domingo, 13 de novembro de 2011

Vinte filhos e contando! Michelle Duggar anuncia gravidez

Vinte filhos e contando! Michelle Duggar anuncia gravidez


Michelle e Jim Bob Duggar tinham um anúncio para fazer no programa de TV The Today Show nesta manhã. O anúncio foi que Michelle está grávida de seu vigésimo bebê. Eu estava começando a ficar irritada a favor deles ao assistir às reações e perguntas de certo modo importunas feitas por Ann Curry…
Que testemunho esse casal e família são. Eu simplesmente os amo. Veja o que quero dizer no clip postado no People.


Mais do People
“Estamos tão emocionados”, diz Michelle, de 45 anos, que agora está com uma gravidez de 3 meses e meio e com data de parto para abril. “Sinto-me bem. Já não estou mais na fase dos enjoos”.
O casal da cidade de Tontitown, Arkansas, que são pais dos filhos Joshua, de 23 anos e casado com Anna, de 23 anos, que têm dois filhos, Mackynzie, de 2 anos e Michael, de 4 meses; os gêmeos Jana e John-David, de 21 anos; Jill, de 20 anos; Jessa, de 19 anos; Jinger, de 17 anos; Joseph, de 16 anos; Josiah, de 15 anos; Joy-Anna, de 14 anos; os gêmeos Jedidiah e Jeremiah, de 12 anos; Jason, de 11 anos; James, de 10 anos; Justin, de 8 anos; Jackson, de 7 anos; Johanna, de 6 anos; Jennifer, de 4 anos; e Jordyn, de 3 anos. O casal passou por uma emergência médica com sua filha mais nova Josie, que nasceu em 10 de dezembro de 2009.
Ela nasceu depois do diagnóstico de pré-eclâmpsia de Michelle com 25 semanas de gestação, pesando apenas 726 gramas…
Depois da chegada ao mundo de Josie, com todas as ameaças à vida dela, o casal Duggar compreende que alguns poderiam questionar sua gravidez mais recente.
“Michelle provavelmente está agora com saúde melhor do que estava 10 anos atrás”, diz Jim Bob, de 46 anos. “Ela vem ficando num elíptico por cerca de uma hora por dia e toma muito cuidado com o que come”.
Michelle, que está sob os cuidados de um médico de gravidez de alto rico, diz que está sendo cautelosa, comendo muita proteína e verduras verdes e se abstendo de cafeína. Aproximadamente 10 a 15 por cento das mulheres têm pré-eclâmpsia — Michelle a teve em sua segunda gravidez — e o problema pode atingir ao acaso. Contudo, as mulheres que a tiveram no passado correm risco maior…
“Se tivéssemos vivido com medo depois que Michelle teve pré-eclâmpsia depois de seu segundo parto, teríamos perdido todas as nossas maravilhosas bênçãos”, diz ele. “A maioria das gravidezes dela foi muito bem”.
Publicado com a permissão de JillStanek.com
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Resumo da evidência em defesa do casamento

