quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A ideologia da neutralidade de género destrói a sociedade

A ideologia da neutralidade de género destrói a sociedade

by O. Braga

"Descriptions of women used in men's magazines are indistinguishable from views expressed by convicted rapists, researchers found in a new study.
When presented with quotes from both, some men actually found themselves identifying more with the views of the sex offender than those espoused by the magazines, it was found.
Psychologists say that the study highlights the danger of the sexualisation of women in the media and called for moves to deal with the issue."
O que separa, hoje, a nossa sociedade da barbárie não é a cultura antropológica: é apenas a lei.
Ao contrário da feminilidade, a masculinidade precisa de ser confirmada; e daí a importância da proximidade do pai como apoio da criança/rapaz, e como um conforto da sua identidade masculina que lhe dará mais segurança para assumir a renúncia à mãe e ao feminino. A masculinidade é um “valor acrescentado” que necessita de ser confirmada a todos os níveis da personalidade: psíquico, mas também corporal e espiritual.
Até há pouco tempo, a sociedade tinha na família natural [pai, mãe, filhos e filhas] um referência cultural antropológica. O “valor acrescentado” da masculinidade era confirmado de uma forma consentânea com os interesses da sociedade e da preservação do seu futuro: a família e a presença do pai. A desconstrução contemporânea da família natural leva a que os jovens procurem, por meios diferentes e pouco ortodoxos, a confirmação da sua masculinidade.
Embora sempre existissem sociopatas e psicopatas ao longo da História, hoje a sociopatia e a psicopatia tendem a ser normalizadas.
A instituição da família e a figura do pai diluem-se na nossa cultura antropológica. Ainda há pouco tempo, a cultura antropológica dizia-nos que “não se bate numa mulher nem com uma flor”; “os meninos deviam respeitar as meninas”; “as meninas tinham a primazia”; em um transporte público, “o cavalheiro devia dar lugar à senhora”; etc. Quer se queira ou não, havia uma cultura antropológica que "domesticava" o homem — a Razão que controlava o excesso de Thymos [ou Thumos] masculino em circulação na sociedade.
Hoje, os me®dia substituem paulatinamente essa cultura antropológica — que não era isenta de críticas da parte do feminismo! —, fazendo com que a masculinidade seja confirmada mediante padrões culturais sociopatas e psicopatas. O que separa, hoje, a nossa sociedade da barbárie não é a cultura antropológica: é apenas a lei [no sentido de “direito positivo”]. Foi a esta situação que a ideologia de neutralidade de género nos trouxe. E quando a lei é apenas a derradeira fronteira em relação à barbárie, basta mudar a lei para que a barbárie se instale como um valor.



DIVULGAÇÃO: http://luis-cavalcante.blogspot.com

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Luis, precisamos mais uma vez reagir e tem que ser agora contra esta lei infame da PLC 122

Luis,

Precisamos mais uma vez reagir e tem que ser agora!

Antes mesmo de fechar esta janela em
seu computador!

O PLC 122 que ficou popularmente
conhecido como “lei da homofobia”
pode ser colocado em votação ainda
esta semana.

Esta lei infame não pode vigorar no Brasil, Luis, contrariando as raízes cristãs de nossa Pátria.

Reaja agora mesmo enviando um e-mail
de protesto aos Senadores. (Veja aqui
como enviar
)

Há alguns meses, alguns ativistas da causa homosssexual, entre eles sua mais ferrenha defensora, a senadora Marta Suplicy, tiveram que recuar por causa da reação pública contrária ao PLC 122.

Depois disso, eles passaram a trabalhar
na surdina e ressurgem agora,
inesperadamente, para recolocar em
votação este projeto de lei rechaçado
pela IMENSA MAIORIA DO
POVO BRASILEIRO!


Eles fingiram que recuaram, mas não é nada disso. Foi tudo uma questão de tática. E alardearam aos quatro cantos que mudaram o texto do projeto de lei.

Leia a seguir quais motivos poderão levar você para a prisão e lá ficar de um a três anos!

SIM, você poderá ficar até 3 anos preso, junto com os piores bandidos, traficantes e outros criminosos se:

Art. 4º - Deixar de contratar ou nomear alguém ou dificultar sua contratação ou nomeação, quando atendidas as qualificações exigidas para o posto de trabalho, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Isso implica dizer que se uma mãe quiser contratar uma babá, e aparecer uma candidata lésbica, a mãe não pode sequer dificultar sua contratação pelo fato da candidata ser lésbica, sob pena de ficar até três anos atrás das grades.

