quarta-feira, 30 de maio de 2012

Atenção: Projeto anti-palmada será votado em 30 de maio

Atenção: Projeto anti-palmada será votado em 30 de maio

Julio Severo
O PL 7672/2010, projeto que remove dos pais o direito de disciplinar os filhos, já está com redação final e será votado em 30 de maio na Comissão de Constituição e Justiça.
O projeto, do Poder Executivo (MSC 409/2010), está sob a relatoria do Dep. Alessandro Molon e visa transformar legalmente castigos físicos aplicados pelos pais em “agressão” e “violência”.
Graças a um acordo infame entre o governo petista e a bancada evangélica, o projeto foi aprovado no final do ano passado. A bancada evangélica alegou na época que não viu nada de errado no projeto.
Se o projeto virar lei, os pais que aplicarem castigos em seus filhos, pelo que foi alegado, serão encaminhados a programas oficiais de “proteção à família” e a cursos de orientação, tratamento psicológico ou psiquiátrico, além de receberem advertência. A criança disciplinada será encaminhada a tratamento especializado, e a família ficará sob “acompanhamento” e monitoração do Conselho Tutelar.
O projeto de lei também determina que profissionais públicos, médicos e professores que lidem diretamente com crianças devem denunciar casos de castigo físico quando souberem. Caso não denunciem as famílias que disciplinam, esses profissionais poderão pagar multa de três a 20 salários mínimos. A denúncia pode ser feita ao Conselho Tutelar ou a outra autoridade competente, como delegado, Ministério Público ou juiz.
O projeto está avançando sem a aprovação do povo. De acordo com uma pesquisa divulgado pelo Jornal Nacional em 2011, entre 9.616 pessoas consultadas, 85% disseram que são contra a chamada Lei da Palmada. Mas quem levou a melhor foi a minoria de 15% que é a favor e está tendo seus desejos atendidos pela Câmara dos Deputados, que por sua vez está atendendo às determinações do governo federal de criminalizar o direito dos pais de aplicarem castigos físicos nos filhos.
Embora evangélicos e católicos de todo o Brasil tivessem feito oposição ao projeto, a bancada evangélica ignorou completamente a opinião da maioria das pessoas, aprovando o projeto do governo em dezembro de 2011.
Quando informado de que mais de 80% das pessoas são contra o projeto, o deputado evangélico Eduardo Cunha declarou, no seu Twitter na época, que as crianças é que deveriam ser consultadas.
O deputado Pastor Marcos Feliciano, representante da bancada evangélica, chamou, em seu Twitter também na época, de xiitas e fanáticos os cristãos que se opuseram ao projeto. Sua postura só mudou depois de muita pressão, inclusive do Pr. Silas Malafaia, que disse: “Essa lei da palmada é mais uma palhaçada de deputado que não tem o que fazer e não entende nada de educação de filho… Quantos de nós já levamos uma boa chinelada, e nem por isso morremos, pelo contrário aprendemos a respeitar limites. O que estamos vendo é uma geração indisciplinada que não respeita ninguém, e ainda querem piorar as coisas. Isto está me cheirando a ideologia de governo. Querem se intrometer e determinar sobre a educação de nossos filhos. Não aceitamos!”
Depois da pressão, o Dep. Marcos Feliciano disse: “O projeto é desnecessário, iniquo e sem fundamento. A solução agora seria engavetá-lo”.
É perda de tempo citar a Bíblia para o governo de Dilma Rousseff. Mas precisamos lembrar à bancada evangélica e católica que milhões de brasileiros têm a Bíblia como referência. Sobre pais e filhos, a Bíblia ensina:
“Aquele que poupa sua vara [de disciplina] odeia seu filho, mas aquele que o ama o disciplina com diligência e o castiga desde cedo”. (Provérbios 13:24 Bíblia Ampliada)
“Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.” (Provérbios 20:30 NTLH)
“Não evite disciplinar a criança; se você bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)
“A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RA)
Para um estudo maior da Bíblia sobre o uso da vara da disciplina, clique aqui.
Com as palmadas agora sob ameaça de proibição legal , o que será de quem atende à orientação bíblica de corrigir com a vara?
 