Resumo da evidência em defesa do casamento


4 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Os que defendem o casamento precisam tirar vantagem do que se sabe acerca da atração de mesmo sexo (AMS), pois aqueles que promovem a redefinição do casamento estão manipulando a opinião pública distorcendo os fatos e pesquisas. As cinco principais distorções são:
1) Os indivíduos com AMS nasceram desse jeito.
2) Os indivíduos com AMS não podem mudar.
3) Os indivíduos com AMS são simplesmente tão saudáveis quanto as pessoas em casamentos de marido e esposa.
4) Os relacionamentos de mesmo sexo são exatamente iguais aos casamentos de marido e esposa, exceto pelo sexo dos parceiros.
5) Crianças obtidas por indivíduos em relacionamentos de mesmo sexo não têm problemas demasiados.
Há numerosos estudos que refutam os primeiros dois pontos e não existe nenhum estudo confiável que apoie ambos.
Há numerosos estudos grandes muito bem feitos que revelaram que indivíduos com AMS têm muito mais probabilidade do que homens e mulheres casados de sofrer de:
* Desajustes psicológicos
* Vícios sexuais e parafilias
* Ideias e tentativas de suicídio
* Vícios, inclusive de drogas, álcool e cigarros
* Relacionamentos instáveis, infiéis, não permanentes e não exclusivos
* Problemas de saúde, principalmente DSTs, inclusive HIV e câncer
* Ter sido vítima de abuso sexual, estupro ou violência doméstica
Aqueles que defendem o casamento frequentemente apontam para o fato de que falta complementaridade aos relacionamentos de mesmo sexo, mas não conseguem explicar como essa falta afeta a qualidade do relacionamento e faz com que um ou ambos os parceiros sacrifiquem algo essencial à sua dignidade humana. Os relacionamentos de mesmo sexo enquadram-se em muitos modelos. A seguinte lista cobre alguns desses modelos e como a falta de complementaridade natural provoca um impacto negativo nos indivíduos envolvidos:
1) Pseudo marido ou esposa — O homem que imita o papel de esposa sente que é efeminado depender de outro homem. A mulher que imita o papel de marido muitas vezes ainda quer ser mãe.
2) Pai/filho — O parceiro do sexo masculino mais jovem, ao aceitar o papel de criança, sacrifica seu direito de ser um adulto pleno. A mulher que aceita o papel de criança se torna permanentemente dependente. O relacionamento é inerentemente incestuoso.
3) Amizade assexual — Muitos relacionamentos de mesmo sexo começam cm muita paixão e rapidamente regridem para amizades assexuais. O amigo de mesmo sexo não mais excita paixão. Os homens em amizades assexuais se engajam em sexo casual fora do relacionamento. Entre as mulheres, a “cama morta” é comum. Amizades assexuais não precisam ser reconhecidas como casamentos.
4) Clones/fusão — Indivíduos em relacionamentos de mesmo sexo tentam erradicar todas as diferenças. A individualidade não é tolerada
5) A solidão provocada pela ausência do outro sexo ou medo do outro sexo causada por abusos — Os indivíduos envolvidos sacrificam sua heterossexualidade natural. Esses relacionamentos são inerentemente instáveis e o indivíduo pode, quando surgir a oportunidade, voltar a um relacionamento heterossexual.
Relacionamentos de mesmo sexo não promovem os melhores interesses nem suprem as reais necessidades dos indivíduos envolvidos. As pressões em prol de reconhecimento social podem ser motivadas pela convicção errônea de que seus problemas de relacionamentos são causados por forças externas em vez da falta inerente da verdadeira complementaridade.
Crianças obtidas por duplas de mesmo sexo estão também sujeitas aos problemas inerentes em sua condição. Além disso, as duplas de mesmo sexo têm mais probabilidade de estar em risco de muitos problemas que causam impacto direto em sua capacidade de fazer papel de pai e mãe.
1) Fatores Intrínsecos — Toda criança obtida por uma dupla de mesmo sexo foi por definição separada de um ou ambos seus pais biológicos, por meio da morte, deserção, mãe solteira, orfanato, adoção, doador de inseminação artificial ou mãe de aluguel. Até mesmo nas melhores circunstâncias, tal separação é percebida pela criança como perda. Uma dupla de mesmo sexo jamais é a melhor das circunstâncias. É por definição o segundo melhor por lhe faltar um pai ou mãe. Pior ainda é que essa tragédia em particular não é por acaso, mas a consequências da ação cônscia e planejada dos indivíduos de quem a criança depende. De modo propositado e permanente, fazem com que essas crianças fiquem sem pai e sem mãe. Além disso, as famílias de mesmo sexo com crianças funcionam como uma seita herética. Nega-se a perda que a criança sofre. Impõe-se sobre as crianças a carga de sentir que seu desejo legítimo por um pai e mãe de sexos diferentes trai o sacrifício de sua família [de mesmo sexo] em face de uma cultura hostil, rejeitadora e homofóbica.
2) Fatores de Risco — Indivíduos com AMS têm muito mais probabilidade do que homens e mulheres casados de sofrer desajustes psicológicos, vício sexual e parafilias, ideias e tentativas de suicídio, relacionamentos instáveis, problemas de saúde e terem sido vítimas de abuso ou violência. Esses problemas raramente ocorrem isoladamente. Muitos indivíduos com AMS sofrem de uma combinação de desordens. Além disso, cada relacionamento de mesmo sexo contém dois indivíduos que estão em risco elevado, dobrando o potencial para um resultado abaixo de excelente. Temos de fazer a pergunta: Será que os assistentes sociais estão intencionalmente ignorando problemas quando entregam crianças para duplas de mesmo sexo que têm problemas sérios?
Aqueles que defendem o casamento precisam divulgar essas informações.
Evidências que apoiam o material apresentado aqui podem ser encontradas em meu livro One Man, One Woman (Um Homem, Uma Mulher). Aqueles que precisam de referências específicas podem me mandar um email para dalemoleary@yahoo.com ou meu blog.
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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Questões de vida e família permeiam todas as questões econômicas na crise mundial de dívida

