"Promiscuity has direct financial costs. STIs are estimated to cost the NHS – and therefore the taxpayer – more than £1 billion per year. There are also longer-term costs. HIV treatment is now estimated at around £0.5 billion a year in the UK, with lifetime costs per case estimated at more than £300,000.
Preventing the 3,550 new cases that were diagnosed in 2008 would ultimately have saved £1.1 billion. The estimated 83,000 cases of HIV in the UK at the end of 2008 represent a total lifetime cost of £26 billion. Teenage pregnancy costs the NHS £63 million per year, and a further £29 million for infertility and other complications arising from chlamydia alone.
96 per cent of abortions are carried out on the NHS, at a cost of £650 each,[18] or £118 million.
These direct costs total around £60 per taxpayer annually. However, this ‘premium’ to insure our sexual freedom soars when the wider costs are taken into account."
A esquerda radical portuguesa do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista — acolitada pela esquerda fabiana e politicamente correcta composta por uma mistela política que incorpora o Partido Socialista de José Sócrates e de António Seguro, por um lado, e o Partido Social Democrata neoliberal de Passos Coelho [conhecido também pelo Pernalonga] e uma parte dos líderes políticos do CDS/PP [Paulo Portas, Teresa Caeiro, entre outros nomes] — tem lançado uma campanha política contra o tabaco e contra a obesidade: os fumadores e as pessoas obesas transformaram-se no alvo político e nas novas vítimas do politicamente correcto.
Simultaneamente, a esquerda radical e os seus acólitos politicamente correctos têm tomado medidas contra a instituição do casamento e a favor do facilitismo no divórcio — Partido Socialista, e entre outras medidas, a legalização do “casamento” gay e a legislação do “divórcio unilateral e na hora”.
Um estudo recente em Inglaterra chegou à conclusão de que os custos da "liberdade" sexual — por exemplo, o aborto, o divórcio, promiscuidade sexual, etc. — custam ao contribuinte inglês cerca de 120 mil milhões de Euros por ano (quase o dobro do dinheiro que Portugal pediu emprestado ao FMI). Este valor é equivalente ao dobro do total gasto em Inglaterra com o alcoolismo, o tabagismo e a obesidade, tudo junto.
Para além da inversão de valores da Ética e da tentativa de substituição dos tabus naturais tradicionais por outros tabus que são produtos de engenharia social [porque uma cultura sem tabus, é um círculo quadrado] — sendo que os novos tabus politicamente correctos são contra-natura, contra o senso-comum e apostam na dissonância cognitiva dos cidadãos —, a política portuguesa comandada pela esquerda radical erra também no aspecto estritamente utilitário e económico.
Voltarei a este tema num próximo postal.