 Envie seu protesto ao Congresso Nacional
Telefone ou escreva agora mesmo ao deputado federal do seu estado. Consulte este link para ter o email e telefone dos membros da Comissão de Constituição e Justiça: http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/ccjc/membros

Telefone imediatamente para a Frente Parlamentar Evangélica: (61) 3215-5315Faça contato com todos os membros da Comissão de Constituição e Justiça que quer aprovar o projeto do governo clicando aqui.

O Conselho Tutelar e a Lei Anti-Palmada
Projeto de lei afastará dos filhos pai ou mãe que usar disciplina física
A importância de disciplinar os filhos (artigo especial de Julio Severo sobre a correção física dos filhos)
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Pais suecos são presos por aplicar disciplina. Governo lhes tira os filhos
Pesquisa contesta críticos da disciplina física de crianças
Grupos homossexuais querem “melhorias” no ECA
Federação Americana de Pediatras: “É certo os pais darem surras”
Não use a vara e estrague a criança
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Dr. James Dobson responde a uma pergunta sobre disciplina de crianças
Julio Severo e Heitor De Paola rebatem defesa ao ECA em programa de televisão
Distorções e abusos do Estado voraz gerando caos às famílias
Campanha do governo Lula conta com Xuxa “baterá” em pais disciplinadores
A Disciplina Física Deve Ser Proibida?
A ameaça da ONU: A destruição dos direitos dos pais
Governo Mundial: De que modo os Acordos da ONU sobre os Direitos das Mulheres e das Crianças Minam os Valores da Família, os Valores Evangélicos e a Soberania dos Países
O abuso estatal contra a ordem familiar
Entrevista de Julio Severo sobre Conselho Tutelar
Família: beneficiária, refém ou vítima de políticas públicas?
Contradições da psicologia evangélica
Deputado Adelor debate Projeto de Lei que proíbe punição física aos filhos
O que está por trás da campanha estatal pelos “direitos das crianças”
As Palmadas e a Ditadura dos “Direitos Humanos”

Fantástico na luta contra a pedofilia?

Fantástico na luta contra a pedofilia?

Ibope de declaração de coelhinha dos baixinhos estimula Globo em campanha hipócrita

Julio Severo
Aproveitando o embalo da declaração de Xuxa, que posou de vítima de abuso sexual (se esquecendo de seu longo passado onde ela mesma erotizou milhares de crianças e ainda fez papel de destaque em filme pornográfico que a retrata seduzindo, totalmente nua, um menino de 12 anos), o Fantástico da Globo, em seu programa de 27 de maio, ensinou sua audiência a denunciar os casos de abuso sexual.
Se fossem honestos, deveriam ter dito: “Em primeiro lugar, parem de ver as novelas e filmes obscenos da Globo. Enfim, removam a Globo e a TV de seus lares!” Mas essa seria uma reação muito suave. A reação certa exige denúncia. Quem então denunciará a Globo?
A Rede Globo, com a cumplicidade de Xuxa entre muitos outros, passou décadas erotizando e sexualizando as crianças do Brasil, preparando-as para um sexo muito, muito antes do tempo e de um compromisso de casamento. E agora aparece toda essa turma posando de heróis e santos? Agora a merecedora de denúncias quer ensinar o povo brasileiro a denunciar outros?
Xuxa com um “baixinho” de 12 anos antes de se tornar a rainha dos baixinhos
A emissora erotizadora de crianças nunca viu nada de errado no histórico daquela que era a coelhinha do Pele, depois se tornou coelhinha da Playboy e no final coelhinha dos baixinhos. Agora a coelhinha resolveu virar vítima com perda de memória das inúmeras crianças vítimas de suas coelhices erotizadoras.
Igualmente aproveitando o embalo do Ibope da rainha da erotização dos baixinhos, o senador Magno Malta já convocou Xuxa para depor na CPI da Pedofilia. Por que não? Ele poderia também convocar a Globo, a revista Playboy, etc.
E uma raposa esperta poderia ser convidada para entrar no galinheiro e ensinar as senhoras galinhas como se proteger das raposas.
Faz sentido, não?
Dá até para imaginar Stálin sendo convocado para uma campanha anticomunista e Hitler para uma campanha antinazista!
Antes de se tornar coelhinha dos baixinhos, Xuxa como coelhinha da Playboy
Não se assustem se a própria revista Playboy entrar na campanha contra a pedofilia, convidando Xuxa para posar nua novamente em sua capa, talvez junto com Malta. Tudo por “amor às crianças”. A nudez envelhecida deles, e da senhora Globo, não produzirá nenhuma atração, mas sua hipocrisia tem feito muito sucesso.
A hipocrisia deles é realmente fantástica!
 