Questões de vida e família permeiam todas as questões econômicas na crise mundial de dívida


ROMA, Itália, 7 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — O que a maioria dos especialistas seculares, políticos, lobistas, banqueiros e o público não entendem sobre a crescente crise econômica da Europa e do resto do mundo ocidental é a relação íntima das políticas anti-vida e anti-família do Ocidente, um proeminente escritor de economia disse para LifeSiteNews.com.
John Medaille
John Medaille, autor, empresário, palestrante e instrutor de teologia da Universidade de Dallas, disse para LifeSiteNews.com que “as questões da vida… permeiam todas as questões econômicas” e que compreender isso é crucial para se entender a natureza da crise mundial.
O crescimento do Estado, o monopólio da propriedade dos recursos do mundo por parte de empresas imensas, a dependência dos cidadãos no Estado e uma dívida inimaginavelmente imensa e insolúvel dos governos e cidadãos particulares são a consequência da erosão das proteções para a família como a unidade fundamental da sociedade, disse ele.
Medaille é o autor dos livros The Vocation of Business (A Vocação Empresarial) e Toward a Truly Free Market: A Distributist Perspective on the Role of Government, Taxes, Health Care, Deficits, and More (Em Direção a Um Mercado Realmente Livre: Uma Perspectiva Distributista sobre o Papel do Governo, Impostos, Assistência de Saúde, Déficits e Mais).
O autor disse que a conexão entre a deterioração da família e a crise econômica pode ser observada muitíssimo facilmente no colapso do mercado imobiliário. “Durante o crescimento econômico acelerado”, disse Medaille, “construímos 1,6 milhão de casas, mas formamos apenas 1,2 milhão de lares. Obviamente, a demanda por casas é impulsionada pela formação de lares. E muitos dos domicílios que se formaram eram do tipo que pode ser dissolvido ou consolidado com facilidade: indivíduos solteiros, com ou sem filhos, e casais amigados”.
A economia não é uma gnose mística que apenas uns poucos iniciados conseguem compreender, disse ele. É baseada em pessoas e suas necessidades. Em resumo, o crescimento populacional dos países mais avançados economicamente está estagnado, com o aborto legal e a contracepção colocando os índices gerais de fertilidade muito abaixo do nível de substituição. E quando há menos pessoas, famílias separadas e menos casamentos, há naturalmente menos estabilidade econômica, menos demanda por bens e serviços e menos capacidade para produzi-los.
“Por debaixo da economia”, explicou Medaille, “há cinco colunas: demografia, propriedade de terras, recursos naturais, trabalho e dinheiro — como é criado e destruído. A deterioração de qualquer um deles leva a deterioração de todos eles”.
O erro que os governos modernos estão cometendo, disse ele, é substituir, ou deslocar, funções que no passado eram realizadas na família. A inteira tendência que tem levado a uma crescente intervenção estatal na vida de família é consequência do enfraquecimento das estruturas da família. Sem esses, Medaille diz, o governo tinha pouca escolha senão intervir. “Mas em algum ponto”, disse ele, o Estado com dívidas imensas “não mais pode cumprir suas promessas”.
“Veja o sistema de seguridade social. Em toda a história, isso significaria uma de duas coisas: você tinha muito dinheiro ou você tinha muitos filhos. Já que a maioria das pessoas não tinha muito dinheiro, elas precisavam ter muitos filhos. O cuidado da família era uma prática espalhada entre as gerações, com cada um provendo algo. As relações entre as gerações eram mediadas de forma natural, e havia um limite quanto ao que os idosos podiam pedir dos jovens (e vice-versa). Mas quando o Estado se torna o fator mediador, esses limites são removidos e as demandas aumentam. Os reais ganhadores na seguridade social são aqueles que tiveram poucos filhos ou nenhum. Eles dependem dos filhos dos outros para pagar impostos, mas evitaram todos os custos (e sofrimentos) de eles mesmos criarem filhos”.
A ideia de um “salário mínimo” é outro conceito perdido na economia moderna, que foi originalmente baseado nas reais necessidades de pessoas reais vivendo no contexto de uma família.
“À medida que a família deixou de ser em si um centro de produção, mais renda havia nos salários. Mas quando um salário de fora é insuficiente para sustentar uma família, ou a família era ensinada (por meio de propagandas publicitárias e outros meios culturais) a multiplicar seus desejos além do que até mesmo um salário decente poderia sustentar, as mulheres acharam necessário trabalhar fora de casa. Mas o trabalho no lar ainda tinha de ser feito. Por isso, os restaurantes, as creches, os serviços domésticos, etc., se expandiram. Esses são caros, e muitas famílias recorreram ao Estado em busca de ajuda”.
