terça-feira, 17 de abril de 2012

França: presidente descarta permitir casamento gay se for reeleito

França: presidente descarta permitir casamento gay se for reeleito

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, disse nesta terça-feira, dia 17, que se for reeleito não reformará a legislação para permitir o casamento homossexual, e que é preciso buscar ‘outras fórmulas’ para a união de dois homens ou de duas mulheres.

Apesar da declaração, o presidente, candidato nas eleições presidenciais da França que acontecem neste mês, afirmou que detesta a homofobia, e lembrou que o deputado Christian Vaneste foi excluído de seu partido em fevereiro por vários pronunciamentos contra os homossexuais, e em particular por ter negado que houve deportações no tempo dos nazistas.

“Para mim, uma família é composta por um pai e uma mãe, não dois pais ou duas mães”, afirmou Sarkozy em entrevista à emissora de rádio France Inter, dedicada à campanha para as eleições presidenciais, cujo primeiro turno acontecerá no próximo domingo, dia 22, e o segundo, em 6 de maio.

Sarkozy disse que os casais homossexuais ‘precisam encontrar outra instituição diferente do casamento’. “Para ter um filho, é preciso um homem e uma mulher, embora isso não queira dizer que um casal homossexual não possa cuidar bem de uma criança”, disse.

Família

As declarações de Sarkozy sobre família coincidem com o dia em que ele se torna avô pela segunda vez, seis meses depois do nascimento de seu quarto filho. A nova integrante da família é uma menina, que se chama Lola e é fruto do casamento de Jean Sarkozy e Jessica Sebaoun-Darty.

Jean, de 25 anos, é o segundo filho do presidente francês, e já era pai do pequeno Solal, que nasceu em janeiro de 2010. Lola Sarkozy é seis meses mais nova que sua tia Giulia, que nasceu em outubro e é a primeira filha da união matrimonial do presidente francês com Carla Bruni. Além de Lola e Jean, Sarkozy é pai de Pierre, de seu primeiro casamento, e Louis, do segundo.

Fonte: Veja
Fonte via: http://www.verdadegospel.com/presidente-da-franca-descarta-permitir-casamento-gay-se-for-reeleito/

Divulgação: http://cultura-calvinista.blogspot.com/

domingo, 15 de abril de 2012

O casamento como instituição privada que garante a sucessão das gerações

O casamento como instituição privada que garante a sucessão das gerações

by O. Braga

O casamento como instituição privada que garante a sucessão das gerações

by O. Braga

Na Roma antiga anterior ao império, o casamento era uma coisa estritamente privada; mas era também considerado um dever cívico, e por isso não era apenas um direito negativo como se está a transformar entre nós.
Antes do século II d.C., o casamento não era formalmente reconhecido pela política senão em caso de divórcio, de reconhecimento de filiação ou de partilhas e de heranças. A cerimónia do casamento era realizada em casa e na presença de convidados mais íntimos que eram as testemunhas; não havia contrato de casamento nem papéis assinados que selassem o contrato. Nunca passou pela cabeça do romano que o casamento não fosse entre um homem e uma mulher, não obstante existissem homossexuais e orgias “gays” como existem hoje.
Os processos de divórcio e de heranças eram baseados nas testemunhas do casamento; eram estas que confirmavam no tribunais que determinado homem e determinada mulher eram, de facto, casados, porque tinham sido testemunhas oculares da cerimónia nupcial privada.
Uma mulher romana podia divorciar-se quando quisesse — as divorciadas levam consigo o seu dote, embora os filhos ficassem sempre com o pai —, o que gerou situações que hoje consideramos caricatas: ser cornudo não era considerado uma vergonha, porque a mulher era considerada como estando ao nível do estatuto dos filhos ou dos servos domésticos.
Se uma mulher era infiel, isso não era considerado ridículo, mas antes era considerado uma infelicidade, equiparada a uma gravidez de uma filha adolescente, ou à infelicidade da falta ao dever por parte de um escravo. Por isso, no caso de infidelidade da mulher, o homem romano era o primeiro a anunciar publicamente a “catástrofe”: o imperador Augusto descreveu detalhadamente, num édito, as “cambalhotas” da sua filha Júlia; o imperador Nero fez exactamente a mesma coisa em relação às “cambalhotas” da sua mulher Octávia — para confirmarem que não tinham "paciência" para aturar comportamentos viciosos. E o cidadão anónimo questionava-se se deveria admirar ou censurar o silêncio estóico de outros maridos...
A partir do século I e principalmente do século II d.C., com a consolidação do império e com a influência estóica na cultura romana, a “moral do dever cívico” aplicado ao casamento deu lugar a uma “moral do casal” — o estoicismo pregou largamente a nova “moral do casal”.
A “moral do dever cívico” dizia: “casar é um dever do cidadão”; a nova “moral do casal” dizia: “Se se quer ser um homem de bem é necessário fazer amor para ter filhos; o casamento não serve para prazeres venéreos”. Na nova “moral do casal”, a mulher passou a ser uma companheira para toda a vida e uma amiga do “pai de família” romano. Em ambas as morais, o casamento romano foi sempre monogâmico [as concubinas deles e os amantes delas não eram consideradas esposas e maridos].
Na Idade Média e com o primado do Cristianismo, o casamento privado romano passou a ser reconhecido pela Igreja Católica em uma cerimónia religiosa paralela à cerimónia privada em casa dos nubentes; mas o casamento continuou ser uma "coisa privada". Só com os teóricos da Razão de Estado, a partir de finais da Idade Média, é que passou a existir o contrato de casamento conforme existe hoje.