Frente Parlamentar Mista de Educação Domiciliar será lançada em 29 de maio

Frente Parlamentar Mista de Educação Domiciliar será lançada em 29 de maio

Julio Severo
Uma boa iniciativa está vindo do Congresso Nacional. Parlamentares pró-família estarão lançando oficialmente, em 29 de maio, a Frente Parlamentar Mista de Educação Domiciliar (FPMED), que estará sob a coordenação do Dep. Lincoln Portela.
Quase 200 parlamentares já assinaram documento de apoio à FPMED. Esse é um bom sinal.
O sinal preocupante é que a defesa que pretendem fazer da educação domiciliar envolve uma educação que segue estritamente o plano governamental. A imposição desse plano será uma obrigatoriedade, tornando os pais reféns do Estado.
A luta de muitas famílias brasileiras pela educação escolar em casa não envolve apenas seu desejo de escolha do lar como escola alternativa. Eles querem também o lar como lugar livre de intrusões estatais em suas famílias.
As famílias que educam os filhos em casa muito valorizam a liberdade de conduzir seus filhos nos interesses educacionais que mais lhes atraem, sem as bagagens adicionais e pesadas de temas que não fazem parte do que seus filhos querem e realmente precisam.
No plano governamental, uma carga enorme e insuportável é lançada sobre a cabeça das crianças, deixando-as perdidas em labirintos educacionais que a vasta maioria dos professores não domina. O resultado dessa carga se reflete no desempenho cada vez mais baixo dos alunos brasileiros em testes nacionais e internacionais.
Se esse tipo de carga também for imposto nas famílias que educam casa, pais e filhos ficarão previsivelmente sobrecarregados, resultando no baixo desempenho educacional tão comum nas escolas públicas.
Se permitirmos que a liberdade dos pais seja violada pelo Estado, impedindo-os de escolher livremente o lugar e modo da educação de seus filhos, não veremos uma legítima educação escolar em casa, mas uma educação governamental em casa. Teremos um grande problema em casa.
Educação governamental em casa: tornando os pais reféns do Estado dentro de seus próprios lares
Afinal, “o governo é o problema”, conforme disse muito sabiamente o Presidente Ronald Reagan. Se os parlamentares que estão lançando a Frente Parlamentar Mista de Educação Domiciliar não compreenderem que o governo é o problema, a educação em casa nunca existirá no Brasil.
Na educação pública, o governo brasileiro tem sido um problema imensurável, não tendo moral para usar a lei para impor sobre os pais uma educação governamental em casa que prive pais e filhos da liberdade e autoridade de ensinar o que é bom e evitar o que é mau, inclusive doutrinações marxistas, homossexualistas, evolucionistas, etc.
O governo brasileiro, que tem sido intransigente e estúpido na perseguição e controle das famílias que querem liberdade educacional dos fracassos estatais, deveria gastar suas energias em áreas em que sua atuação é patentemente deficiente, como a segurança pública.
Mais de 50 mil brasileiros são assassinados por ano. Desse elevado número, menos de 10% dos assassinatos são esclarecidos, mostrando que o governo brasileiro tem sido incompetente numa área em que ele tem a obrigação de ser 100% competente.
Contudo, quando o assunto é educação em casa, o governo se mostra 100% competente para ameaçar, processar, perseguir e traumatizar famílias que querem distância do fracasso educacional estatal, optando pela liberdade e responsabilidade de criar e educar seus filhos descontaminados de desnecessárias doutrinações estatais.
Se quiser ser útil, a Frente Parlamentar Mista de Educação Domiciliar deve dar um recado bem claro ao governo: “Cuide da segurança. Mostre sua competência ali. E deixe os pais educarem seus filhos sem a intrusão de intrometidos agentes estatais”.
O governo é o problema — pelo menos na educação e outras áreas que competem à família, não ao Estado. Se a Frente Parlamentar Mista de Educação Domiciliar não caminhar com esse princípio, eles e os pais enfrentarão muitos problemas para avançar diante de um Estado ávido de controle sobre as crianças, ainda que à custa do fracasso educacional delas.
Os pais precisam de independência desse fracasso e seu autor. Os pais precisam da ajuda da Frente Parlamentar Mista de Educação Domiciliar para garantir em lei sua independência. Do contrário, eles continuarão exercendo sua liberdade independente das vontades tirânicas de um governo que se esqueceu de que a família vem antes do Estado, não o reverso.
 

