicamente auto-evidentes. Estas diferenças são criadas e naturais, não primariamente socialmente construídas.

A sexualidade é estabelecida para a geração de filhos e para a expressão de amor entre marido e mulher na aliança do casamento. Casamento entre um homem e uma mulher forma o único contexto moral para a união sexual natural. Ainda que, através de pornografia, promiscuidade, incesto ou homossexualidade, desvios destas normas sexuais criadas não podem verdadeiramente satisfazer o espírito humano. Elas levam à obsessão, ao remorso, à alienação, e à doença.

Molestadores de crianças causam danos a crianças e nenhuma justificativa legal válida, psicológica ou moral pode ser oferecida para o hediondo crime de pedofilia. Cultura e sociedade devem encorajar padrões de moralidade sexual que apoiem e aprimorem a vida familiar.

A Família e a Vida

O valor intrínseco, direito à vida e santidade de vida de toda pessoa humana, existe através do transcorrer da vida, da fertilização até a morte natural.

Toda vida humana é uma dádiva para a pessoa, para a familia e para a sociedade. Famílias amorosas tratam com carinho, honram e servem a todos os seus membros, incluindo os fracos, idosos e deficientes.

Tirar a vida humana inocente através do aborto e da eutanásia é errado; respeito pela vida humana requer que escolhamos as opções protetoras da vida de adoção e cuidado paliativo. A destruição de seres humanos embrionários, experiências letais com embriões humanos e abortivas também envolvem retiradas errôneas da vida humana. Todos os experimentos e pesquisas sobre seres humanos devem ser em benefício do paciente humano específico.

Tráfico de órgãos e membros de fetos abortados e de outros seres humanos, clonagem humana e engenharia genética humana tratam a vida humana como uma mercadoria e não devem ser permitidos. Experimentos genéticos humano-animais são um crime contra a humanidade. A política deve respeitar a dignidade inerente à vida humana.

A Família e a População

A sociedade humana depende da renovação da população humana; o verdadeiro problema populacional é a despopulação, não a superpopulação. Muitas nações estão experimentando fertilidade abaixo da reposição, advinda a partir da expansão do aborto, do controle da natalidade, da falta de interesse em casamento e do tamanho da família declinante. As pessoas vivem mais, aumentando o tamanho das populações mais idosas, enquanto há proporcionalmente diminuição do número de contribuintes para sustentar os proventos de aposentadoria e cuidados com a saúde de seus idosos.

Governos justos, iniciativa humana criativa e  beneficência oferecem a melhor esperança para se tratar dos problemas da pobreza, fome e das doenças. Nenhum país deve ser coagido a aceitar políticas de "controle populacional". Esforços para assistir países em desenvolvimento devem ser focados em promover a auto-suficiência da família e a não-dependência.

A Família e a Educação

Unicamente os pais possuem a autoridade e a responsabilidade para dirigir a criação e a educação de seus filhos. Por sua natureza, a educação não é somente técnica e prática, mas também moral e espiritual. A família é a primeira escola da criança; os pais os primeiros e mais importantes professores. O amor à comunidade e a lealdade ao país começam na família. O estado usurpa o papel dos pais, quando monopoliza e comanda o sistema educacional e priva os pais de sua autoridade intrínseca sobre a educação dos filhos. Nem devem escolas ou postos de saúde do governo tratar de pequenos problemas das crianças, sem a aprovação dos pais.

Os currículos escolares não devem minar o direito dos pais de ensinarem a seus filhos valores morais e espirituais. Os pais têm a obrigação para com seus filhos e para com a sociedade de prover a seus filhos um educação adequada. Os pais devem ser livres para gastar seus recursos para educação, incluindo dinheiro de impostos, nas escolas de sua escolha, tal como enviando-os a escolas religiosas ou educando seus filhos em casa.

A Família e a Economia

A política econômica, tanto de corporações quanto governamental, deve ser arquitetada para permitir que a economia da família floresça; o que é bom para as famílias é bom para a economia.

