domingo, 30 de outubro de 2011

Apoiamos e pedidos que todos os cristãos evangélicos ortodoxos, bíblicos, reformados e calvinistas, nascidos de novo possam fortalem o CONGRESSO INTERNACIONAL PELA VERDADE E PELA VIDA.

Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida será realizado no Brasil no começo de novembro

Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida será realizado no Brasil no começo de novembro

 

26 de outubro de 2011 (Notícias Pró-Família) — [A organização pró-vida] Vida Humana Internacional (VHI) estará realizando uma conferencia de quatro dias no Brasil sobre a batalha internacional a favor dos valores da vida e família de 3 de novembro a 6 de novembro no Monastério de São Bento em São Paulo.
O Segundo Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida apresentará palestrantes do Brasil, Estados Unidos, Itália, Argentina, Equador e México, e cobrirá temas desde o aborto e ideologia de gênero até a descristianização do Ocidente e o advento de um “inverno demográfico”.
O congresso apresentará tais palestrantes como Dom João Carlos Petrini, presidente da Comissão Episcopal Pastoral sobre Vida e Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), assim como o Pe. Shenan Boquet, o novo presidente de VHI.
Outros palestrantes incluirão o famoso ativista pró-vida brasileiro Pe. Lodi da Cruz, que falará sobre a questão do aborto, Raymond da Souza de VHI sobre descristianização, o Pe. Paulo Ricardo sobre marxismo cultural, Piero Tozzi do Fundo de Defesa Aliança sobre o alegado “direito” ao aborto nas leis internacionais e Matthew Cullinan Hoffman de LifeSiteNews, o qual falará sobre as metas, métodos e histórico do movimento homossexual.
O congresso será transmitido ao vivo pela internet desde o Monastério de São Bento, um dos mais importantes tesouros arquitetônicos de São Paulo. Para mais informações, visite o site: http://congressoprovida.com.br/
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
 

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A revolução da coabitação: as crianças estão pagando o preço

A revolução da coabitação: as crianças estão pagando o preço

Crianças que vivem com sua mãe e o namorado dela têm uma probabilidade 33 vezes maior de serem abusadas do que aquelas que vivem com seus pais biológicos.

Tenho algumas notícias boas e ruins sobre a frente de batalha do casamento. Primeira, a boa notícia: De acordo com um novo estudo elaborado pelo Instituto de Valores Americanos e pelo Projeto Casamento Nacional da Universidade da Virginia, o índice de divórcio para casais casados com filhos caiu quase ao índice do início da década de 1960, quando John F. Kennedy era presidente.

Mas essa notícia não é tão boa quanto parece, pois a notícia ruim praticamente a elimina. Cada vez menos pessoas estão se incomodando de casar. O índice de coabitação — “viver junto” — está explodindo. O estudo revela que a coabitação aumentou catorze vezes mais desde 1970. Isso significa que cerca de 30 por cento das crianças nascem de casais que vivem juntos hoje. Enquanto isso, outros 20 por cento das crianças são parte de um domicílio onde houve coabitação em algum ponto de seus anos de crescimento.
Isso significa que aproximadamente metade de todas as crianças americanas viveu num lar em que os adultos estão meramente vivendo juntos em vez de casados.

Os que hoje defendem uma “moderna estrutura de família” nos dirão que isso não é nada importante, que se dá importância exagerada a um anel de casamento no dedo. As crianças, dizem, acabarão bem de ambos os jeitos. Pois bem, o fato é que um casamento intacto coloca as crianças à frente de crianças em outros tipos de domicílio. Rich Lowry, editor do National Review, que rotula a atual tendência de uma “revolução de coabitação”, comenta: “Crianças de domicílios onde há coabitação tendem a ficar para trás em relação às crianças em famílias de casamento intacto em indicadores sociais cruciais e não têm uma situação econômica muito melhor do que a situação de filhos de mães solteiras”.