Lei da Palmada: a surra estatal nos pais e seus direitos

Lei da Palmada: a surra estatal nos pais e seus direitos

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Pátrio poder ameaçado por “lei da palmada”

Pátrio poder ameaçado por “lei da palmada”

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Um exemplo da adoção de crianças por duas lésbicas, e a sua transformação em ratos de laboratório


Um exemplo da adopção de crianças por duas lésbicas, e a sua transformação em ratos de laboratório

by O. Braga


Um exemplo da adopção de crianças por duas lésbicas, e a sua transformação em ratos de laboratório

by O. Braga

Thomas Lobel é um miúdo americano de 11 anos, filho natural de Debra Lobel que é lésbica. Quando a criança nasceu, a mãe natural de Tomas juntou-se a outra lésbica, Pauline Moreno. E a primeira frase que as duas vacas lésbicas ensinaram ao miúdo, pelos seus dois anos de idade, foi a seguinte: “Eu sou uma menina!”. E as duas vacas lésbicas começaram, então, a tratar o miúdo por "Tammy", em vez de Thomas.
Aos sete anos de idade, o miúdo ameaçou mutilar a sua genitália, e os psiquiatras diagnosticaram em Thomas, aliás "Tammy", uma “desordem de identidade de género”. Pudera! Com aquelas duas vacas lésbicas como tutoras, como é que a criança não cairia em uma “desordem de identidade de género”?
Aos 11 anos de idade, Thomas, aka "Tammy", começou a tomar hormonas para bloquear a puberdade masculina. E o macabro deste caso é que as duas vacas lésbicas dizem que não têm culpa nenhuma da “desordem de identidade de género” da criança: segundo elas, “a criança nasceu assim”, e foi a própria criança que pediu para tomar as hormonas que bloqueiam o seu normal desenvolvimento sexual.
Segundo as duas vacas lésbicas, a educação de uma criança por duas lésbicas não tem absolutamente nada a ver com o desenvolvimento de Thomas e com a sua transformação em Tammy; nadinha! “A criança já nasceu assim!”, dizem as duas vacas lésbicas; e, provavelmente, antes de nascer, a criança já tinha uma “desordem de identidade de género”.

