Thomas Lobel é um miúdo americano de 11 anos, filho natural de Debra Lobel que é lésbica. Quando a criança nasceu, a mãe natural de Tomas juntou-se a outra lésbica, Pauline Moreno. E a primeira frase que as duas vacas lésbicas ensinaram ao miúdo, pelos seus dois anos de idade, foi a seguinte: “Eu sou uma menina!”. E as duas vacas lésbicas começaram, então, a tratar o miúdo por "Tammy", em vez de Thomas.
Aos sete anos de idade, o miúdo ameaçou mutilar a sua genitália, e os psiquiatras diagnosticaram em Thomas, aliás "Tammy", uma “desordem de identidade de género”. Pudera! Com aquelas duas vacas lésbicas como tutoras, como é que a criança não cairia em uma “desordem de identidade de género”?
Aos 11 anos de idade, Thomas, aka "Tammy", começou a tomar hormonas para bloquear a puberdade masculina. E o macabro deste caso é que as duas vacas lésbicas dizem que não têm culpa nenhuma da “desordem de identidade de género” da criança: segundo elas, “a criança nasceu assim”, e foi a própria criança que pediu para tomar as hormonas que bloqueiam o seu normal desenvolvimento sexual.
Segundo as duas vacas lésbicas, a educação de uma criança por duas lésbicas não tem absolutamente nada a ver com o desenvolvimento de Thomas e com a sua transformação em Tammy; nadinha! “A criança já nasceu assim!”, dizem as duas vacas lésbicas; e, provavelmente, antes de nascer, a criança já tinha uma “desordem de identidade de género”.