O resultado, explicou ele, é um Estado assistencialista em que a população, mesmo quando não está recebendo diretamente benefícios do governo, fica totalmente dependente do Estado para manter um padrão de vida artificialmente elevado. E embora as demandas financeiras sobre a família experimentem limites naturais, não há tal limite quando o Estado substituiu a família como a unidade fundamental da economia. As tensões dessas demandas acabam ultrapassando a capacidade do Estado prover.
Essa situação vem sendo acelerada pelos antigos sistemas assistencialistas da Europa que intervêm nos cidadãos desde o nascimento até a morte, e o resultado parece ser uma espiral inescapável em direção ao caos econômico e social. Embora a União Europeia esteja desesperadamente atrás de países dispostos a contribuir para seus planos de socorro financeiro de vários bilhões de euros, e a população continue a esperar maciços programas sociais públicos, o público está cada vez mais perplexo com as políticas da União Europeia de dívidas estatais cada vez maiores.
Daniel Hannan, político do Partido Tory e membro eurocético do Parlamento Europeu, escrevendo no jornal Sunday Telegraph deste final de semana resumiu a opinião pública em toda a Europa, dizendo que as pessoas “não compreendem o motivo por que a União Europeia está acelerando todas as políticas que criaram a crise em primeiro lugar”.
Resumindo boa parte da opinião popular em toda a Europa, Hannan escreveu: “Eles não entendem o motivo por que o governo central europeu em Bruxelas está tratando a crise de dívida fazendo mais dívidas. Eles não entendem como a Grécia pode ser ajudada com mais empréstimos. Eles não entendem o motivo por que os interesses dos povos da Europa estão sendo sacrificados, tudo para se manter o euro unido. Eles não entendem o motivo por que a UE está acelerando todas as políticas que criaram a crise em primeiro lugar”.
De acordo com Medaille, a crise do euro é de fato um bom exemplo do problema de substituir concretas realidades humanas com ideologias como o alicerce das economias modernas.
“Uma moeda expressa uma economia, mas a Europa não tem uma economia, mas muitas. E tratar a Grécia como a Alemanha ofereceu benefícios de curto prazo para ambos, ao custo da estabilidade de longo prazo. Estamos no longo prazo, e agora não há nenhum jeito de estabilizar as coisas”.
Na Europa o público está perplexo e recorrendo à ira enquanto o euro e possivelmente o “projeto europeu” inteiro — o de criar um gigante superestado — parecem estar cambaleando.
Na Inglaterra o governo de coalizão de David Cameron está sob ameaça à medida que crescem as demandas tanto do público quanto do seu gabinete governamental para se fazer um referendo sobre o lugar da Inglaterra como membro da UE, umas das principais promessas de campanha que Cameron renegou logo nas primeiras semanas depois de assumir como primeiro-ministro. Cameron foi confrontado nesta semana pelos ministros de seu gabinete. Eles estavam irados com uma potencial conta de 40 bilhões de libras para resgatar o euro.
O público alemão também está se opondo de modo vociferante ao fato de que os impostos deles vão dar suporte para o que é visto como governos irresponsáveis e corruptos da região mediterrânea, enquanto a economia da Irlanda, que começou a crescer de forma acelerada recentemente, está cambaleando sob o peso de bilhões de euros de dívida imposta pelo Fundo Monetário Internacional e pela UE.
Os líderes da UE estão desesperadamente buscando assistência financeira, até mesmo de economias de segunda e terceira categoria como Brasil, África do Sul e Rússia. A China parece ter categoricamente recusado atender aos pedidos de assistência, com a agência noticiosa oficial Xinhua dizendo num editorial: “A China não pode assumir o papel de um salvador para os europeus, nem fornecer uma ‘cura’ para o declínio moral e social da Europa. Obviamente, cabe aos próprios países europeus tentarem resolver seus problemas financeiros”.
Para ler mais sobre Distributismo como uma solução alternativa para o globalismo econômico: The Distributist Review
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Modesta proposta para deter divórcios desnecessários