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Sobre o argumento de que ‘a filiação não faz parte do casamento’

Sobre o argumento de que ‘a filiação não faz parte do casamento’

by O. Braga


Sobre o argumento de que ‘a filiação não faz parte do casamento’

by O. Braga


“O casamento é uma instituição que se caracteriza pela aliança entre um homem e a uma mulher com a sucessão das gerações.”1
É uso corrente negar que a filiação seja essencial ao casamento, recorrendo a dois sofismas: ou se afirma que a prole não é o fim obrigatório do casamento (o que é verdadeiro), ou se diz que os filhos podem legitimados por outra via que não mediante o casamento. Porém, tanto um como o outro argumento não retiram, em absolutamente nada, ao facto de o casamento ser antropologicamente — e ainda hoje, no direito da maior parte dos países — o começo de uma nova família.
O argumento segundo o qual a prole ou a filiação não faz parte do casamento é, como disse acima, um sofisma. Vamos aqui fazer uma analogia entre a formação legal e jurídica de uma sociedade [uma empresa], por um lado, e o casamento, por outro lado.
¿Uma sociedade desactivada deixa de ser, por esse facto, uma sociedade legal e legítima? Claro que não.
Uma empresa desactivada é legal e legítima, não obstante estar desactivada. De uma forma semelhante, um casamento que não “produz filhos” [segundo a noção de casamento em epígrafe] — ou porque um dos cônjuges é infértil [ou mesmo ambos], ou porque o casal não quer ter filhos, ou por uma outra impossibilidade objectiva ou subjectiva qualquer —, também não deixa de ser casamento.
Pelo facto de não ser obrigatório ter filhos, isso não significa que os filhos não façam parte da definição de casamento --- e é nisto que consiste o sofisma. Porém, e embora não seja obrigatório ter filhos, ter filhos é um dever do casal e a filiação é inerente ao próprio casamento como instituição.

1) a chamada “união-de facto” heterossexuada [e não “heterossexual”; o termo “heterossexual” é uma redundância] é, de facto e em termos práticos, uma forma de casamento; e por uma razão óbvia: do ponto de vista antropológico, uma união-de-facto não deixa de ser casamento.
O problema da distinção jurídica entre casamento propriamente dito [segundo a definição em epígrafe] e a união-de-facto heterossexuada, consiste na sua carga cultural e ideológica que se reflecte na linguagem e na semântica do discurso político e jurídico, e que tende a convencer os cidadãos de que não se tratam de coisas semelhantes e antropologciamente idênticas.
Por outro lado, a lei portuguesa favorece as uniões-de-facto em detrimento do casamento, uma vez que uma mulher com filhos, e que viva com um homem em união-de-facto, é considerada “mãe solteira” e, por isso, beneficia de um regime fiscal mais favorável do que se fosse casada. Tudo isto são perversões jurídicas e ideológicas que têm muito pouco a ver com a realidade antropológica.



Sobre o argumento de que ‘a filiação não faz parte do casamento’ (2)

by O. Braga


“É exclusivamente através das crianças que as relações sexuais se tornam importantes na sociedade e merecedoras de serem reconhecidas através de uma instituição legal”.
― Bertrand Russell, matemático, filósofo, Nobel da Literatura, libertário e ateu.
“As pessoas casam-se, em primeiro lugar, para a reprodução.”
, antropóloga
Helen Fisher

sexta-feira, 25 de maio de 2012

O casamento é a aliança entre um homem e uma mulehr com a sucessão das gerações.


Definição de casamento

by O. Braga

"I have asserted that if sex did not naturally lead to children, no one would ever have conceived the idea of marriage.
My claim may be obvious to most people, but we live in a world in which people who never intend to have children get married; so, of course, do some people who want children but are infertile. In generations past, we felt compassion for those who married but did not have children, because it was presumed that they wanted children, since, after all, they married one another. No longer can we presume this. The era of contraception and surgical sterilization has altered the face, so to speak, of the childless couple, and consequently the face of the married couple."
O. Braga | Quinta-feira, 24 Maio 2012 at 9:57 pm | Tags: casamento, politicamente incorrecto | Categorias: ética, cultura, Vamos Endireitar | URL: http://wp.me/p2jQx-bGz

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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Quem tem medo do escritor antiesquerdista?