As pessoas que são parte de domicílios onde há coabitação, de acordo com o estudo, relatam “mais conflito, mais violência e níveis mais baixos de satisfação e fidelidade”. Crianças em tais situações enfrentam reais riscos emocionais e físicos.

Jennifer Roback Morse da Organização Nacional em Defesa do Casamento relata que crianças que vivem com sua mãe e o namorado dela têm uma probabilidade 33 vezes maior de serem abusadas do que aquelas que vivem com seus pais biológicos. Além disso, crianças em domicílios onde há adultos sem parentesco com elas têm uma probabilidade 50 vezes maior de morrerem de ferimentos provocados, em comparação com crianças que vivem com ambos os pais biológicos.

Apesar de todos os problemas bastante relatados do casamento nestes dias, os relacionamentos de coabitação são frequentemente menos estáveis também. Lowry diz que os casais amigados que têm um filho têm probabilidade dobrada de se separarem se se casarem.

Essa é uma diferença imensa.

Lowry diz: “O que se vê é que as crianças se beneficiam da estrutura, rituais e identidade que vêm com um casamento permanente entre seus pais. E o próprio ato de ser fiel às normas do casamento torna os adultos melhores parceiros conjugais e pais”.

Então, por que é que o casamento é mantido em tão baixa consideração hoje, ao ponto em que algumas pessoas estão dispostas a sacrificar seus filhos no altar da conveniência? Pois bem, uma das razões poderia ser que ninguém está vendo como é que se parece um bom casamento. A defesa do casamento envolve mais do que só falatório. Será que nós cristãos estamos tendo o compromisso de mostrar aos nossos vizinhos o amor, a fidelidade e a alegria que devem acompanhar um casamento fundado em Deus e Seu plano para o florescimento humano?

Além disso, quando foi a última vez que você ouviu seu pastor fazer uma pregação sobre os perigos da coabitação? A sua igreja está fazendo tudo o que pode para preparar os jovens casais para o casamento e ajudar os casamentos que estão em dificuldades?

Se não, então toda a nossa defesa da importância do casamento provavelmente não terá a atenção de ninguém. E as crianças de nossa nação é que sairão perdendo.


Publicado com a permissão de Breakpoint.org


Tradução: Julio Severo

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/the-cohabitation-revolution-kids-pay-the-price



Perversão de uma sociedade que abandona os valores judaico-cristão: Autoridades suecas ameaçam abolir completamente os direitos dos pais de menino que recebia educação escolar em casa


Autoridades suecas ameaçam abolir completamente os direitos dos pais de menino que recebia educação escolar em casa

Autoridades suecas ameaçam abolir completamente os direitos dos pais de menino que recebia educação escolar em casa

ESTOCOLMO, Suécia, 12 de outubro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Autoridades suecas que se apoderaram de um menino de sete anos de sua família porque seus pais haviam escolhido lhe dar educação escolar em casa estão ameaçando os pais com a perda permanente de seu filho e a completa abolição de seus direitos como pais.