Modesta proposta para deter divórcios desnecessários


9 de novembro de 2011 (Breakpoint.org/Notícias Pró-Família) — Em seu livro excessivamente sentimental sobre divórcio escrito em 1968, Tammy Wynette cantou sobre seu filho e aquele que logo seria seu ex-marido: “Eu amo vocês… Oh, como eu queria que pudéssemos parar este DIVÓRCIO”.
Pesquisas recentes mostram que Tammy não está sozinha.
Trabalhando para o Instituto de Valores Americanos, os investigadores Prof. William Doherty da Universidade de Minnesota e Leah Ward Sears, juíza aposentada do Supremo Tribunal da Geórgia, descobriram que “Cerca de quarenta por cento dos casais que já estão profundamente no processo do divórcio relatam que um ou ambos os cônjuges estão interessados na possibilidade de reconciliação”.
De acordo com seu estudo, “Segundas Chances: Uma Proposta para Reduzir Divórcios Desnecessários”, isso significa que um número significativo de divórcios é evitável e assim desnecessário.
A maioria das pessoas crê que o divórcio é o resultado de discórdias e conflitos conjugais ocorrendo por longo tempo, mas resulta que isso não é verdade. Conforme o Dr. Doherty e a juíza Sears escreveram no jornal Washington Post: “Só uma minoria dos casais que estão se divorciando experimenta elevado conflito e abuso durante seus casamentos. A maioria dos divórcios ocorre com casais que se distanciaram e lidam com os desacordos do dia-a-dia de forma deficiente”.
Eles acrescentam: “É esses divórcios ‘comuns’ que a pesquisa mostra são os mais prejudiciais para as crianças”. E pelo fato de que o Estado tem um interesse urgente no bem-estar das crianças, o Estado também tem um interesse urgente em impedir esses divórcios desnecessários.
É por isso que Doherty e Sears foram muito além da pesquisa para desenvolver uma proposta para mudar as leis dos estados.
Primeiro, eles recomendam um período de espera de um ano antes que se conceda um divórcio. A decisão de divorciar é muitas vezes feita quando as emoções estão quentes. Logo que os documentos legais são judicialmente apresentados, os casais se acham no que a juíza Sears chama de “supervia do divórcio”.
Como consequência, os casais descobrem que não têm o tempo, as ferramentas ou o espaço para reconsiderar. Uma via mais lenta, principalmente para casais com filhos, permitirá que os casais reconsiderem as consequências do divórcio contra outras opções.
Segundo, eles recomendam uma carta obrigatória de aviso logo no começo da parte do cônjuge que está decidido a iniciar legalmente o divórcio. É um jeito de avisar o outro cônjuge que “temos um problema” antes que o processo legal se inicie. E acionaria um programa obrigatório de conscientização, antes do processo legal do divórcio, para pais que têm filhos menores de idade.
Doherty e Sears recomendam que os casais que estão considerando o divórcio tenham acesso a serviços de reconciliação de casamento quer o usem ou não. Embora muitos casais com casamentos atribulados busquem aconselhamento, a maioria dos terapeutas não é adequadamente treinada em aconselhamento de casais e muitos sentem que deveriam ficar neutros na questão do divórcio. Segundas Chances recomenda treinamento específico e uma inclinação pró-casamento para os conselheiros.
Segundas Chances é uma “proposta modesta” para reduzir os divórcios, e estou completamente a favor dessa iniciativa. Minha pergunta para os cristãos e para as igrejas é, por que aguardar uma nova lei? Será que realmente acreditamos que o casamento foi instituído por Deus, que Ele o tencionou para o florescimento da humanidade, e que o casamento e a unidade da família são os alicerces da civilização?
Então, pelo amor de Deus, vamos usar nossa criatividade e dons para fazer tudo o que pudermos para ajudar os casais que estão passando por lutas a permanecerem unidos.
Publicado com a permissão de Breakpoint.org
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Nike, Microsoft e Google apoiam derrubada de Lei de Defesa do Casamento