Reaja agora!

É isso mesmo, Luis, querem impedir uma mãe de resguardar a moral de seus filhos.
Não vamos ficar inertes vendo
isso acontecer.

Veja aqui como protestar contra a chamada ”Lei da Homofobia”.

Se nos unirmos, este projeto que os brasileiros já rejeitaram tantas vezes não entrará em pauta de votação no Senado no próximo dia 8 de dezembro, ou melhor ainda, será rejeitado.

Assine o protesto e convoque toda
sua rede de amigos na Internet para
fazer o mesmo.


Nossa reação precisa ser rápida, Luis.
Conto com sua ajuda.

O PLC 122 vai interferir diretamente na sua vida, se for aprovado.

Atenciosamente,


Mario Navarro da Costa
Diretor de Campanhas
Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
www.ipco.org.br

PS - Se essa votação se der, nós vamos publicar - para que todos saibam - os nomes dos Senadores que votaram contra o desejo da grande maioria do povo brasileiro, que é contra o PLC 122.


Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A atomização totalitária da sociedade por via da destruição da família natural

A atomização totalitária da sociedade por via da destruição da família natural

by O. Braga

"A ideologia do género, na sua escalada contra a família natural, obteve no ano passado uma importante vitória, com a aprovação parlamentar do casamento legal entre pessoas do mesmo sexo. Uma tal reforma subverteu, em termos legais, o matrimónio civil, agora equiparado à união de duas pessoas do mesmo sexo. Mas, como a lei em vigor não permite que estas uniões possam adoptar, está em curso uma tentativa de substituir o conceito de filiação pela volátil noção de «homoparentalidade»."
Absurdo com pernas
O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada chama à atenção para o projecto totalitário que consiste na erradicação da linhagem genealógica [ou árvore genealógica] das crianças. O gayzismo é, em si mesmo, uma ideologia política para-totalitária que está a ser utilizada por uma certa Esquerda com pretensões totalitárias, como é o caso, por exemplo, do Bloco de Esquerda.
O que me parece mais grave é que se pretende impor coercivamente o conceito de “homoparentalidade” à sociedade sem qualquer discussão. Trata-se de um Diktat, porque os seus defensores sabem perfeitamente que a sua (deles) posição é tão fraca que uma opção por uma definição ética através do modelo discursivo [Habermas] seria suicidária para a sua causa. Quando se eliminam os qualificativos de “mãe” e “pai” dos passaportes, por exemplo, estamos já perante um processo político de Diktat que não tem em conta a vontade do povo.
A instituição do casamento é a aliança da mulher e do homem com a sucessão das gerações.
O “casamento” gay veio suprimir cada um destes termos. Segundo o conceito de “homoparentalidade”, o casamento não é nem a aliança entre o homem e a mulher, nem é sequer o acto gerador. E é baseando-se na benevolência do povo quando permitiu o “casamento” gay, que agora se impõe, pela força exercida através da repressão do Estado, o conceito de “homoparentalidade”. O que pode sair daqui é exactamente a revogação do “casamento” gay; a probabilidade de que isso venha a acontecer — num futuro não tão longínquo quanto se possa pensar — é, na minha opinião, alta.
A árvore genealógica passa a ser proibida.
A "homoparentalidade" elimina a noção de origem carnal; e a criança já não pode inscrever-se em duas linhas claras de parentesco e perde a sua noção natural de finitude. Os futuros adultos considerar-se-iam consecutivamente como o ponto zero da linhagem; as gerações anteriores seriam marginalizadas, se não mesmo erradicadas da cultura antropológica — o que levaria o futuro adulto a não valorizar a sua própria maternidade ou paternidade. Estamos, assim, perante a atomização da sociedade através da tentativa da eliminação radical da identidade dos cidadãos, tendo como objectivo um novo tipo de totalitarismo.
O Bloco de Esquerda é um partido que defende a erradicação da liberdade em nome da liberdade; é o partido político português mais perigoso, porque se serve alegadamente da defesa da liberdade para defender o fim da liberdade. E, por isso, o Bloco de Esquerda deve ser combatido através de todos os meios possíveis e necessários [literalmente].