Domenic Johansson
A polícia sueca sequestrou Domenic Johansson, filho de Christer e Annie Johansson, em junho de 2009, tomando-o de um avião com destino para a Índia, a pátria de Annie. O principal motivo para o sequestro foi que Domenic recebia educação escolar em casa. Desde então, as autoridades não dão praticamente nenhuma permissão para a família inteira de Domenic ter contato algum com seu filho.
Domenic, que hoje tem 9 anos, está sendo mantido em orfanato por mais de dois anos.
Em junho de 2010, a Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa (ADLEEC) e o Fundo de Defesa Aliança (FDA) entraram com uma solicitação conjunta em favor da família Johansson no Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH) e vêm trabalhando para apoiar a família desde que Domenic foi raptado.
“O Supremo Tribunal dos Estados Unidos classificou a abolição dos direitos dos pais equivalente à pena de morte”, declarou Michael Donnelly, diretor de relações internacionais da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa.
“O governo não deveria raptar e aprisionar crianças simplesmente porque ele não gosta da educação escolar em casa. Só isso já é horrível o suficiente. Mas agora o Estado está indo muito mais longe ao tentar tirar os pais completamente do caminho”, disse Roger Kiska, assessor legal do FDA. “Não dá para se tolerar isso. Faremos tudo que estiver ao nosso alcance para ajudar a reunir esta família”.
Tanto o FDA quanto a ADLEEC estão neste momento pedindo que o público escreva cartas às autoridades e embaixadas suecas para tentar renovar atenção ao caso da família e encorajar as autoridades suecas a libertar Domenic e devolvê-lo à sua família.
Primeiro-ministro da Suécia Fredrik Reinfeldt
Endereço de correspondência: Rosenbad 4, SE-103 33 Stockholm
Tel: +46 8 405 10 00
Email via website here.
Embaixada da Suécia no Brasil
SES, Avenida das Nações, Qd 807, Lt 29
70419-900, Brasília – DF
Tel:+55-61-3442 52 00
Tel emergência:+55- 61-8127 42 69
Fax:+55-61-3443 11 87
Embaixada da Suécia em Portugal
Rua Miguel Lupi 12-2°-Dto
1249-077 Lisboa
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Tema: A Família no Plano de DEUS - 29 e 30 de Outubro de 2011 d.C na Igreja Presbiteriana do Brasil em Osasco - IPO - Gratuito e Vagas Limitada!



Comentários do General Boykin refletem as experiências de muitos que guerreiam pela vida e pela família


Comentários do General Boykin refletem as experiências de muitos que guerreiam pela vida e pela família

Comentários do General Boykin refletem as experiências de muitos que guerreiam pela vida e pela família

12 de outubro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Os comentários do tenente-general Jerry Boykin na Cúpula dos Eleitores de Valores refletem perfeitamente o que muitos líderes pró-família há anos experimentam em suas lutas corajosas para defender a vida de família tradicional e a moralidade sexual. Esse caso ocorre principalmente na questão do aborto, mas muito mais na questão da homossexualidade.
Em grande parte, os líderes religiosos estão de modo estranho, até mesmo preocupante, silenciosos ou ineficazes, talvez até hostis, enquanto fiéis homens e mulheres leigos estão aguentando perseguições por assumirem posturas de defesa em questões que os líderes religiosos deveriam estar liderando. Esse não é um problema pequeno, e está demonstrando ser quase catastrófico para nossa ordem social, moral e até mesmo política à medida que as tradicionais liberdades de religião e consciência e até a própria democracia estão sendo gradualmente arrasadas.
Há uma coisa muito necessária: os homens e as mulheres fiéis precisam orar mais por seus líderes religiosos. Mas, de modo igual — mas muitos resistem a esse chamado —, há uma necessidade enorme para que eles exortem, de forma firme, persistente, porém sempre respeitosamente, seus pastores, bispos e outros líderes negligentes a pararem de ser políticos e homens de dinheiro ou simplesmente covardes — e conduzam o rebanho. Se recusarem, eles deveriam sair do caminho, se aposentar, permitir que outros homens ordenados assumam as tarefas realmente duras e complicadas com as quais eles têm sido incapazes ou indispostos de lidar.
Nosso tempo está acabando. Os líderes religiosos e os crentes silenciosos e mornos precisam ser sacudidos até despertarem. Foi-se o tempo em que podíamos ser tímidos. Se você realmente ama seus filhos e netos, sua nação e Deus, AGORA é a hora de agir.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Família sob ataque, diz Ron Paul na Cúpula dos Eleitores de Valores