A economia da família está centrada na busca de emprego significativo para satisfazer a vocação pessoal de alguém e para prover as necessidades presentes e futuras, as obrigações e os desejos da família - tais como alimentação, moradia, educação, cuidados com a saúde, beneficência, recreação, renda na aposentadoria, impostos e  herança familiar entre as gerações.

Famílias saudáveis produzem bons cidadãos e trabalhadores, consumidores capazes e empreendimentos inovadores. Empregadores devem permitir aos trabalhadores licença maternidade e familiares flexíveis. Filantropia corporativa e financiamento nacional e internacional para o desenvolvimento econômico devem fortalecer a família natural. Tais financiamentos não devem ser usados para apoiar organizações cujos programas causem danos à família. Comércio de produtos que apelem para vícios, tais como drogas prejudiciais, jogo e mídia pornográfica e violenta solapam a família e devem ser resistidos.

A Família e o Governo

O governo deve proteger e apoiar a família e não usurpar os papéis fundamentais que ela desempenha na sociedade.

Quando o estado ou seus agentes tentam exercer um direito ou uma responsabilidade que pertence à família, não obstante boas intenções para encaminhar um problema social exasperante, seu efeito é solapar e deslocar a família e tornar as coisas piores. Políticas governamentais não devem criar pressão para mães entrarem no trabalho, quando elas preferirem cuidar de suas famílias em tempo integral.

O governo deve assegurar uma sociedade ordeira, legal e justa, que permita às famílias, livre e responsavelmente, se formarem na aliança do casamento e criar filhos, buscar trabalho significativo, prover suas necessidades materiais e de saúde, dirigir a educação e a criação de seus filhos, participar de atividades beneficentes, cívicas e recreativas, cuidar dos membros idosos da família, construir heranças para suas gerações presente e futura e praticar sua religião.

A Família e a Religião

Os pais devem ter o direito de ensinar suas crenças religiosas e morais a seus filhos e criarem-nos de acordo com seus preceitos religiosos. Baseado no direito humano à liberdade religiosa, as famílias têm o direito de crer, praticar e expressar suas concepções religiosas em amor. Instituições religiosas não devem hospedar tendências culturais que solapem a natureza criada da família.

Não é necessário sustentar a perspectiva religiosa para reconhecer que a família é parte da natureza humana e a unidade social fundamental. Instituições religiosas têm o papel crucial cultural-liderativo de afirmar que a família natural humana está estabelecida na criação e é essencial para um boa sociedade; vida e sexualidade são dádivas do Criador para serem desfrutadas respeitosamente e integralmente; a família é sagrada e tem a exclusiva autoridade, responsabilidade e capacidade para prover a educação, os cuidados de saúde e bem-estar para seus membros; e todas as instituições sociais devem respeitar, sustentar e defender a instituição da família.

Chamada para o Respeito à Família
Exortamos a todas as pessoas, famílias, organizações sociais e governos, em todo o mundo, a respeitarem e concordarem com os princípios desta Declaração, para o bem das gerações presente e futura.

Genebra, Suíça, novembro de 1999.


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segunda-feira, 9 de julho de 2012

A Esquerda Americana comete o holocausto de bebês nos EUA e o Holocausto de judeus na Alemanha do Socialismo Nazista


O holocausto de bebês nos EUA e o Holocausto de judeus na Alemanha nazista

Exclusivo: Matt Barber defende comparação entre Auschwitz e clíninas de planejamento familiar