Hoje, os libertários de direita [Partido Social Democrata, e agora o CDS/PP] dizem que devemos voltar à concepção de casamento monogâmico e natural romano, como instituição puramente privada; e os libertários de esquerda [Partido Socialista e Bloco de Esquerda, que de “libertários” têm muito pouco] pretendem estender o contrato de casamento aos pares de homossexuais, e defendem mesmo o contrato de casamento poliamórico e/ou polígamo e a adopção de crianças por pares de homossexuais.
Os primeiros colocam em causa a "excessiva" intervenção do Estado no casamento, e os segundos pretendem um reforço da influência do Estado na vida privada dos cidadãos e na instituição do casamento.
Casamento romano
A posição dos conservadores é a de que, sendo que o Estado é hoje uma realidade inquestionável, não pode ser retirado da problemática do casamento. O direito romano da república [antes do império] tinha imensas dificuldades em lidar com o estatuto das crianças nascidas no casamento estritamente privado; e por isso, hoje é o Estado que tem que prover pelos direitos das crianças que são a parte mais fraca em caso de litígio e de divórcio.
Por outro lado, os conservadores pensam que o casamento é uma instituição que se caracteriza pela aliança entre o homem e a mulher com a sucessão das gerações — sendo que “instituição”, neste contexto, é uma forma de vida que a sociedade dá a si mesma para assegurar a sua perenidade.

Divulgação: http://cultura-calvinista.blogspot.com/

O Partido Verde defende a legalização do incesto.

A partido dos Verdes alemão defende a legalização do incesto (Direto de Portugal)


by O. Braga

O político alemão Hans-Christian Ströbele, do partido dos Verdes da Alemanha — “partido melancia”: verde por fora e vermelho por dentro —, defendeu a legalização do incesto, na sequência de uma decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos que, em relação a um caso de dois irmãos “casados”, declarou que o incesto não é dum direito humano.
Porém, o esquerdista Hans-Christian Ströbele diz que sim: que o incesto é um direito humano.
E quais são os argumentos de Hans-Christian Ströbele para dizer que o incesto é um direito humano?
Em primeiro lugar, o “melancia” diz que na Turquia o incesto não é proibido; depois, diz que entre os antigos aztecas e no antigo Egipto, dinastias inteiras basearam-se no incesto. E estes são os argumentos “racionais” do Ströbele para a legalização do incesto.
Eu começo a ser da opinião de que quando uma pessoa colocada na posição social de Ströbele, começa a defender o irracional, deve ser calado coercivamente; deve-lhe ser retirado o estatuto social. A liberdade de expressão tem que ter limites.
A única explicação racional que eu encontro para o facto de alguns políticos da esquerda europeia defenderem o incesto é a de que se sentem sós na sua condição de atrasados mentais, e procuram, por isso, a sua clonagem. São atrasados mentais, e ainda se reproduzem!
O. Braga | Sábado, 14 Abril 2012 at 6:14 am | Tags: incesto | Categorias: A vida custa, ética, cultura, Esta gente vota, Europa, politicamente correcto | URL: http://wp.me/p2jQx-b3d


Divulgação: http://cultura-calvinista.blogspot.com/