Quem tem medo do escritor antiesquerdista?
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Erro fatal: ativista pró-vida chinês pede ajuda para governo dos EUA

Erro fatal: ativista pró-vida chinês pede ajuda para governo dos EUA

Autoridades americanas desconversam e entregam chinês à cova dos leões do comunismo chinês

Julio Severo
Chen Guangcheng, um ativista pró-vida da China, cometeu o erro fatal de pedir ajuda da Embaixada dos Estados Unidos na China.
Chen Guangcheng
Ele estava sob prisão domiciliar em sua província, mas outros ativistas de direitos humanos se sacrificaram, arriscando a própria vida para criar todo um esquema para que ele pudesse fugir e terminar na Embaixada dos EUA, onde, todos achavam, o refúgio era certo.
Todos esperavam que ele pedisse asilo, mas o desenrolar do caso, sob a atenção da mídia internacional, teve um final pesado. Chen, que é cego desde a infância e está com problemas de saúde devido a anos de prisão e torturas, teve a promessa de autoridades americanas de que ele poderia ficar na China e receber tratamento médico, com a presença constante de um acompanhante americano.
Pelo que foi noticiado na imprensa e informado pela Embaixada dos EUA, Chen é que “queria” permanecer na China. Tal “decisão” livrou Hillary Clinton de complicações diplomáticas e comerciais em sua visita à China. Afinal, os EUA têm imensos interesses comerciais na China, e Chen estava sendo uma pedra nos sapatos chineses e americanos.
Com a “decisão” de Chen de não pedir asilo, Hillary ficou satisfeita, dizendo que a saída dele da embaixada ocorreu de um modo que refletiu as “escolhas” dele e os “valores” dos EUA. “Ufa”, pensaram os americanos, “conseguimos jogar a batata quente de volta para os chineses!”
Contudo, depois da saída de Chen e sua transferência para um hospital de Pequim, nenhuma autoridade americana permaneceu com ele. O compromisso americano, feito para uma alma desesperada, foi jogado por terra.
“Pressionaram-me a sair, prometeram que teria gente comigo no hospital, mas, quando entrei em meu quarto, me dei conta que todos haviam ido embora”, desabafou Chen, conforme reportagem do Estadão.
Ao ser contatado no hospital pela mídia internacional, ele confessou o que é óbvio: ele não pôde pedir asilo ao governo dos EUA, pois sua família estava sob direta ameaça de morte. Ele estava sob pressão. Se ele ousasse decidir partir para os EUA, autoridades chinesas, conforme declaração de Chen, matariam a esposa e filhos dele.
Os americanos da embaixada pouco se importaram e prontamente tiraram o corpo fora, declarando que desconhecem qualquer ameaça ou pressão sobre Chen. Provavelmente, de acordo com o pensamento deles, todo o sacrifício que foi feito para que Chen chegasse à embaixada foi apenas um gesto nobre de dizer um “oi” para os americanos. Nada mais. Depois de seis dias abrigado na embaixada e dizendo “oi”, finalmente o chinês, para alívio do governo chinês e americano, “escolheu” sair e ficar em sua terra.
A “escolha” de Chen muito agradou ao governo dos EUA, pois o ativista chinês não é o tipo de homem que as autoridades americanas teriam prazer em ajudar. Barack Obama e Hillary Clinton são descaradamente a favor do aborto. Em contraste, Chen é pró-vida.
Qualquer indivíduo, por mais importante que seja, que é cruel o suficiente para defender o assassinato de inocentes bebês em gestação é capaz de cometer qualquer outro pecado, inclusive enganar e mentir para um oprimido e pobre chinês cego que enxerga mais sobre o verdadeiro valor da vida do que a maior parte do governo da China e dos EUA.
O governo comunista da China sempre mentiu para o povo chinês e para Chen. E agora Chen tem a experiência desagradável de sofrer conduta não muito diferente e até abandono por parte de um governo que se diz defensor dos direitos humanos, um governo que ele supunha fosse radicalmente diferente do governo chinês.