Matt Barber
Recentemente, terminei de ler “Bonhoeffer”, escrito por Eric Metaxas. O livro, uma biografia de aproximadamente 600 páginas do influente pastor e teólogo alemão Dietrich Bonhoeffer, simplesmente mudou minha vida. No livro, Metaxas ilustra de forma brilhante como Bonhoeffer viveu e morreu conforme a admoestação de Cristo: “a fé sem obras é morta” (Tiago 2:20).
Dietrich Bonhoeffer, pastor luterano alemão famoso por participar de conspiração para matar o ditador Adolf Hitler
Embora Bonhoeffer tivesse escrito vários livros amplamente lidos sobre teologia e apologética cristã, ele é lembrado principalmente por seu papel chave numa das várias conspirações alemãs para assassinar Adolf Hitler e derrubar o governo nazista. Por tal motivo, ele foi capturado e enforcado apenas semanas antes do final da 2ª Guerra Mundial.
Alemanha nazista era a própria essência da cultura da morte
Parece natural neste ponto viajar no território da resenha deste livro, que todos deveriam ler. Contudo, resistirei a essa tentação. Embora “Bonhoeffer” nos leve a pensar em vários temas teológicos, filosóficos e políticos, em mim o efeito foi me levar a ver a semelhança entre Alemanha de ontem e os EUA de hoje.
Quando li sobre os esforços de Bonhoeffer para frustrar a matança genocida de milhões de judeus, deficientes e outros “inimigos do Estado”, não pude evitar reconhecer os paralelos entre o vasto holocausto executado na Alemanha nazista apenas décadas atrás e o holocausto nos dias de hoje que está ocorrendo nos Estados Unidos.
Enquanto que os nazistas eram responsáveis pelo assassinato indiscriminado de mais de 6 milhões de judeus, os americanos de hoje que apoiam a prática do homicídio pelo aborto são igualmente cúmplices da matança sistemática de 55 milhões — e contando — de seres humanos igualmente preciosos depois de Roe versus Wade [decisão do Supremo Tribunal dos EUA que legalizou o aborto em 1973, permitindo hoje nos EUA o aborto durante todos os nove meses de gravidez — desde o momento da concepção até o dia do parto]. Os paralelos são inegáveis e a ciência é inequívoca. Assassinato é assassinato, seja qual for a fase de desenvolvimento da vítima humana.
Mais de 50 milhões de bebês em gestação já foram abortados pela insana lei em vigor nos EUA
As semelhanças fortes entre os dois holocaustos não se perderam nem em Dietrich Bonhoeffer nem Eric Metaxas. “A destruição do embrião no útero da mãe viola o direito de viver que Deus concedeu à vida que está se iniciando”, escreveu Bonhoeffer em “Ética”, seu último livro.
“Fazer a pergunta se estamos aqui já preocupados com um ser humano ou não é meramente confundir a questão. O fato simples é que Deus certamente teve a intenção de criar um ser humano e que este ser humano iniciante foi deliberadamente privado de sua vida. E isso nada mais é do que assassinato”, concluiu ele.
Aliás, o Salmo 139:13 KJA diz: “Tu formaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe”.
Assim, vem-me à mente que aqueles que se chamam “pró-vida” e colocam sua fé em prática na defesa dos seres humanos inocentes — tal qual fez Dietrich Bonhoeffer — honram a memória desse mártir cristão e o Deus que ele servia. Eles apanharam o manto. Eles estão prosseguindo o nobre trabalho que ele fazia.
Em contraste, se os ativistas pró-vida são Dietrich Bonhoeffers modernos, então o que são os que apoiam o aborto? Nos anos que precederam a 2ª Guerra Mundial e até mesmo durante a guerra, muitos alemães — que, em outros aspectos, eram pessoas geralmente boas — sucumbiram à propaganda nazista e aceitaram a horrenda perseguição aos judeus que se intensificou de uma lenta ebulição até se tornar uma torrente de chuva em brasa ao redor deles. Aliás, eles apoiavam exatamente o mesmo tipo de lixo semântico, eufemístico desumanizador adotado por aqueles que hoje se chamam “pró-aborto” e dizem que são simplesmente a favor do direito das mulheres “escolherem”.