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BOSTON, EUA, 7 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma ação judicial que poderá anular a Lei de Defesa do Casamento (LDC) recebeu o apoio de grandes empresas americanas, que entraram com um depoimento se opondo a essa lei federal num tribunal federal nesta semana.
Um depoimento amicus curiae apresentado na quinta-feira passada no caso do Estado de Massachusetts versus Ministério da Saúde dos EUA (Department of Health and Human Services) argumenta que a LDC, que protege o casamento entre um homem e uma mulher na lei federal, impõe cargas paralisantes sobre os empregadores.

A Nike é apenas uma das dezenas de empresas americanas que estão se opondo à Lei de Defesa do Casamento.
Setenta empregadores estão representados na ação amicus curiae, inclusive Microsoft, Starbucks, Google, NIKE, Levi Strauss and Co., CBS, Aetna, Blue Cross Blue Shield of Mass., Time Warner Cable, Xerox, Zipcar e Stonyfield Farm. As cidades de Nova Iorque, Boston e Cambridge também estão representadas.
O documento acusa que a LDC causa “custos desnecessários e complexidade administrativa” para os empregadores localizados em estados em que o “casamento” de mesmo sexo é reconhecido pela lei.
Já que o “casamento” de mesmo sexo é reconhecido como legal em alguns estados, mas não é reconhecido pelo governo federal, os empregadores são obrigados a enfrentar uma complexa situação tributária para duplas homossexuais “casadas”, diz a ação.
A ação também se queixa de que a lei prejudica a disposição de ânimo no ambiente de trabalho e a capacidade de uma empresa recrutar empregados gays, fazendo com que a empresa se torne “a face” da “discriminação” governamental.
“Os empregadores são obrigados a tratar um empregado casado diferente do outro, quando os dois são casados, e cada casamento é igualmente legítimo diante da lei”, diz a ação. “O peso do regulamento da LDC é intensamente sentido por empresas que conduzem operações ou fazem negócios em jurisdições que autorizam ou reconhecem o casamento de mesmo sexo”.
A ação judicial de Massachusetts é um dos muitos desafios à lei federal pendentes em tribunais em todo o país. Contudo, a iniciativa de Massachusetts vem recebendo atenção nacional pelo fato de que é a primeira a alcançar o nível federal de recurso, e em seguida haveria um recurso ao Supremo Tribunal, conforme reportagem do jornal San Francisco Chronicle.
A lei pró-família está sob ataque por parte do governo federal também, pois o governo de Obama tem se recusado a defender a lei, argumentando a favor de sua derrubada.
Membros do Partido Democrático na Câmara dos Deputados e no Senado também tentaram derrubar a lei no Poder Legislativo, e alguns democratas também entraram com depoimentos amicus curiae no caso de Massachusetts.
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