Mas e se o governo americano não fosse essa decepção e se Chen recebesse asilo nos EUA, o que aconteceria? Ele prosseguiria seu trabalho já conhecido de denunciar o crime do aborto? Nesse caso, o alvo das denúncias seriam as próprias autoridades americanas. Isso sem dúvida alguma seria um grande problema!
O tipo de trabalho de direitos humanos desenvolvido por Chen não tem a simpatia do governo americano.
Bebê legalmente morto em clínica de aborto nos EUA
Por 39 anos, a lei do aborto impera no que era até recentemente a maior nação evangélica do mundo. Se é horrível uma nação comunista como a China sustentar o aborto com unhas e dentes, o que dizer então de uma nação evangélica?
O fato é que os autoproclamados “evangélicos” Barack Obama, Hillary Clinton, Bill Clinton e outras poderosas autoridades americanas não têm interesse algum de resgatar homens que clamam publicamente pelo resgate de bebês em gestação.
A presença de Chen na Embaixada dos EUA em Pequim era pois um incomodo. A presença dele nos EUA, engrossando as fileiras dos ativistas pró-vida, seria um incomodo muito maior.
Se Chen fosse um ativista homossexual, a presença dele na embaixada seria um prazer. Obama e Clinton dariam todo apoio. Aliás, desde dezembro de 2011, as embaixadas e órgãos americanos no exterior têm ordens do governo dos EUA de dar tratamento preferencial para ativistas gays.
Para o governo dos EUA, atender de bandeja a todos os mimos homossexuais é vastamente mais importante do que impedir bebês em gestação de serem assassinados!
Desorientado e desesperado, Chen não sabe o que fazer, a não ser fazer um apelo público em direção ao próprio país que não foi sincero e justo com ele: “Gostaria de pedir ao presidente Obama, lhe suplico, para que faça tudo o que possa para que nossa família possa ir embora”.
Talvez, por pressão dos inúmeros americanos pró-vida, Obama consiga agir contra sua própria consciência pró-aborto e dar uma chance a um indefeso chinês cercado por opressores a serviço do Estado. Talvez.
Ativista pró-vida americano é preso e surrado pela polícia pelo “crime” de orar na frente de uma clínica de aborto
Entretanto, é certeza que suas opressões não terminarão nos EUA, onde ativistas pró-vida são furiosamente detidos pela polícia pelo único “crime” de orar em frente de uma clínica de aborto, enquanto médicos e funcionários assassinos matam bebês à vontade sob a proteção de uma lei que, em muitos sentidos, não é melhor do que as leis nazistas, que relegavam os judeus e outros seres humanos indefesos à classe dos merecedores de extermínio. Nos EUA, os bebês em gestação estão nessa categoria infeliz.
Polícia americana prende jovem que estava orando na frente de uma clínica de aborto. Nos EUA, o aborto é legalmente sagrado.
Se quiser ajuda do governo dos EUA, Chen vai ter de orar, jejuar e esperar muito até aparecer um novo Ronald Reagan. Mas se ele quiser uma ajuda maior, ele não precisará esperar por décadas ou séculos, pois Deus diz:
“Não ponham a sua confiança em pessoas importantes, nem confiem em seres humanos, pois eles são mortais e não podem ajudar ninguém. Quando eles morrem, voltam para o pó da terra, e naquele dia todos os seus planos se acabam. Feliz aquele que recebe ajuda do Deus de Jacó, aquele que põe a sua esperança no Eterno, o seu Deus, o Criador do céu, da terra e do mar e de tudo o que neles existe! O Eterno sempre cumpre as suas promessas; ele julga a favor dos que são explorados e dá comida aos que têm fome. O Deus Eterno põe em liberdade os que estão presos e faz com que os cegos vejam. O Eterno levanta os que caem e ama aqueles que lhe obedecem.” (Salmos 146:3-8 BLH)