Família sob ataque, diz Ron Paul na Cúpula dos Eleitores de Valores


Família sob ataque, diz Ron Paul na Cúpula dos Eleitores de Valores

WASHINGTON, D.C., EUA, 13 de outubro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Falando na Cúpula dos Eleitores de Valores, o deputado federal Ron Paul, candidato republicano para as eleições de 2012, ofereceu à sua audiência uma explicação detalhada das raízes de sua filosofia de governo limitado, de acordo com os valores cristãos, inclusive como a expansão do governo está comprometendo os direitos da família.
“Nossas famílias estão sob ataque. E tenho algumas ideias sobre as razões por que isso está acontecendo e o que poderíamos fazer sobre isso”, Paul disse para a audiência conservadora no sábado de manhã.
Centenas de apoiadores de Paul apareceram cedo no segundo dia da cúpula para aclamar o discurso e votação ao seu candidato na eleição não oficial do fim de semana, onde Paul ficou na dianteira, com 37 por cento. Seu colega candidato Herman Cain ficou em segundo, com 23 por cento.
O discurso de Paul apelou para valores judaico-cristãos e o testemunho bíblico como apoiando sua postura contra o governo usando de sua autoridade para agarrar tudo, algo que ele comparou aos israelitas reivindicando um chefe de estado secular, descrito no livro de Samuel como rejeição à soberania de Deus.
“Samuel… aconselhou o povo de Israel a não aceitar o rei, pois o rei, ele avisou, não seria generoso. Ele minaria as liberdades. Haveria mais guerras. Haveria mais impostos”, disse Paul. “Além disso, aceitar a noção de um rei rejeitaria a noção de que… seu verdadeiro rei era seu Deus e a orientação de seu Deus… Muitas vezes confiamos em nosso rei da capital dos Estados Unidos, e precisamos mudar isso… Prefiro o rei diferente, o rei original, a instrução que vem de nosso Criador, não do nosso governo”, disse ele.
Embora mantivesse uma postura a favor de valores conservadores, Paul disse que os regulamentos de aborto e as definições de casamento deveriam ser deixados ao critério dos estados individuais, e votou contra várias restrições ao aborto enquanto atuou no Congresso. Contudo, em 2007 Paul introduziu a Lei de Santidade da Vida, a qual teria declarado que toda vida humana começa no momento da concepção, que “o termo ‘pessoa’ incluirá toda vida humana”, e que os tribunais federais não têm jurisdição sobre as leis de aborto.
Paul argumentou que as leis geralmente não mudam a moralidade, mas disse que a sociedade sempre mudou os valores morais predominantes antes que a nova moralidade virasse lei ou precedente legal, tal como no caso da decisão Roe versus Wade [na qual o Supremo Tribunal dos EUA legalizou o aborto nos EUA]. “[A década de 1960] foi a década em que o aborto era feito flagrantemente contra a lei. E — pasmem! — as leis foram mudadas depois que a moralidade mudou”, disse ele.
Paul fez um gráfico da mudança da estrutura moral da sociedade como algo igual ao surgimento de uma nova ética de trabalho e a cultura onde todos querem direitos. Como exemplo, ele apontou como o assistencialismo do governo substituiu a responsabilidade da geração mais jovem cuidar de seus idosos.
“Certamente, o décimo mandamento nos diz algo sobre honrar nossos pais e cuidar deles. Não disse que deveríamos criar um sistema onde o governo cuide de nós desde o nascimento até os últimos dias da velhice”, disse ele.
O Dep. Paul, que exerceu a profissão médica durante anos como ginecologista e obstetra, explicou como a ética pró-vida se encaixa na estrutura como um direito original sobre o qual a liberdade se escora. “A vida é o que há de mais precioso. Falo sobre vida e liberdade. Defendo a liberdade ao grau máximo, enquanto as pessoas não estiverem prejudicando e matando umas as outras e roubando e assaltando”, disse ele. “Mas só dá para se defender a liberdade quando se compreende claramente a vida”.
Embora precisemos nos corrigir como indivíduos primeiro, disse ele, “nosso passo seguinte é nossas famílias: nossos filhos e nossos pais, e então nossos vizinhos e nossas igrejas. É daí que deveriam vir os valores morais. E, bem francamente, é nesse ponto que escorregamos”.
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