É simplesmente assombrosa a capacidade humana de desculpar o genocídio.
Em 2 de fevereiro de 2012, Eric Metaxas fez a palestra principal no National Prayer Breakfast, evento nacional de oração realizado todos os anos em Washington, D.C. Ele foi claramente inspirado e influenciado pelo assunto de sua recente biografia.
Na mesma plataforma, a poucos passos, estava Barack Obama, o presidente mais radicalmente pró-aborto da história dos EUA. Numa exibição espetacular de determinação e coragem, Metaxas caminhou até o president e lhe entregou um exemplar de “Bonhoeffer”. Ele então deu um dosdiscursos mais fortes e estimulantes que já ouvi.
Embora o presidente Obama estivesse se contorcendo nervosamente em sua cadeira, Metaxas falou sobre seu livro e sobre o holocausto do aborto com clareza incisiva, dizendo, em parte: “Somos capazes das mesmas coisas horríveis… Sem Deus, não podemos ver que eles (os bebês em gestação) são também pessoas. Portanto, nós que sabemos que os bebês em gestação são seres humanos temos ordens de Deus de amar aqueles que não veem isso. Precisamos saber que sem Deus estaríamos do outro lado dessa linha divisória, lutando pelo que acreditamos ser certo. Não podemos demonizar nossos inimigos. Hoje, se você crê que o aborto é errado, você precisa tratar aqueles que estão do outro lado com o amor de Jesus”.
Aliás, a Bíblia nos admoesta a orar por nossos inimigos — amar aqueles que praticam o mal.
Contudo, temos também ordens de falar a verdade. Somos instruídos a odiar aquilo que é mau e lutar — na verdade, lutar até a morte se necessário — por aquilo que é bom.
Sem dúvida, serei acusado de demonizar os apoiadores do aborto ao igualar o genocídio do aborto ao Holocausto nazista. Serei acusado de violar a “lei de Godwin” que sustenta que: “Se uma discussão na Internet se prolonga por algum tempo, a chance de aparecerem comparações envolvendo Hitler ou nazistas se aproxima de 100%.”.
Tudo bem.
Entretanto, minha comparação não tem a intenção de ser um ataque contra pessoas. Aliás, não é um ataque. É simplesmente o que é. Identificar a inegável combinação entre o holocausto nazista e o holocausto do aborto nos EUA respectivamente para fazer uso da melhor analogia disponível. Não consigo pensar numa comparação mais apropriada. Se o calçado serve, como se diz, use-o.
De fato, o holocausto que os EUA estão cometendo não é menos real — não é menos maligno do que o holocausto que foi cometido pelo governo nazista. Simplesmente trocamos as câmaras de gás pelas clínicas de aborto — de Auschwitz para a Federação de Planejamento Familiar.
Eu amo os Estados Unidos. É o maior país da terra. Apesar disso, enquanto os EUA continuarem permitindo essa matança contínua dos seres humanos mais inocentes entre nós, os EUA não são melhores do que a Alemanha nazista. O aborto legal será visto pelos nossos descendentes como a maior praga na herança dos EUA.
Viver com o aborto legal nos EUA é viver debaixo de vergonha. Viver debaixo da liderança de Obama e outros políticos americanos pró-aborto é viver sob o Terceiro Reich.
Comentário de Julio Severo: Este artigo levou-me a uma importante pergunta. Sei, como seguidor de Jesus Cristo, que temos de amar nossos inimigos. Mas, ao usar o exemplo de Bonhoeffer, Barber entrou num território complexo. Bonhoeffer também cria que ele devia amar seus inimigos. E ele os amava. Mas, ao mesmo tempo, ele lutou ativamente para derrubar Hitler e ele ajudou ativamente o movimento para matar Hitler. Se os EUA e seu horrendo holocausto do aborto são tão malignos quanto a Alemanha nazista era, conforme indicou Barber, os cristãos americanos deveriam fazer menos do que Bonhoeffer e seus corajosos companheiros fizeram?
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Abortion ‘holocaust’? If the shoe fits...